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  <title>.: Pantaneiro De Verdade - Pura EssÃªncia... :.</title>
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  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <title>.: Banco de Cultura :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <description>Acredito, de verdade...&lt;br /&gt;&#13;&#10;Grato, JosÃ©</description>
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  <title>Comentário postado por JosÃ©</title>
  <dc:date>2007-3-09T21:47:36Z</dc:date>
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  <description>O homem do pantanal Ã© todo natureza, meio ambiente!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã o precursor da ecologia, o mundo precisa aprender com ele!</description>
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  <title>Comentário postado por Rangel Castilho</title>
  <dc:date>2007-3-11T20:39:57Z</dc:date>
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  <description>Esse Ã© Rangel Castilho.&lt;br /&gt;&#13;&#10;ParabÃ©ns!</description>
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  <title>Comentário postado por Osvaldo</title>
  <dc:date>2007-3-12T13:01:28Z</dc:date>
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  <description>Grande Osvaldo!!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Salve, Olinda!!!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Obrigado!!!</description>
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  <title>Comentário postado por Rangel Castilho</title>
  <dc:date>2007-3-12T14:13:46Z</dc:date>
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  <description>Como sempre, dentro do peito.</description>
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  <title>Comentário postado por ZÃ©duardo Calegari Paulino</title>
  <dc:date>2007-3-12T15:16:23Z</dc:date>
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  <description>Meu irmÃ£o, ZÃ©duardo!!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Obrigado!!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Salve, Pantanal!!!</description>
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  <title>Comentário postado por Rangel Castilho</title>
  <dc:date>2007-3-12T15:18:58Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21334">
  <description>Sabe, Rangel, estive em CG faz poucas semanas. Me apaixonei pela energia pantaneira e pela paixÃ£o que esse povo tem pela sua cultura. AdmirÃ¡vel!</description>
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  <title>Comentário postado por Nanni</title>
  <dc:date>2007-3-12T23:16:02Z</dc:date>
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  <description>Somos um Estado novo e o Ãºnico referencial que temos Ã© o Pantanal.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Depois da separaÃ§Ã£o de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul se viu sem identidade cultural, por isso essa paixÃ£o!!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Nos redescobrimos!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21369</link>
  <title>Comentário postado por Rangel Castilho</title>
  <dc:date>2007-3-13T09:59:24Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21411">
  <description>Rangel, sou obrigado a discordar de vocÃª.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Somos novos no papel, mas mais antigos que a invenÃ§Ã£o do Brasil, jÃ¡ que em 1512 jÃ¡ existiam missÃµes espanholas espalhadas por todo o MS. AlÃ©m do mais, nunca nossa histÃ³ria foi a mesma que o outro Mato Grosso. A Guerra do Paraguai, por exemplo, Ã© nossa!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;TambÃ©m nÃ£o acho que &quot;nos vimos sem identidade cultural&quot;. NÃ³s sempre tivemos uma identidade, e forte. O problema Ã© esta baixa estima do sul-matogrossense que insiste em achar que somos pobres de cultura. As populaÃ§Ãµes do interior, da fronteira, as ribeirinhas sempre tiveram uma cultura forte, apesar de achar que nÃ£o tinham nenhuma. Alias, Ã© da nossa identidade cultural dizermos que nÃ£o temos cultura! Reclamar sempre fez parte do cotidiano do bugre. E nÃ£o digo isso pejorativamente nÃ£o. Assim como os gaÃºchos se acham o mÃ¡ximo, nÃ³s nos diminuÃ­mos. HeranÃ§a da guerra que a tantos dizimou...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E nosso referencial nÃ£o Ã© sÃ³ o pantanal. A serra da Bodoquena, alÃ©m das belezas naturais, tem uma imensa cultura a ser descoberta por quem quiser. TambÃ©m a fronteira seca, o rio Apa, Costa Rica e suas seriemas, nossos Ã­ndios de cultura riquÃ­ssima, o patrimÃ´nio histÃ³rico Ãºnico de vÃ¡rias cidade - inclusive a sua, nosso folclore que Ã© outro, e por ai vai. Poderia me estender indefinidamente.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O que vejo Ã© que a gente fica restrito ao nosso entorno, e nÃ£o olha dos lados, o que tambÃ©m Ã© da cultura, jÃ¡ que o sul-matogrossense Ã© desconfiado por origem. Eu mesmo sÃ³ tenho noÃ§Ã£o desta grande diversidade cultural daqui porque trabalhei muitos anos na FundaÃ§Ã£o de Turismo e acabei viajando o estado inteiro.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;EntÃ£o, nÃ£o acho que seja o caso de nos &quot;redescobrirmos&quot;, porque descobertos somos, alias antes do litoral. E o mais legal que pela espanha, nÃ£o por portugal&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Penso que devemos sim nos valorizar, pesquisando, questionando, buscando conhecer mais da imensa colcha de retalhos de povos e naÃ§Ãµes indÃ­genas que formam o MS, abrir a mente e valorizar cada pequeno costume, cada ecossistema e diversidade cultural que aqui brota. Dai dizer isso pra todo mundo!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21411</link>
  <title>Comentário postado por ZÃ©duardo Calegari Paulino</title>
