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  <title>.: O primeiro caso :.</title>
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  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <title>.: Banco de Cultura :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <description>âfaz tempo que nÃ£o fazemos, vocÃª sabe - estava meio constrangida - sabe, sexo?  E nunca nos preocupamos com mÃ©todos contraceptivos antes.â&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Hum, foi a minha resposta.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;âTudo bem, vamos ver o que dÃ¡ para descobrir. Preciso dos seus horÃ¡rios, locais que freqÃ¼enta e onde fica seu escritÃ³rio.â&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ela me forneceu essas informaÃ§Ãµes e pensei que se a minha carreira nÃ£o progredisse, pelo menos poderia vender informaÃ§Ãµes para seqÃ¼estradores profissionais. Pensando bem acho que nÃ£o seria capaz de fazer isso.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O sujeito se chama JoÃ£o Morais, mais conhecido como Morais pelos amigos. Era dono de uma empresa de representaÃ§Ã£o comercial bem sucedida de produtos transgÃªnicos que todos consumiam sem se importar com a saÃºde.  &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Regra bÃ¡sica nÃºmero 1: checar a secretÃ¡ria ou mulheres da empresa. Se ela for boa, possivelmente Ã© a terceiro lado do triÃ¢ngulo. Nem sei se essa Ã© uma regra bÃ¡sica, mas vamos lÃ¡. Pelo menos faz algum sentido.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Fui na empresa verificar as mulheres que trabalham lÃ¡ a procura da suspeita. Entrei no prÃ©dio de 10 andares que abrigava o escritÃ³rio da empresa do Morais, que ocupava metade do 6o andar. JÃ¡ na entrada dei de cara com uma mulher carrancuda na recepÃ§Ã£o. Essa eu podia quase que imediatamente eliminar do rol de suspeitas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;âSou do supermercado tal e quero negociar direto com o donoâ, ordenei sorrindo Ã  simpÃ¡tica, porÃ©m sÃ©ria recepcionista, no intuito de mostrar que sorrir era algo que nÃ£o doÃ­a.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ela me pediu um instante, quase esboÃ§ando um sorriso, acho que na verdade ela estava querendo fazer uma careta, mas ela aprendera bem, negÃ³cios em primeiro lugar, e falou com o dono.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;âSeu Morais, tem um senhor aqui na frente que quer tratar de negÃ³cios com o senhor, como Ã© seu nome mesmo senhor...â&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;âJonas, meu nome Ã© Jonasâ, era mentira, mas se tornaria daqui para frente meu nome quando precisasse me apresentar para estranhos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Falou mais um pouco no telefone e me disse: âSr. Jonas, por aquiâ, por favor, e me guiou atÃ© a sala que tinha uma porta se lia Diretor-Executivo em letras pretas. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Fui apresentado ao Morais. NÃ£o era grande coisa como jÃ¡ pude notar pelas fotos. âObrigado, dona Fifi - ou qualquer outro que fosse o nome da mulher que me atendeu - , isso Ã© tudoâ, disse ele.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ela saiu e fechou a porta.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;âA que devo sua visita?â&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;âEstou aqui para negociar um contrato bem rentÃ¡velâ, estava eu dizendo quando fui interrompido pelo telefone. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;âSim, pode passar dona Fifiâ, aquela altura eu jÃ¡ havia batizado a recepcionista de Fifi.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O homem sentado Ã  minha frente do outro lado da mesa, era gordo, e muito simpÃ¡tico com quem quer que estivesse ao telefone. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;âSim, amor, naturalmente. No Chez Henri.â Ele era assim e sua aparÃªncia deixava isso bem claro. Era capaz de ser amÃ¡vel e formal ao mesmo tempo. Pensei que estivesse com a esposa ao telefone, para minha sorte nÃ£o era. Constatei isso ao me fazer de bobo e perguntei se era a patroa chamando e com sua cara inchada e amÃ¡vel me disse que nÃ£o. Te peguei, filho da puta. Vai ser mais fÃ¡cil que eu pensava. SÃ³ falta pegar o Morais no pulo e mostrar a prova Ã  sua esposa e descontar um cheque polpudo.