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  <title>.: CrÃ´nica do Texto Assassinado :.</title>
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  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <title>.: Banco de Cultura :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <description>&lt;br /&gt;&#13;&#10;JÃ QUE CALARAM ATÃ O MEU COMENTÃRIO...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Segue abaixo mais uma vez... (mudando o verbo)&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;UMA PEQUENA ANÃLISE...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Prometi ao meu âegoâ teimoso, coisa de matuto, migrante nordestino, que jamais me envolveria com qualquer outra polÃªmica no sÃ­tio Overmundo. Sei que regras sÃ£o regras, e cada lugar tem o perfil e cara do leitor. O Overmundo atÃ© agora nÃ£o mostrou a principal finalidade da existÃªncia. SerÃ¡ um laboratÃ³rio de idÃ©ias? SerÃ¡ uma confraria de escritores ou aprendizes? O que Ã© o Overmundo?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Depois de brigas e âatitudes infantisâ percebi que estava dando âmurro em ponta de facaâ. O que eu estava ganhando com isso? Minhas idÃ©ias continuam as mesmas! Acho o Overmundo um site cada vez mais chato! O que estÃ£o fazendo com o verdadeiro sentido da arte?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Cada dia que passa fico surpreendido com os novos âMauroâs Pazâ e as atitudes politizadas, tropicalistas e de vanguarda â como tambÃ©m tiveram - Gilberto Gil, Caetano Veloso e Mestre Tom ZÃ©.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um texto como aquele ( CARNAVAL / CANIBAL - COMIDO PELA FACA DO BOTÃO FORA DE LUGAR) em discussÃ£o nÃ£o alteraria em nada a âlinha editorialâ do Overmundo. O menino âMauro Pazâ tem talento e precisa de crÃ­ticas (como eu e outros autores precisam) construtivas sobre seus textos - que eu acho muito bons - e direÃ§Ãµes para os vÃ¡rios caminhos literÃ¡rios possÃ­veis. A formaÃ§Ã£o de novos escritores nÃ£o acontece nas escolas tradicionais. A escola desperta a paixÃ£o pela escrita. Os escritores mais experientes conhecem os caminhos das letras! Mas... Podem errar na anÃ¡lise! Se o Overmundo Ã© uma escola, o direito de escrever e de ser criticado Ã© normal. Com diplomacia! Qualquer texto Ã© uma criaÃ§Ã£o pessoal... Ã uma cria humana e tem sentimento! &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;NÃ£o acho que âCarnaval / Canibalâ estivesse fora de contexto. O local publicado tinha audiÃªncia e poderia ser a vitrine para mais um novor valor da literatura brasileira. Era cultura com toda certeza! Continuo discordando do uso do âbotÃ£o fora de lugarâ e de quem usa esse artifÃ­cio (ao meu ver) reacionÃ¡rio. Escrever que um texto Ã© ruim ou optar pelo silÃªncio podem ser formas de votaÃ§Ã£o ou negaÃ§Ã£o ao que Ã© publicado. Ã simples!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Gostava daquele texto (comido) e continuo gostando das idÃ©ias criativas de Mauro Paz. Principalmente de sua atitudes em responder com poesia e mÃºsica!  &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Estou votando e me despedindo de todos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§os.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Lailton AraÃºjo&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/cronica-do-texto-assassinado-1#c76707</link>
  <title>Comentário postado por LAILTON ARAÃJO</title>
  <dc:date>2007-10-15T01:50:45Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/banco/cronica-do-texto-assassinado-1#c76730">
  <description>Mauro,&lt;br /&gt;&#13;&#10;     este fim de semana passei, vez por outra, lendo elogios&lt;br /&gt;&#13;&#10;feitos Ã  ediÃ§Ã£o da LEI DA TERRA DE &lt;strong&gt;1850&lt;/strong&gt;, isto mesmo, 1850&amp;#059; e lia tambÃ©m comentarios, discursos sobre o alvarÃ¡ que &quot;abria&quot; o primeiro ciclo industrial, de 1810, isto mesmo, 1810.&lt;br /&gt;&#13;&#10;     e lia manifesto de latifundiÃ¡rios, de 2007, contra a legalizaÃ§Ã£o das terras de Quilombos........... Nada mudou no Brasil. Isto mesmo, nada mudou no Brasil. Mesmo sem a industria, o Brasil&lt;br /&gt;&#13;&#10;nunca importou sensores. Eles, os sensores, estiveram sempre entre os intelectuais brasileiros, sendo um deles, ou tanto deles.&lt;br /&gt;&#13;&#10;- Nada mudou.  (nÃ£o estou falando daquele aparelhinho eletronico, nÃ£o). &lt;br /&gt;&#13;&#10;            um abraÃ§o, andre.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/cronica-do-texto-assassinado-1#c76730</link>