  <dc:date>2007-3-13T12:50:03Z</dc:date>
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  <description>Meu amigo, ZÃ©duardo!!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Cultura espanhola Ã© espanhola e quando da Guerra do Paraguai, tudo por aqui ( Pantanal - MS ) era de um outro paÃ­s! O que temos de identidade cultural Ã© uma mescla de elementos bolivianos, paraguaios, portugueses, etc...&lt;br /&gt;&#13;&#10;Quero lembrar que as cidades existentes naquela Ã©poca estavam justamente no Norte.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Aqui foram criados povoados e fortificaÃ§Ãµes, como presÃ­dios, para assumir de vez as terras tomadas durante a guerra.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Quando digo cultura do pantanal, nÃ£o quero dizer o lugar fÃ­sico - quero dizer os costumes, o saber das plantas curativas, o periodo de adaptaÃ§Ã£o Ã  seca e chuva que empregna o lugar de hÃ¡bitos diferentes a cada estaÃ§Ã£o, ao tema que consagrou poetas como Manoel de Barros, ou violeiros como Almir Sater - essa paixÃ£o que empolga Guilherme Rondon, JoÃ£o FÃ­gar, Celito EspÃ­ndola, ConceiÃ§Ã£o dos Bugres, TetÃª Espindola, Humberto Espindola, Rangel Castilho, etc...&lt;br /&gt;&#13;&#10;Cultura Pantaneira que alavanca a cerÃ¢mica terena, que &apos;&apos;e uma das origens da polca-rock de Jerry Espindola, que aÃ­ sim, busca uma nova identidade musical - mais MS.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Estamos sim, nos redescobrindo a cada dia pois queremos cada vez mais sermos reconhecidos como Mato Grosso do SUL.</description>
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  <title>Comentário postado por Rangel Castilho</title>
  <dc:date>2007-3-13T13:27:55Z</dc:date>
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  <description>Rangel, independente da discussÃ£o calorosa sobre a identidade pantaneita, quero dizer que vim li, e gostei demais do seu texto.&lt;br /&gt;&#13;&#10;AbÃ§o!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21440</link>
  <title>Comentário postado por Roberta Tum</title>
  <dc:date>2007-3-13T16:38:17Z</dc:date>
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  <description>Rangel, abra sua mente, olhe longe no horizonte, pro lado do rio paranÃ¡, pro lado do Apa, pro interior de Dourados...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Aqui sempre houveram cidades da qual o norte dependia, como Coxim, , Murtinho e a gloriosa CorumbÃ¡. Miranda mesmo tem mais de 300 anos de idade, Ã© imperial! Alias, a mais antiga Ã© Nioaque, que rivalizava em poder com CuiabÃ¡ antes de tudo. E tambÃ©m assim foi com Albuquerque (sabe onde fica?). Poucos conhecem de verdade a histÃ³ria destas bandas... Porque o antigo Mato Grosso jamais deixou que conhecÃªssemos, por motivos econÃ´micos mesmo. DesapareÃ§a com a historia de um povo e vocÃª o controla melhor.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O pantanal faz parte da nossa cultura, mas nossa cultura vai muito alÃ©m dele.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Todo o Brasil foi um outro pais, e nossa identidade vem justamente de ter sido um outro pais diferente de Portugal.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E essa galera artÃ­stica (que eu conheÃ§o de perto desde minha infÃ¢ncia - tive a sorte de ser vizinho tanto dos Espindola como de Almir) canta e pinta mais que sÃ³ o pantanal. Tem a cultura do boi, tem a Serra da Bodoquena, tem o pau de cedro de Coxim, os bugrinhos de ConceiÃ§Ã£o, que nÃ£o vem do Pantanal nÃ£o, vem do interior de BrasilÃ¢ndia.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10; E os terena jamais chegaram a morar perto do ecossistema pantanal, bem como os Kadiweu. SÃ£o indios do cerrado, que Ã© mar verde tÃ£o belo quanto outros atrativos que aqui temos. E os kadiweu senhores das montanhas suaves da Serra da Bodoquena, com sua ceramica e sua cultura espetacular! AlÃ©m de povo nobre, descendente dos incas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Veja, eu amo o pantanal profundamente. De forma nenhuma quero relega-lo a segundo plano na nossa cultura, mas tambÃ©m nÃ£o o quero em primeiro e Ãºnico, se assim o fizer, mato a diversidade das terras sul-mato-grossenses, que Ã© o que vocÃª inconscientemente estÃ¡ fazendo com seu discurso, perpetuando um tipo de hegemonia que nÃ£o Ã© nada saudÃ¡vel para outras maneiras de ser do nosso estado. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Cantar sÃ³ o pantanal pode ser nossa escolha, mas dizer que tudo provÃ©m dai, Ã© mentira! AlÃ©m do pantaneiro, tem o peÃ£o do cerrado, tem os caixeiros viajantes que fizeram a bela Campo Grande, tem os padres que inventaram Aquidauana, tem uma mirÃ­ade de gente... E uma cultura nÃ£o se faz com ambiente sÃ³, se faz com gente mesmo!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Redescobrir significa descobrir o que jÃ¡ sabemos hÃ¡ muito, quando na verdade devemos ir alÃ©m, e descobrir o que nÃ£o conhecemos e que sempre houve, mas em nosso preconceito de pantaneiro relegamos ao esquecimento. Tudo bem, o pantanal vende melhor lÃ¡ fora, mas Ã© sÃ³ porque nÃ£o mostramos tantos outros produtos maravilhosos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Como jÃ¡ te disse uma vez, estamos todos sob o mesmo cÃ©u, aqui em Campo Grande, ou em Mundo Novo. EntÃ£o, pra sermos reconhecidos como Mato Grosso do Sul Ã© preciso que cantemos e saibamos dele inteiro, porque pantanal o outro Mato Grosso tem tambÃ©m. O que a gente precisa mostrar Ã© que temos, alÃ©m do pantanal, muito mais. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Compreendeu minha idÃ©ia agora, meu bom?</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21446</link>
  <title>Comentário postado por ZÃ©duardo Calegari Paulino</title>
  <dc:date>2007-3-13T16:55:58Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21453">