&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;JÃ¡ estava sentindo o cheiro da grana, a madame concordara com o preÃ§o que passei, porÃ©m precisava ser muito cuidadoso para nÃ£o deixar o gordo escapar. Um erro agora e tudo podia ir pelos ares. Aproveitei enquanto estava distraÃ­do com a amante no telefone e pensei na desculpa para me mandar de lÃ¡ sem fechar um contrato e sequer saber a cotaÃ§Ã£o de sua mercadoria.&lt;br /&gt;&#13;&#10;SaÃ­ de lÃ¡ bastante feliz, a sorte que dei provavelmente poderia deixar de me acompanhar no resto do caso. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No local e hora combinados decidi me postar Ã  espera da vÃ­tima. Entrei numa pastelaria quase em frente ao restaurante. âDois de frango catupiriâ, pedi ao carinha entediado que atendia. Ele passou por uma cortininha e trouxe os pastÃ©is prontos para fritar. Ele mesmo fritava os pastÃ©is, fazia isso tÃ£o automaticamente que se pudesse dirigiria um carro ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Nada do Morais e sua companhia chegando no restaurante, preciso esperar mais mesmo. Cheguei mais cedo para evitar surpresas. De repente o apetite sexual pela esposa pode ter morrido enquanto as outras mulheres podiam estar na mira.  &lt;br /&gt;&#13;&#10;Enquanto espero o gordinho traidor e sua amante, me surpreendo imaginando como deve ser essa pessoa. Seria morena, loira, baixinha, alta, uma modelo, uma amiga da esposa que sabe guardar segredo, alguma trouxa muito mais nova que ele que acredita que ele deixaria a esposa, quem sabe? ApÃ³s muita ponderaÃ§Ã£o conclui como devia ser a amante de Morais. Faltava poucos minutos e poderia tirar as dÃºvidas, verificar se estive perto ou nÃ£o com a descriÃ§Ã£o mental que tinha dela. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;15 minutos de espera, eu jÃ¡ estava na terceira lata de refrigerante, quando vejo Morais chegando em um carrÃ£o importado. Estava sÃ³. Achei completamente normal. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/o-primeiro-caso#c38459</link>
  <title>Comentário postado por LeandrÃ³ide</title>
  <dc:date>2007-6-17T18:55:24Z</dc:date>
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  <description>Provavelmente queria ser discreto e a pessoa chegaria alguns minutos mais tarde proveniente de outra atividade social, jantariam e quem sabe esticariam atÃ© um motel bem longe do centro, dificultando meu trabalho ou contando com a sorte que habitualmente nÃ£o possuo, os dois rumariam atÃ© a casa da amante e fariam o tipo de sexo que os amantes fazem. Isso seria bom. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Menos de 10 minutos descem de um tÃ¡xi um homem com cara de modelo de comercial de grife famosa, com a barba por fazer bem calculada, e uma garota de seus 23 anos, bem mais nova que Morais, muito bonita, alta e vestida de modo elegante. O sacana tinha bom gosto, esse mÃ©rito ninguÃ©m teria o direito de tirar dele. Fiquei sabendo que eram eles quando saÃ­ram os trÃªs juntos, Morais, a moÃ§a e o sujeito.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O erro dele foi nÃ£o atentar para o fato de que um sujeito sem perspectivas como eu, estaria bem perto, quase fungando em seu cangote, e aceitaria investigar sua vida atrÃ¡s de um possÃ­vel caso de adultÃ©rio, para voltar com umas fotos que revelassem sua indiscriÃ§Ã£o e motivasse um divÃ³rcio, mais um entre tantos que acontecem todo ano nas varas de famÃ­lia.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Estaria tÃ£o perto, quase sentindo o cheiro dos corpos suados depois da relaÃ§Ã£o que acabaria, possivelmente, com o casamento da madame com o gordinho safado e de bom gosto, e me dei conta que nÃ£o imaginava que tipo de amante Morais podia ser. Seria ele rÃ¡pido no gatilho que precisaria umas duas tentativas atÃ© satisfazer alguÃ©m ou que apesar da aparÃªncia pesada, seria alguÃ©m leve e melÃ­fluo no ato sexual. Parei porque fiquei meio enojado com as imagens mentais.