  <title>Comentário postado por Andre Pessego</title>
  <dc:date>2007-10-15T07:42:32Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/banco/cronica-do-texto-assassinado-1#c76752">
  <description>vamos em frente, Mauro.&lt;br /&gt;&#13;&#10;bom texto e boa anÃ¡lise.&lt;br /&gt;&#13;&#10;abraÃ§os,</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/cronica-do-texto-assassinado-1#c76752</link>
  <title>Comentário postado por Marcos AndrÃ© Carvalho Lins</title>
  <dc:date>2007-10-15T09:16:37Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/banco/cronica-do-texto-assassinado-1#c76792">
  <description>&lt;strong&gt;Mauro&lt;/strong&gt;,&lt;br /&gt;&#13;&#10;Esqueceste de rememorar o precioso e especÃ­fico detalhe de que o que &lt;strong&gt;Obrer&lt;/strong&gt; disse, em primeiro, com o que concordei, relativamente a teu texto, Ã© que ele estava fora de lugar, nÃ£o que nÃ£o tivesse conteÃºdo que importasse. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Recordo, inclusive, a sugestÃ£o que Obrer fez de que postasse tu o texto exatamente onde esse estÃ¡ agora, Banco de Cultura - Textos NÃ£o FicÃ§Ã£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A discussÃ£o sobre conteÃºdo que se seguiu, basicamente entre tu e eu, buscou, da minha parte, incluir conteÃºdos no teu postado, ainda que por comentÃ¡rios, que o revestisse da condiÃ§Ã£o de estar ali onde postaste.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Embora eu nÃ£o tenha feito cÃ³pia do que escrevi, recordo que sugeri relacionar com Florestan Fernandes e vÃ¡rios tÃ­tulos de Paulo Freire, que igualmente fazem a discussÃ£o da hegemonia e do exercÃ­cio de poder de estado e a identificam como uma questÃ£o essencialmente cultural. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Tomaste por ofensa o que era apenas sugestÃ£o e te fechaste em copas na defesa rÃ­gida de um conceito, postura que nÃ£o aceitou colaboraÃ§Ã£o e interaÃ§Ã£o de modo algum com qualquer outro saber. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Foi o que quis dizer quando escrevi: &lt;em&gt;creio que jÃ¡ nos dissemos tudo&lt;/em&gt; e lamentei teres confundido os antagonistas, que nÃ£o o sou de ti.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E para teu conhecimento, tambÃ©m, porque divergÃ­amos da interpretaÃ§Ã£o, sem eleger Ã¡rbitro que nÃ£o fossem as regras desse sÃ­tio que assinamos espontÃ¢neamente ao aqui ingressar, informo que nÃ£o fui quem acionou o botÃ£o fora de lugar para a tua publicaÃ§Ã£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pela simples razÃ£o de considerar, eu, que idÃ©ias e conteÃºdos que as expressem nÃ£o se modificam porque se lhes retira o suporte de difusÃ£o posto que sÃ£o fenÃ´meno de outra ordem que nÃ£o a ordem material, ainda que virtual, no caso especÃ­fico.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Bela recordaÃ§Ã£o da canÃ§Ã£o de Wagner Tiso e Milton Nascimento.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Como teu prÃ³prio linque para o &lt;a href=&quot;http://www.sescsp.com.br/sesc/hotsites/mpb3/mpb4.htm&quot;&gt;Velho Pituco&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;sugere, e corrobora a minha tese sobre as idÃ©ias no mundo (e no Overmundo), Ã© tambÃ©m apropriado recordar&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Quando um muro separa&lt;br /&gt;&#13;&#10;Uma ponte une&lt;br /&gt;&#13;&#10;Se a vinganÃ§a encara&lt;br /&gt;&#13;&#10;O remorso une&lt;br /&gt;&#13;&#10;VocÃª vem e agarra&lt;br /&gt;&#13;&#10;AlguÃ©m vem e solta&lt;br /&gt;&#13;&#10;VocÃª vai na marra&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ela um dia volta&lt;br /&gt;&#13;&#10;E se a forÃ§a Ã© tua&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ela um dia Ã© nossa&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha o muro&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha a ponte&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha o dia de ontem chegando&lt;br /&gt;&#13;&#10;Que medo vocÃª tem de nÃ³s&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha aÃ­&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha aÃ­&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha aÃ­&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha aÃ­&lt;br /&gt;&#13;&#10;VocÃª corta um verso&lt;br /&gt;&#13;&#10;Eu escrevo outro&lt;br /&gt;&#13;&#10;VocÃª me prende vivo&lt;br /&gt;&#13;&#10;Eu escapo morto&lt;br /&gt;&#13;&#10;De repente, olha eu de novo&lt;br /&gt;&#13;&#10;Perturbando a paz&lt;br /&gt;&#13;&#10;Exigindo troco&lt;br /&gt;&#13;&#10;Vamos por aÃ­, eu e meu cachorro&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha o verso&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha o outro&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha o velho&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha o moÃ§o chegando&lt;br /&gt;&#13;&#10;Que medo vocÃª tem de nÃ³s&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha aÃ­&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha aÃ­&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha aÃ­&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha aÃ­&lt;br /&gt;&#13;&#10;O muro caiu&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha a ponte&lt;br /&gt;&#13;&#10;Da liberdade guardiÃ£&lt;br /&gt;&#13;&#10;O braÃ§o do Cristo horizonte&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§a o dia de amanhÃ£&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha aÃ­&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha aÃ­&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha aÃ­&lt;br /&gt;&#13;&#10;Olha aÃ­&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sescsp.com.br/sesc/hotsites/mpb3/mpb4.htm&quot;&gt;MordaÃ§a, Paulo CÃ©sar Pinheiro/Eduardo Gudin. Copyright by EDIÃÃES MUSICAIS TAPAJÃS LTDA. (EMI).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Se assassinato houve, como dizes, o cadÃ¡ver continua muito vivo.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/cronica-do-texto-assassinado-1#c76792</link>
  <title>Comentário postado por Adroaldo Bauer</title>
  <dc:date>2007-10-15T11:10:58Z</dc:date>
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  <description>Bravo, Mauro!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Embora eu nada tenha lido antes a respeito do &quot;Assassinado texto, portanto nada poderei opinar ao especÃ­fico episÃ³dio. Mas, como artista plÃ¡stica, e que vez ou outra desabafa aqui tambÃ©m em escritos, quero deixar registrado um pouco do que penso:&lt;br /&gt;&#13;&#10;A arte nÃ£o tem fronteiras, o artista Ã© cidadÃ£o do mundo... nÃ£o importa em que modalidade! Portanto, expressar-se Ã© a sua voz, a sua alma!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Libertemos-nos dessas armaduras, dessas couraÃ§as de todas as sortes por aqui.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Rendemos-nos aos encantos da arte e da amizade!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas Ã© isso, Mauro, quando nos sentimos incomodados, verbalizemos, deixa sair!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Grande abraÃ§o!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/cronica-do-texto-assassinado-1#c77196</link>
  <title>Comentário postado por Branca Pires</title>
  <dc:date>2007-10-16T11:36:55Z</dc:date>
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  <description>Votado!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/cronica-do-texto-assassinado-1#c77708</link>
  <title>Comentário postado por Branca Pires</title>
  <dc:date>2007-10-17T11:31:43Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/banco/cronica-do-texto-assassinado-1#c78246">
  <description>Bom texto. Ã© preciso nÃ£o assassinar os textos, mas deixÃ¡-los voar como os passÃ¡ros...&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas assim como tem pÃ¡ssaros em gaiolas, muitos textos tambÃ©m podem ser engaiolados... Mas podemos soltÃ¡-los.&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§os, JosÃ© Braga.</description>
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  <title>Comentário postado por JosÃ© Braga</title>
  <dc:date>2007-10-18T17:23:17Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/banco/cronica-do-texto-assassinado-1#c78269">
  <description>Mauro, estou votando para voltar, um abraÃ§o, andre.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/cronica-do-texto-assassinado-1#c78269</link>
  <title>Comentário postado por Andre Pessego</title>
  <dc:date>2007-10-18T18:08:02Z</dc:date>
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  <title>Buscar:</title>
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