  <description>opa... :)&lt;br /&gt;&#13;&#10;obrigada pela dica. abraÃ§os...</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21453</link>
  <title>Comentário postado por Arianne PirajÃ¡</title>
  <dc:date>2007-3-13T17:19:56Z</dc:date>
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  <description>O homem pantaneiro, com os olhos cheios d&apos;Ã¡gua e o peito alagado de emoÃ§Ãµes. NÃ³s somos especiasi.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Salve AnastÃ¡cio!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21475</link>
  <title>Comentário postado por HÃ©lio Filho</title>
  <dc:date>2007-3-13T18:44:35Z</dc:date>
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  <description>rangel,&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;trazes nas palavras Ã¡guas de franqueza simples. Ã© da maior importÃ¢ncia que compreendamos os homens que estÃ£o a lidar diariamente com a natureza, em silÃªncio e respeito sÃ¡bios. talvez aprendamos neles a olhar a nascente vÃ­vida que nos poderÃ¡ redimir dos males causados ao planeta.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;abraÃ§os,&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;r</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21509</link>
  <title>Comentário postado por Renato Torres</title>
  <dc:date>2007-3-13T22:09:14Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21647">
  <description>&quot;Mato Grosso do Sul se viu sem identidade cultural...&quot;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Depois da separaÃ§Ã£o, Mato Grosso do Sul viu-se forÃ§ado a PROCURAR uma identidade - tentando se desvencilhar do Norte e adaptar-se a um novo ambiente, principalmente social e polÃ­tico. ForÃ§ado  pela prÃ³pria histÃ³ria da criaÃ§Ã£o, que deu-se em atropelos e mais atropelos. Feito  uma cruzada, muitas medidas foram tomadas como se de um ato polÃ­tico pudessem construir uma nova identidade cultural. Desde o dia de sua divisÃ£o, Mato Grosso do Sul ensaia um ato de pertenÃ§a, porque  o emancipar-se nÃ£o conseguiu separar um fato cultural, uma histÃ³ria que estÃ¡ enraizada numa mesma base, e esse ato de pertencimento nÃ£o se faz....&lt;br /&gt;&#13;&#10;VOCE DIZ:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&quot;E os terena jamais chegaram a morar perto do ecossistema pantanal, bem como os Kadiweu.&quot;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A HISTÃRIA DIZ:&lt;br /&gt;&#13;&#10;Os primeiros habitantes do MS foram indÃ­genas e eram os ancestrais dos amerÃ­ndios contemporÃ¢neos Guaranis, Terenas, CaiowÃ¡s e CaiapÃ³s, tendo, atravÃ©s dos anos, novos povos se estabelecido na regiÃ£o, como por exemplo os OfaiÃ©s. Os Terenas viviam a LESTE E NO MÃDIO  do Rio Miranda, hoje nas Ãreas IndÃ­genas Aldeinha, Buriti, Dourados, Lalima, LimÃ£o Verde, Nioaque, Pilade RebuÃ¡, Taunay/Ipegue e Terras IndÃ­genas Ãgua Limpa e Cachoeirinha. Bem como a oeste da Reserva IndÃ­gena KadiwÃ©u. Deixaram forte heranÃ§a cultural nos alimentos, tendo ensinado o europeu e a todos nÃ³s a comer mandioca, milho, guaranÃ¡, palmito, pamonha, canjica&amp;#059; nos objetos, suas redes e jangadas, canoa, armadilhas de caÃ§a e pesca&amp;#059; no vocabulÃ¡rio: em topÃ´nimos como Curitiba, PiauÃ­, etc&amp;#059; em nomes de frutas nativas ou de animais: caju, jacarÃ©, abacaxi, tatu... Ensinaram algumas tÃ©cnicas como o trabalho em cerÃ¢mica e o preparo da farinha. E deixaram no brasileiro hÃ¡bitos como o uso do tabaco, mas sobretudo o excelente costume do banho diÃ¡rio. Os indÃ­genas das naÃ§Ãµes Guarani e QuÃ­chua tinham o hÃ¡bito de beber infusÃµes com as folhas de erva-mate (Ilex paraguariensis) . Hoje em dia este hÃ¡bito continua popular nestas regiÃµes, consumido como chÃ¡ quente ou gelado, ou como chimarrÃ£o (Brasil) e tererÃ© (Mato Grosso do Sul e Paraguai).&lt;br /&gt;&#13;&#10;A palavra mate deriva do quÃ­chua mati &quot;atravÃ©s&quot;no espanhol mate que designa a Cuia ou seja, o recipiente onde o chÃ¡ era bebido ou sorvido por um canudo (bomba).&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&quot;Somos um Estado novo e o Ãºnico referencial que temos Ã© o Pantanal.&quot;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Porque falo da forma de vida de um povo, o conhecimento, suas crenÃ§as, pensamentos comuns, costumes&amp;#059; a maneira como as pessoas se organizam.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pra mim IDENTIDADE CULTURALl Ã© um todo, uma memÃ³ria coletiva do que se passou ou fez parte do passado, Ã© uma CONSTRUÃÃO SOCIAL da qual a pessoa sabe que pertence. Ã a histÃ³ria de um povo, e como seu povo vÃª essa histÃ³ria. Se procuramos uma nova identidade devemos buscÃ¡-la onde ela sempre esteve, nas terras pantaneiras. NÃ£o podemos abandonar nossas origens, devemos saber de onde viemos para encontrar no que temos, as razÃµes e formas de viver, de reconstruir nossa identidade, e evoluir. Retornar para reabastecer e evoluir.&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Homem Pantaneiro, recebeu dos indÃ­genas Guaranis, PaiaguÃ¡s, GuatÃ³s a agilidade fÃ­sica e o respeito Ã  natureza, a qual encontra-se praticamente inalterada com mais de 200 anos de ocupaÃ§Ã£o e exploraÃ§Ã£o econÃ´mica. A colonizaÃ§Ã£o da regiÃ£o remonta ao sÃ©culo XVIII. AtravÃ©s dos rios TietÃª, ParanÃ¡ e Paraguai, chegaram os primeiros bandeirantes provenientes de SÃ£o Paulo Ã  Chapada Cuiabana onde encontraram ouro. ApÃ³s a Guerra do Paraguai e com o declÃ­nio do ouro, o povoamento se dÃ¡ no sentido Norte-Sul, surgindo no Pantanal grandes fazendas de pecuÃ¡ria extensiva que, associadas aos fatores ambientais, consolidaram uma estrutura fundiÃ¡ria de grandes propriedades (56 % da Ã¡rea, com mais de 10.000 Ha). No inÃ­cio deste sÃ©culo, o acesso aos grandes centros urbanos do PaÃ­s fazia-se por AssunÃ§Ã£o, Buenos Aires e MontevidÃ©o, resultando daÃ­ a absorÃ§Ã£o de inÃºmeras manifestaÃ§Ãµes culturais e folclÃ³ricas - mÃºsica, vestimenta, linguagem e alimentaÃ§Ã£o. A chegada da Estrada de Ferro (noroeste do Brasil - 1914) incorporou novos hÃ¡bitos e costumes. As distÃ¢ncias e o difÃ­cil acesso Ã s fazendas fizeram o homem pantaneiro acostumar-se ao isolamento e Ã  solidÃ£o, porÃ©m manifesta o sentimento de cooperaÃ§Ã£o quando trabalha seu gado (manejo tradicional) ou nas festividades tÃ­picas entre as fazendas. Vivendo a realidade de uma regiÃ£o inÃ³spita, enchentes, ataque de animais silvestres, problemas de transporte e, sem polÃ­tica diferenciada para a regiÃ£o, o homem pantaneiro pecuarista, vaqueiro ou pescador) mantÃ©m amor, respeito e apego Ã  sua terra.