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Os trÃªs saÃ­ram do restaurante depois de mandarem para dentro uma refeiÃ§Ã£o refinada, cujos pratos eram escritos ora em italiano ora francÃªs. Um empregado do restaurante foi quem me deu a letra, jÃ¡ que o que pedi de adiantamento da pobre chifruda me tornou bem generoso nas gorjetas. Fiquei sabendo que era a terceira vez que os trÃªs vinham jantar ali nos Ãºltimos 5 meses. Ã incrÃ­vel como o dinheiro relaxa o mÃºsculo da lÃ­ngua. Esses subalternos nÃ£o estÃ£o nem aÃ­ para os endinheirados, por mais que parecesse que o dinheiro compra a fidelidade.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A moÃ§a se acomodou no banco de trÃ¡s e do lado de Morais sentou o modelo. Eles partiram. Tirei algumas fotos e segui os trÃªs num tÃ¡xi. âNÃ£o chega muito perto mas nÃ£o perde eles de vistaâ, ordenei ao motorista. O carro de Morais pÃ¡ra e deixa a moÃ§a em uma esquina de um prÃ©dio chique. Tirei fotos dela. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;âE agora, que que eu faÃ§o?â, perguntou o taxista. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;âContinua, que Ã© ele quem eu quero.â Continuamos na cola do Morais, sem saber onde eles parariam e o que passava na mente dele.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Seria ele uma bicha enrustida, dos que casam com mulheres para fazer uma fachada para essa nossa sociedade machista, ainda mais ele que tem uma posiÃ§Ã£o de destaque? Minhas dÃºvidas se esvaÃ­ram no momento que ele deixou o rapaz na frente de uma casa. Eles se demoraram um pouco. Tirei fotos dele. Nada comprometedor. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Sozinho, Morais tocou o carro em direÃ§Ã£o ao centro. Enfim, descobri a perversÃ£o dele ao vÃª-lo parar o carro no sinal vermelho e ver um travecÃ£o alto e pouco vestido se debruÃ§ar na porta. Tirei mais fotos. Para meu completo estarrecimento, o motorista do tÃ¡xi devia estar acostumado, o travecÃ£o entrou no carro e eles partiram. Imaginei a cara que a mulher dele farÃ¡ ao ver isso.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O sinal abriu e segui-os atÃ© um motel afastado do centro. âQuero um quarto perto daqueles dois que entraram hÃ¡ poucoâ, pedi ao recepcionista. Ele me disse o nÃºmero e dirigimos lentamente atÃ© eles. SÃ£o as suÃ­tes mais caras de lÃ¡. Dei um tempo lÃ¡ dentro. Talvez eles estivessem nas preliminares. Resolvi ir atÃ© o quarto e com a abordagem mais direta, abrir a porta com a cÃ¢mera em punho e registrar os dois numa posiÃ§Ã£o comprometedora.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A boneca desengatou de trÃ¡s do Morais e me perseguiu. Mal consegui fechar a porta, o pezÃ£o do traveco me impedindo. &lt;br /&gt;&#13;&#10;âMe dÃ¡ essa mÃ¡quinaâ e arrancou a cÃ¢mera da minha mÃ£o. âTu tÃ¡ arrochando o gordo, nÃ©? Quanto tu vai ganhar nessa?â Eu nÃ£o disse nada, fiquei esperando o momento para pegar a mÃ¡quina de volta. âQuanto tu tem aÃ­ contigo? Eu posso devolver a tua cÃ¢mera...â &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No fim das contas com algumas dezenas de reais consegui a prova do crime de volta. âIsso Ã© tudo que eu tenho, fora o dinheiro do motelâ, disse. E o travesti me deixou em paz. Entrei no tÃ¡xi e me mandei o quanto antes.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No dia seguinte apresentei as fotos Ã­ntimas do marido Ã  traÃ­da.&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;âNÃ£o pode ser!â, exclamou ela desanimada. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;âA senhora me parece uma boa pessoa, mas infelizmente, dona, no meu dia a dia isso Ã© bem comum. Sinto muito.â Ela me pagou em dinheiro, saÃ­ feliz da vida com meu primeiro caso resolvido e com grana no bolso.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Semanas depois, o traveco apareceu com a boca cheia de formiga. NÃ£o tenho certeza se foi o Morais que apagou ou se foi a esposa dele. Francamente, isso nÃ£o Ã© comigo.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/o-primeiro-caso#c38461</link>
