"Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos.
Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma (?) e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate�.
A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes ElÃsios das piores entidades mundanas…
A mágica do velho atroz não morre, por isso estou de volta. Subo ao topo das ruÃnas carregando meus cânceres. Cânceres amargos que diluo nas gargantas em volta.
Mas... Nem tudo está perdido, Jack. Segure essa misantropia no bolso por mais alguns segundos. Limpe os estilhaços das minas de outrora. Pois nem a morte cala a insolência de seus pensamentos doentios. Seus fios, sem pavios, que jogam corpos em rios, decapitados, sem o menor arrepio.
Sei que já percebeu a regra do jogo – (que é: você, seu blefes, augúrios, suicÃdios e só) -… Mas há quem desacredite de seus planos, sim. Há quem suma duvidosa. Mas porque se trancar na baleia, mestre Jonas, se tudo não passa de uma interatividade noturna? Noturna e fogosa.
(Relaxa). O resto é oco, meu caro. E você... você é uma almôndega em um rio de merda".
MaicknucleaR
Não ficção. Prosa-poética narrada. Contos depravo-lÃricos.
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