&lt;br /&gt;&#13;&#10;( Salatiel Alves de AraaÃºjo )&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
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  <title>Comentário postado por Rangel Castilho</title>
  <dc:date>2007-3-15T02:08:36Z</dc:date>
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  <description>A partir daqui lhe digo que a mais forte referencia de identidade cultural de nosso estado Ã© o Pantanal. &quot;O Pantanal faz parte do maior conjunto de Ã¡reas Ãºmidas do mundo. Este &quot;sistema&quot; com cerca de 400 mil quilÃ´metros quadrados, estÃ¡ localizado do vale central que corre de norte a sul dentro da &quot;Grande DepressÃ£o da AmÃ©rica do Sul&quot; ou &quot;DepressÃ£o Sub-andina&quot; da bacia do Prata. Este sistema se estrutura ao longo de mais de 3.400 km dos rios Paraguai e ParanÃ¡ (mÃ©dio e inferior). O Paraguai Ã© um dos poucos rios livre de represas e o ParanÃ¡ tambÃ©m nÃ£o Â´barrado no trecho indicado. Ã o segundo maior sistema hÃ­drico da AmÃ©rica do Sul - o primeiro Ã© Amazonas - e uma das maiores reservas de Ã¡gua doce do mundo. Aproximadamente 20 milhÃµes de pessoas vivem nesta regiÃ£o o que permite afirmar que constitui uma unidade hidrolÃ³gica, ecolÃ³gica, cultural e populacional. Este fato  determina a necessidade de manutenÃ§Ã£o dos ciclos hidrolÃ³gicos e da conservaÃ§Ã£o da biodiversidade para a sustentabilidade do sistema e sua populaÃ§Ã£o&quot;&lt;br /&gt;&#13;&#10;*Alcides Faria Ã© diretor executivo da ong Ecoa&lt;br /&gt;&#13;&#10;SerÃ¡ que tudo isso nÃ£o estÃ¡ na memÃ³ria coletiva de Mato Grosso do Sul?&lt;br /&gt;&#13;&#10;VOCE DIZ QUE AQUIDAUANA FOI FUNDADA POR PADRES:&lt;br /&gt;&#13;&#10;Aquidauana, por exemplo, que nÃ£o Ã© minha cidade, foi fundada por fazendeiros de Miranda que precisavam de um porto para escoar sua produÃ§Ã£o pecuÃ¡ria, nÃ£o por padres.&lt;br /&gt;&#13;&#10;VOCE DIZ:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&quot;A mais antiga ( cidade ) Ã© Nioaque, que rivalizava em poder com CuiabÃ¡ antes de tudo&quot;&lt;br /&gt;&#13;&#10;AGORA LEIA BEM : NIOAQUE X CUIABÃ&lt;br /&gt;&#13;&#10;Em 1842, um mineiro de SabarÃ¡ estabeleceu-se na confluÃªncia dos rios Urumbeva e Nioaque, dando inÃ­cio ao PatrimÃ´nio de Santa Rita de Nioaque. ApÃ³s algum tempo, ele doou parte de sua Ã¡rea ao ExÃ©rcito. Transformou-se em povoado e comeÃ§ou a se desenvolver. A regiÃ£o predestinada a passar para a histÃ³ria, em 1865 foi invadida pela Cavalaria Paraguaia e incendiada duas vezes, mas resistiu, mesmo nas mÃ£os do inimigo.  &lt;br /&gt;&#13;&#10;Em 1877, livre do domÃ­nio paraguaio, foi elevada Ã  categoria de Distrito, recebendo o nome de âDistrito da Pazâ. Em 1890 foi desmembrada do municÃ­pio de Miranda e ganhou o nome de Nioaque, que na linguagem terena quer dizer âClavÃ­cula Quebrada â.(fonte Nioaque.com) &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;CuiabÃ¡ foi elevada Ã  condiÃ§Ã£o de cidade em 17 de setembro de 1818, tornando-se a capital do estado em 28 de agosto de 1835. &lt;br /&gt;&#13;&#10;CUIABÃ - CAPITAL DO ESTADO EM 1825&lt;br /&gt;&#13;&#10;NIOAQUE -DESMEMBRADA DE MIRANDA EM 1890 (65 ANOS DEPOIS!!!)&lt;br /&gt;&#13;&#10;Quanto poder Nioaque tinha naquela Ã©poca!!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;VOCE DIZ:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&quot;tem os caixeiros viajantes que fizeram a bela Campo Grande&quot;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A HISTÃRIA DIZ:&lt;br /&gt;&#13;&#10;O fundador de Campo Grande, JosÃ© AntÃ´nio Pereira  em 21 de junho de 1872 chegou e se alojou em terras fÃ©rteis e completamente desabitadas da Serra de Maracaju, na confluÃªncia de dois cÃ³rregos - mais tarde denominados Prosa e Segredo - e que hoje Ã© o Horto Florestal.&lt;br /&gt;&#13;&#10;A partir de 1879 novas caravanas de MINEIROS foram chegando e sendo distribuÃ­das nas terras devolutas, marcando suas posses, quase sempre sob a orientaÃ§Ã£o do fundador. Estabeleceram assim as primeiras FAZENDAS do Arraial de Santo AntÃ´nio do Campo Grande.&lt;br /&gt;&#13;&#10;O municÃ­pio de Campo Grande se desenvolve com a AGROPECUÃRIA, proporcionada pelo estabelecimento de fazendas de criaÃ§Ã£o de gado em suas imediaÃ§Ãµes e nos campos limpos de Vacaria. Torna-se um centro comercial BOVINO, de onde partiam comitivas conduzindo boiadas para o TriÃ¢ngulo Mineiro e o Paraguai.&lt;br /&gt;&#13;&#10;VOCE DIZ QUE CUIABÃ DEPENDIA DE PORTO MURTINHO. &lt;br /&gt;&#13;&#10;A HISTÃRIA DIZ:&lt;br /&gt;&#13;&#10;Em 1892, ThomÃ¡s Laranjeira associou-se aos Murtinho, uma famÃ­lia tradicional de polÃ­ticos do sul de Mato Grosso, e criou a Companhia Mate Laranjeira. TambÃ©m passaram a utilizar o Porto Murtinho, criado por AntÃ´nio Correia Ã s margens do rio Paraguai, para despachar o mate para a Argentina. Surgiu tambÃ©m como resultado das operaÃ§Ãµes da Companhia Mate Laranjeira a cidade de Ponta PorÃ£, em local que servia de parada de comboios que iam atÃ© ConcepciÃ³n, no Paraguai.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Onde fica CuiabÃ¡ nisso tudo?