  <title>Comentário postado por LeandrÃ³ide</title>
  <dc:date>2007-6-17T18:58:46Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/banco/o-primeiro-caso#c38472">
  <description>Amigo poeta Leandroide,&lt;br /&gt;&#13;&#10;Que conto legal que vocÃª escreveu, rapaz. Muito bom mesmo eu adorei, meus sinceros aplausos amigo e abraÃ§os.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Carlos Magno.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/o-primeiro-caso#c38472</link>
  <title>Comentário postado por carlos magno</title>
  <dc:date>2007-6-17T19:29:01Z</dc:date>
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  <description>Carlos Magno, que bom que curtiste meu texto, seus aplausos sÃ£o um indicativo de qualidade. Valeu!&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§Ã£o,&lt;br /&gt;&#13;&#10;Leandroide.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/o-primeiro-caso#c38478</link>
  <title>Comentário postado por LeandrÃ³ide</title>
  <dc:date>2007-6-17T19:47:20Z</dc:date>
 </item>
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  <description>E nÃ£o Ã© que sobrou pro traveco??? &lt;br /&gt;&#13;&#10;Que coisa... &lt;br /&gt;&#13;&#10;Excelente texto!&lt;br /&gt;&#13;&#10;beijos</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/o-primeiro-caso#c39040</link>
  <title>Comentário postado por FÃª Pavanello</title>
  <dc:date>2007-6-19T15:44:14Z</dc:date>
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  <description>Sobrou, sim! Obrigado pelo elogio.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Bj.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Leandroide.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/o-primeiro-caso#c39045</link>
  <title>Comentário postado por LeandrÃ³ide</title>
  <dc:date>2007-6-19T16:03:53Z</dc:date>
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  <description>Muito bom, meu amigo Leandro!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;um beijoo!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/o-primeiro-caso#c39130</link>
  <title>Comentário postado por Priscila Silva</title>
  <dc:date>2007-6-19T20:09:54Z</dc:date>
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  <description>Que bom que achaste bom.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Bj,&lt;br /&gt;&#13;&#10;Leandroide.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/o-primeiro-caso#c39144</link>
  <title>Comentário postado por LeandrÃ³ide</title>
  <dc:date>2007-6-19T20:29:30Z</dc:date>
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  <description>Gostei da &apos;pegada&apos; do texto. Inventivo, sonoro... o texto tem fluÃªncia e a histÃ³ria Ã© muito bacana. Um abraÃ§o.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/o-primeiro-caso#c39231</link>
  <title>Comentário postado por FILIPE MAMEDE</title>
  <dc:date>2007-6-20T08:36:44Z</dc:date>
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  <description>Obrigado pelo feedback positivo, Filipe.&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbraÃ§Ã£o,&lt;br /&gt;&#13;&#10;Leandroide.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/o-primeiro-caso#c39274</link>
  <title>Comentário postado por LeandrÃ³ide</title>
  <dc:date>2007-6-20T11:46:01Z</dc:date>
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  <description>Cativante texto Leandro, bem como os do teu blog...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Sabe aquele livro gigante que devoramos em pouco tempo por nÃ£o conseguirmos parar de lÃª-lo, devido Ã  qualidade da temÃ¡tica e Ã  harmonia entre as palavras? Assim sÃ£o tuas produÃ§Ãµes...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Espero poder debruÃ§ar-me mais vezes na apreciaÃ§Ã£o de teus escritos...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;ParabÃ©ns!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Carol.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/o-primeiro-caso#c471088</link>
  <title>Comentário postado por Carolzitah</title>
  <dc:date>2010-4-06T13:13:02Z</dc:date>
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  <title>Buscar:</title>
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