Máquina da vida
Engenhosa máquina
de movimento perpétuo
que eterniza a estaticidade
inércia monótona
trabalho supérfluo
não há piedade.
Asfixiante é o ar da liberdade.
Que alimenta as labaredas
e nas fábricas,
as caldeiras.
Abjeta produção
de utensÃlios gastos,
homens nascidos mortos,
habitantes da proveta.
Minha’ndiginação vocifera
anticlaustros, antinuvens
devaneios, versos
pois a vida,
tornou-se obsoleta.
Bravo, bravÃssimo! Que lindo poema! Escreves como o mais competente dos poetas, usando muito bem de metáforas para traduzir as coisas da vida. Parabéns!
Bom, como sou nova por aqui, me apresento: sou Simone Maia, e lhe convido a visitar meu perfil para ver o que há por lá. Talvez algo lhe agrade... Ou não! rs.
Abraço e parabéns, mais uma vez. Já estás entre meus favoritos.
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