&lt;br /&gt;&#13;&#10;VOCE DIZ:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&quot;Redescobrir significa descobrir o que jÃ¡ sabemos hÃ¡ muito, quando na verdade devemos ir alÃ©m, e descobrir o que nÃ£o conhecemos e que sempre houve, mas em nosso preconceito de pantaneiro relegamos ao esquecimento. Tudo bem, o pantanal vende melhor lÃ¡ fora..&quot;&lt;br /&gt;&#13;&#10;EU LHE DIGO DE NOVO:&lt;br /&gt;&#13;&#10;Por que nÃ£o aproveitar o que sabemos? Ã nossa identidade cultural. O que voce chama de preconceito de pantaneiro, eu digo orgulho de pantaneiro, prazer de ser pantaneiro.&lt;br /&gt;&#13;&#10;NÃ£o podemos abandonar nossas origens, devemos saber de onde viemos para encontrar no que temos, as razÃµes e formas de viver, de reconstruir nossa identidade, e evoluir. Retornar para reabastecer e evoluir.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
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  <title>Comentário postado por Rangel Castilho</title>
  <dc:date>2007-3-15T02:09:47Z</dc:date>
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  <description>VOCE DIZ:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&quot;Veja, eu amo o pantanal profundamente. De forma nenhuma quero relega-lo a segundo plano na nossa cultura, mas tambÃ©m nÃ£o o quero em primeiro e Ãºnico, se assim o fizer, mato a diversidade das terras sul-mato-grossenses, que Ã© o que vocÃª inconscientemente estÃ¡ fazendo com seu discurso, perpetuando um tipo de hegemonia que nÃ£o Ã© nada saudÃ¡vel para outras maneiras de ser do nosso estado. &quot;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E EU DIGO:&lt;br /&gt;&#13;&#10;De onde viemos? Quem somos nÃ³s? Viemos de nossos ancestrais! Somos parte do que eles eram!&lt;br /&gt;&#13;&#10;De onde vieram! O que gostavam e amavam!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Como posso esquecer disso? Que hegemonia Ã© essa que estou perpetuando? NÃ£o seria identificaÃ§Ã£o cultural? Pertencimento? A diversidade que voce diz existir de fato existe, mas sÃ£o caracterÃ­sticas de outros povos. Do gaÃºcho, do mineiro, do paulista, italianos, alemÃ£es, sÃ­rio-libaneses, japoneses de Okinawa.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Por que esquecer o que somos?&lt;br /&gt;&#13;&#10;Por quÃª?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;VEJA ISSO: UMAS CURIOSIDADES....&lt;br /&gt;&#13;&#10;Segundo o IBGE, no ano de 2005, 30,2% da populaÃ§Ã£o residente no estado nÃ£o era natural daquela unidade da federaÃ§Ã£o, ao passo em que a taxa de fecundidade no estado no ano 2000 era a dÃ©cima menor do Brasil, com 2,4 filhos por mulher.&lt;br /&gt;&#13;&#10;As migraÃ§Ãµes de contingentes oriundos dos estados do Minas Gerais, Rio Grande do Sul, ParanÃ¡ e SÃ£o Paulo e imigraÃ§Ãµes de paÃ­ses como Alemanha, Espanha, ItÃ¡lia, JapÃ£o, Paraguai, Portugal, SÃ­ria e LÃ­bano foram fundamentais para o povoamento de Mato Grosso do Sul e marcaram a fisionomia da regiÃ£o. O estado Ã©, ainda, o segundo do Brasil em nÃºmero de habitantes amerÃ­ndios, de vÃ¡rias etnias.&lt;br /&gt;&#13;&#10;O grande nÃºmero de descendentes de amerÃ­ndios e de imigrantes paraguaios, que em sua maioria tÃªm como ancestrais os Ã­ndios guaranis, sÃ£o dois fatores que contribuem para a alta porcentagem dos chamados &quot;pardos&quot; na populaÃ§Ã£o do estado de Mato Grosso do Sul. JÃ¡ a ascendÃªncia afro-brasileira desse grupo Ã©tnico nÃ£o Ã© tÃ£o numerosa quanto a indÃ­gena.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Apesar disso, o sul matogrossense serviu de refÃºgio para vÃ¡rios negros fugidos durante o perÃ­odo da escravidÃ£o e referÃªncias a esta regiÃ£o estÃ£o presentes em canÃ§Ãµes folclÃ³ricas, como as utilizadas em prÃ¡ticas de capoeira. A canÃ§Ã£o ParanauÃª (ParanauÃª, ParanauÃª, ParanÃ¡...), por exemplo, alude Ã  liberdade que os escravos encontrariam para alÃ©m do Rio ParanÃ¡, no atual territÃ³rio de Mato Grosso do Sul, onde nÃ£o seriam caÃ§ados por feitores ou bandeirantes.&lt;br /&gt;&#13;&#10;O estado de Mato Grosso do Sul tambÃ©m possui uma das maiores quantidades de comunidades quilombolas no Brasil. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Os paraguaios sÃ£o o maior grupo Ã©tnico estrangeiro em Mato Grosso do Sul, tendo se estabelecido na regiÃ£o desde a demarcaÃ§Ã£o da fronteira entre o estado e aquele paÃ­s. &lt;br /&gt;&#13;&#10;ConstituÃ­ram, por exemplo, a grande parte da mÃ£o-de-obra da Companhia Mate Laranjeira.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Sua influÃªncia cultural Ã© notÃ¡vel, seja pelo consumo de erva-mate, em forma de tererÃ©, seja pelas polcas paraguaias, guarÃ¢nias e chamamÃ©s, ou seja pelas chipas. Foi apÃ³s uma receita caseira paraguaia que se criou o Hospital Adventista do PÃªnfigo, hoje referÃªncia no tratamento do &quot;fogo selvagem&quot;, ou pÃªnfigo, em Campo Grande.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mato Grosso do Sul acolheu diferentes grupos de migrantes e moldou sua cultura adaptando a influÃªncia de cada um deles. Em nÃ­vel de Brasil, recebeu, inicialmente, grandes levas de mineiros, paulistas e gaÃºchos. Hoje, conta tambÃ©m com grande presenÃ§a de famÃ­lias vindas do ParanÃ¡, Rio de Janeiro e demais estados. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Do exterior, recebeu forte migraÃ§Ã£o de japoneses (na primeira metade do sÃ©culo passado), libaneses, portugueses e sÃ­rios. No entanto, sua maior influÃªncia vem do Paraguai e da BolÃ­via.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Durante a Festa das NaÃ§Ãµes, em Campo Grande (anualmente, em setembro), Ã© possÃ­vel detectar esta influÃªncia e apreciar os hÃ¡bitos, folclore, artesanato, gastronomia e costumes que ajudaram a moldar a cultura sul-mato-grossense&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
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  <title>Comentário postado por Rangel Castilho</title>
  <dc:date>2007-3-15T02:10:21Z</dc:date>
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  <description>Salve a essÃªncia desse estado!!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Salve o Pantanal!!!</description>
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  <title>Comentário postado por Rangel Castilho</title>
  <dc:date>2007-3-15T02:17:40Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21751">
  <description>Bem, vocÃª acaba concordando comigo que Ã© a diversidade que forma a cultura Ãºnica.&lt;br /&gt;&#13;&#10;E, de brinde, nos dÃ¡ uma aula de historia do MS, que vocÃª bem demonstrou, estÃ¡ alÃ©m do pantanal.&lt;br /&gt;&#13;&#10;As vezes Ã© bom cutucar a onÃ§a com a vara curta...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Salve o povo do Mato Grosso do Sul!</description>
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  <title>Comentário postado por ZÃ©duardo Calegari Paulino</title>
  <dc:date>2007-3-15T19:14:37Z</dc:date>
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  <description>Hehehe</description>
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  <title>Comentário postado por ZÃ©duardo Calegari Paulino</title>
  <dc:date>2007-3-15T19:14:58Z</dc:date>
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  <description>Poesia que vira debate que vira histÃ³ria que gera informaÃ§Ã£o, aplausos pra Rangel que despertou atenÃ§Ã£o de JosÃ© que trocou com Rangel. SaÃ­ ganhando um monte, grata!</description>
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  <title>Comentário postado por Bia Marques</title>
  <dc:date>2007-3-15T19:34:53Z</dc:date>
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  <description>Agora, falando sÃ©rio... (escutou o Roberto cantando?): no meu texto eu nÃ£o digo que os padres fundaram Aquidauana, nem que os caixieros fundaram Campo Grande, etc. Apenas citava a cultura que estas pessoas trouxeram para nosso povo em forma de historias e fazeres. Quando uso o verbo fazer, inventar, nÃ£o quero dizer fundar. Fui poÃ©tico, nÃ£o literal. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O povoado de Nioac existia muitos anos antes, era uma aldeia indÃ­gena, dai o nome. De novo: em nenhum momento me referi aos documentos oficiais, e sim a histÃ³ria antropolÃ³gica. VocÃª pode encontrar esses registros e das outras cidades que cito lendo, alÃ©m de nossa prÃ©-histÃ³ria,  Gilson Rodolfo Martins, no Breve Painel Etno-histÃ³rico de Mato Grosso do Sul. NÃ£o vou me alongar, mas suas informaÃ§Ãµes sobre nossos Ã­ndios estÃ£o diferentes do que as pesquisas que tenho lido atualmente... Antes da civilizaÃ§Ã£o do homem branco, o de pele vermelha jÃ¡ tinha naÃ§Ãµes. Restringir nossa historia aos documentos oficiais daqueles que nos exploraram nÃ£o me parece justo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Teus ancestrais, como meus, vieram de alÃ©m mar. Somos filhos de caucasianos, nosso passado mais longÃ­nquo lÃ¡ esta. Seguindo seu raciocÃ­nio eu deveria estar danÃ§ando tarantela. Assim, nada na nossa cultura (nem mesmo a visÃ£o que fazemos do pantanal) Ã© genuinamente nossa. Alias, nada na nossa espÃ©cie tem essa exclusividade e permanÃªncia. A cultura nasce da diferenÃ§a, da diversidade, da invenÃ§Ã£o de quem se Ã©. Pegamos algo muito antigo, transformamos e dizemos que entÃ£o agora Ã© nosso. Nada se cria, tudo se transforma. EntÃ£o Ã© perigoso se apegar a apenas uma restrita visÃ£o de mundo. Pois, com certeza, ela vai desaparecer.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;VocÃª pode achar lindo o modo de vida do atual homem pantaneiro (que deve ter seus 200 anos, com lambuja). PorÃ©m, vocÃª vive na cidade, nÃ£o no meio das Ã¡guas, e, que eu saiba, nÃ£o deve estar levando comitiva alguma de gado, nÃ£o Ã© verdade? Mesmo o modo de vida do homem pantaneiro Ã© mÃ­tico atualmente. NÃ³s cultuamos uma tradiÃ§Ã£o, um patrimonio imaterial, que tende a desaperecer com tecnologia. HÃ¡ vÃ¡rios estudos sendo feitos sobre isso nas nossa universidades. NÃ³s podemos registrar uma visÃ£o onirica sobre o tema, mas dizer pra todo mundo que essa Ã© a verdade de todos que moram no pantanal e achar que vai ser eterna Ã© uma grande ingenuidade. Como disse, tudo Ã© efÃªmero entre o bicho homem. Ã preciso estar atento a mais de uma estratÃ©gia de sobrevivÃªncia pra permanecer.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas o que mais pesa Ã© a questÃ£o do desenvolvimento sustentÃ¡vel. Se vocÃª promove sÃ³ o pantanal, vocÃª destrÃ³i a promoÃ§Ã£o de outros lugares fantÃ¡sticos daqui, e tira a comida da boca do povo. Explico melhor. O turismo Ã© hoje uma poderosissima indÃºstria, que ajuda a dividir as riquezas e, bem feito, contribui para a preservaÃ§Ã£o da cultura e do meio ambiente. Quando vocÃª evidencia apenas um atrativo, alÃ©m de correr o perigo de matÃ¡-lo por excesso de gente (como quase rolou na Bahia, com Porto Seguro), deixa de oferecer oportunidades de crescimento a outros locais de nossa terra. Por isso uso a palavra preconceito (prÃ©-conceito: conceito definido sem raciocÃ­nio, feito antes de se olhar para todos os lados da questÃ£o). E vocÃª Ã© um formador de opiniÃ£o! Sua palavra tem poder. Divida esse poder com o cerrado, as matas da serra da Bodoquena, o Ã­ndio de 1000 anos atrÃ¡s, os causos do padres de Aquidauana, dos caixeiros viajantes de Campo Grande. JÃ¡ que vocÃª tÃ£o bem pesquisou sobre o pantanal, com certeza faria lindas poesias pesquisando estes assuntos diferentes. Ou nÃ£o... porque ai Ã© uma questÃ£o de gosto, nÃ©? &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Acho que a verdade desta histÃ³ria encontra-se em algum ponto entre sua apaixonada visÃ£o do sonho &quot;pantanal&quot;, e minha fria anÃ¡lise do produto &quot;pantanal&quot;. Porque podemos querer fugir, mas este Ã© o sÃ©culo XXI e vivemos num mundo capitalista. Tudo Ã© produto. Cabe a nÃ³s fazermos com que essa dura realidade seja socialmente mais justa, e por isso de novo digo: nÃ£o acho nada justo com todas as outras culturas do estado quando privilegiamos apenas um tema...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Compartilho seu amor pelo pantanal, mas sou neto de venetos, aqueles caras que inventaram o banco... E nÃ£o tenho a menor vergonha nem acho absurdo saber que espÃ­rito, amor, paixÃ£o, devoÃ§Ã£o nÃ£o vive sem matÃ©ria, dinheiro, negocio, consumo e vice e versa. O que faÃ§o Ã© me despir dos meus quereres e ver o melhor pra todos, que esta alÃ©m de mim e dos meus sentimentos ou preferÃªncias. Andei por cada canto desta terra, e vi muita dor e muito pranto. TambÃ©m vi como quando vocÃª enaltece um povo e o faz ver a beleza que tem,como tudo pode mudar pro bem. Assim estÃ¡ acontecendo em Costa Rica. LÃ¡ nÃ£o tem pantanal, e a histÃ³ria do lugar muito pouco tem a ver com ele. Mesmo assim vocÃª hÃ¡ de negar que lÃ¡ Ã© MS?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;JÃ¡ tem muita misÃ©ria e fome espalhada por aqui pra eu defender sÃ³ o meu coraÃ§Ã£o, quero ver cada um deste lugar sendo feliz, tendo o que comer. EntÃ£o, eu canto e amo a tudo e a todos, pra que cada um possa ter sua oportunidade, compartilhando a riqueza de estar sob este cÃ©u.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21765</link>
  <title>Comentário postado por ZÃ©duardo Calegari Paulino</title>
  <dc:date>2007-3-15T20:05:02Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21903">
  <description> Meus ancestrais maternos eram Ã­ndios paraguaios, os seus eram italianos, voce devia danÃ§ar tarantela, jÃ¡ que Ã© neto de Venetos, aqueles caras que inventaram o banco. Voce quer o melhor para todos, mas me diz o que devo dizer. Voce diz que tudo Ã© produto, que este Ã© o sÃ©culo XXI e vivemos num mundo capitalista. Mas nÃ£o deixa eu vender o meu produto. Voce diz que nÃ£o acha nada justo com todas as outras culturas do estado quando privilegiamos apenas um tema...e eu sÃ³ estou fazendo minha parte.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Voce diz que a cultura nasce da diferenÃ§a, da diversidade, da invenÃ§Ã£o de quem se Ã©. Eu nÃ£o me inventei, sou fruto de geraÃ§Ãµes. Voce diz, e os colonizadores disseram aos Ã­ndios quando aqui chegaram, que Ã© perigoso se apegar a apenas uma restrita visÃ£o de mundo. Pois, com certeza, ela vai desaparecer, e os Ã­ndios foram dizimados. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Eu vivo no portal do Pantanal e ao contrÃ¡rio do que voce pensa, ano passado participei de , ao menos, 4 comitivas de gado com o CÃ©sar Queiroz.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Voce diz, como se pantaneiro fosse, que nÃ³s cultuamos uma tradiÃ§Ã£o, um patrimonio imaterial, que tende a desaperecer com tecnologia, e eu lhe digo, que jÃ¡ temos a melhor tecnologia, o cavalo pantaneiro, fruto da aÃ§Ã£o da seleÃ§Ã£o natural durante centenas de anos. E nÃ£o se encontra biotipo semelhante em nenhum lugar.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Voce diz achar que a verdade desta histÃ³ria encontra-se em algum ponto entre minha apaixonada visÃ£o do sonho &quot;pantanal&quot;, e a sua fria anÃ¡lise do produto &quot;pantanal&quot;, e eu quero lembrar, que lÃ¡ em cima postei um poema falando do homem, que vive o pantanal todos os dias. Que nÃ£o Ã© um produto, que nÃ£o Ã© um sonho, que Ã© muito mais que arroubos verbais. Este homem Ã© a personificaÃ§Ã£o de uma terra.&lt;br /&gt;&#13;&#10;E que enalteÃ§o para defender e proteger de sagas muito piores do que aquelas que jÃ¡ passaram.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Digo nÃ£o Ã s usinas de alcool, no pantanal e nos planaltos circunvizinhos. Digo nÃ£o Ã  lavoura e seus pesticidas, inclusive na cidade que voce citou: Costa Rica.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Costa Rica pertence Ã  Bacia HidrogrÃ¡fica do Alto Taquari, uma das principais Ã¡reas da rede de drenagem da Bacia do Alto Paraguai. A maior parte da superfÃ­cie da Bacia do Alto Taquari estÃ¡ localizada no estado de Mato Grosso do Sul (86,5%) e o restante em Mato Grosso (13,5%). &lt;br /&gt;&#13;&#10;O Planaltoonde Costa Rica se situa, possui regiÃµes que alcanÃ§am 800 a 1.000 metros de altitude.  Ã no Planalto que a atividade agropecuÃ¡ria ganha expressÃ£o, o que influencia fortemente as condiÃ§Ãµes ambientais da planÃ­cie pantaneira. &lt;br /&gt;&#13;&#10;No PLANALTO de Costa Rica, correm os rios confluentes Taquari, Rio Jauru e Coxim - continuam como Taquari, entra na PLANÃCIE do Baixo Taquari - passa pelo Arrombado Caronal (dividindo as sub-regiÃµes do PaiaguÃ¡s e NhecolÃ¢ndia) - no Arrombado ZÃ© da Costa divide-se -  Ã  esquerda Taquari Velho - o Taquari cai no Paraguai Mirim e o Taquari Velho no Rio Paraguai, regiÃ£o do Abobral, acima de CorumbÃ¡.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Essa bacia exerce grande influÃªncia sobre os ecossistemas aquÃ¡ticos da planÃ­cie do Rio Taquari no Pantanal.&lt;br /&gt;&#13;&#10;No perÃ­odo de 1976 e 2000 a BAT registrou um elevado incremento da atividade agropecuÃ¡ria, passando de 5,7% para 62,0% da superfÃ­cie da bacia. . Essa rÃ¡pida expansÃ£o da agropecuÃ¡ria com o emprego de pesadas cargas de agrotÃ³xicos constitui uma das principais preocupaÃ§Ãµes da sociedade, pelo risco dos resÃ­duos e metabÃ³licos dos agrotÃ³xicos afetarem a sustentabilidade dos ecossistemas aquÃ¡ticos do Pantanal e tambÃ©m atingirem a saÃºde do homem pelas cadeias alimentares.&lt;br /&gt;&#13;&#10;As autoridades brasileiras vem sendo alertadas para os riscos e conseqÃ¼Ãªncias de contaminaÃ§Ã£o do Pantanal e da bacia platina por resÃ­duos de agrotÃ³xicos, utilizados nos planaltos circunvizinhos, onde a atividade agrÃ­cola Ã© mais intensiva.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Os resultados evidenciaram que os herbicidas foram os agrotÃ³xicos mais empregados na agropecuÃ¡ria dos municÃ­pios da Bacia do Alto Taquari, em Mato Grosso do Sul, no perÃ­odo estudado, perfazendo um total de 1.076.820 litros e 100.400 quilos. Em segundo lugar, se destacaram os inseticidas (289.718 litros e 3.272 quilos) e finalmente os fungicidas (3.449 quilos e 3.419 litros).&lt;br /&gt;&#13;&#10;Infelizmente tudo isso vem parar aqui no Pantanal...&lt;br /&gt;&#13;&#10;Que levem a tecnologia pra bem longe e me deixem escrever, cantar, viver, lutar por esse cÃ©u, para que voce possa vÃª-lo, lindo assim por muitos anos..&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21903</link>
  <title>Comentário postado por Rangel Castilho</title>
  <dc:date>2007-3-16T15:17:58Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21912">
  <description>TÃ¡.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Tens toda razÃ£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;VocÃª olha como um artista e nada vai mudar seu coraÃ§Ã£o teimoso (coisa de pantaneiro), eu olho como um executivo (que alias dÃ¡ toda a razÃ£o Ã  sua preocupaÃ§Ã£o ambiental). Ver algo como produto nÃ£o Ã© necessariamente destrui-lo. JÃ¡ ouviu falar de desenvolvimento sustentÃ¡vel?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;SÃ£o duas visÃµes diferentes. Para o bem de todos, gostaria que nÃ£o fossem irreconciliÃ¡veis... Talvez um trabalho para as prÃ³ximas geraÃ§Ãµes.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Sinto que isto esta ficando pessoal pelo tom do inicio do seu comentÃ¡rio, e nÃ£o era nem Ã© minha intenÃ§Ã£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Admiro profundamente seu trabalho e gostaria de continuar esse papo olho no olho, no seu canto ou no meu, bebendo tererÃ©. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas as palavras sÃ£o perigosas para expressar um diÃ¡logo de dois coraÃ§Ãµes apaixonados por algo tÃ£o prÃ³ximo com pontos de vistas diferentes.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã como se eu enaltecesse a amante pela sua capacidade de trabalho e vocÃª dissesse que ela deveria ser enaltecida pela personalidade e beleza, e apesar de toda briga, ainda enaltecemos a mesma coisa. Mas nisso vocÃª nÃ£o vai mesmo concordar, nÃ©?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Quanto a sua ultima frase... Sinto muito, mas a tecnologia veio pra ficar, tanto que vocÃª a esta usando para cantar  e nos mostrar seu belo canto. E nÃ£o vai ser apenas com ele que vocÃª vai defender este cÃ©u. Ã preciso muito mais, tem que pegar pesado, e se livrar do  etnocentrismo pra compreender como funciona o que fazemos na aldeia global.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Lindo que vocÃª defenda o pantanal e faÃ§a a sua parte, mas dizer que o estado que tambÃ©m Ã© meu que sÃ³ existe isso nele, nÃ£o Ã© legal. Quem te deu o direito de ser o porta voz de todos e dizer que aqui nÃ£o tem cultura e que sÃ³ o pantanal Ã© referencia? Pois eu moro aqui e nÃ£o concordo, e outros tambÃ©m nÃ£o. Independente de toda nossa conversa, nÃ£o admito isso. NinguÃ©m fala por mim, ainda mais da terra onde vivo. Quanto a isso, vou brigar feio pra manter, com vocÃª ou com qualquer outro que se ache no direito de diminuir ou pasteurizar toda a belÃ­ssima diversidade deste meu MS.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Canta teu pedaÃ§o, tudo bem, mas por favor nÃ£o despreze o resto.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O que vocÃª precisa perceber Ã© que suas opiniÃµes, atÃ© mais do que de cada um deste estado, afeta a todos. Se vocÃª quer realmente fazer diferenÃ§a, Ã© preciso um posicionamento de mercado, que nÃ£o deixa de ser uma maneira holistica de ver as coisas. E, sinto muito, mas seu poema e cada coisa que produzimos em arte Ã© produto sim. A gente vende, ou vocÃª nÃ£o ganha dinheiro com sua arte? Vai me dizer que jamais cobrou por uma apresentaÃ§Ã£o sua e nÃ£o cobraria por um livro seu? Essa ingenuidade Ã© linda aos 16 anos, mas completamente improdutiva na nossa idade. NÃ£o pra vocÃª ou eu ganhar dinheiro, mas para distribuir a riqueza. O dinheiro tem o valor que damos a ele. Pode ser algo muito ruim ou muito bom, vai do jeito que sua alma trabalha com ele.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pena vocÃª ter entendido minha colocaÃ§Ã£o de um jeito tÃ£o agressivo. Tenho essa verve direta mesmo, fui criado para nÃ£o ter medo do confronto e olhar uma discussÃ£o de fora, sem paixÃ£o. DifÃ­cil das pessoas entenderem se nÃ£o ouvem o tom da minha voz...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Que tal se vocÃª postasse essa discussÃ£o e toda a informaÃ§Ã£o (de Ã³tima qualidade) que vocÃª aqui postou no overblog? Seria divino que vocÃª compartilhasse essa sua grande sabedoria e conhecimento sobre o pantanal com todos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E, se puder, perdoe este velho italiano de sangue quente que aqui vos fala, que ama uma boa briga do bem!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c21912</link>
  <title>Comentário postado por ZÃ©duardo Calegari Paulino</title>
  <dc:date>2007-3-16T16:05:04Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c28299">
  <description>Beleza, beleza, beleza o teu trabalho, Rangel. ParabÃ©ns.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Carlos Magno.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/banco/pantaneiro-de-verdade-pura-essencia#c28299</link>
  <title>Comentário postado por carlos magno</title>
  <dc:date>2007-4-21T22:33:42Z</dc:date>
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