Na Semana da Cultura de Camaçari, de 2005, creio eu, encontrei-me com o Grande Bule-Bule para assistir ao Concerto de Elomar, outro Menestrel.
Ao final do Concerto (e você que diga que é show na frente do "Bode-Véi"), Bule me levou para falar com Elomar e eu fui, falei, abracei e pronto. Uma série de pessoas começou a falar com o cabra, quer dizer "Bode", e resolvi me afastar. Após fotos e mais fotos, Bule conseguiu sair e fomos seguindo. Novamente na rua, Bule pára para conversar com uma moça (muito doce ela, porém sou péssimo para guardar nomes). Na hora de me apresentar a ela, Bule fez referência ao meu distante parentesco com o Elomar:
- É primo de Elomar esse muleque!
Antes de quaisquer suposições, complementei:
- Até que pode ser primo mas é distante. E falando em distância, no que diz respeito ao contato pessoal, a proximidade, se você for comparar, o Bule é meu irmão enquanto ele... é um primo distante.
Bule-Bule deu uma risada gostosa, um abraço e continuamos andando.
Guigo,
Para nós que não o conhecemos, valeria a pena mais algum coisa sobre a biografia do Bule-Bule, esse baiano, cantador e cordelista da crÃtica social. O que você acha? Não se avéche, escreva mais!
Abraço!
Também gostaria de saber mais dele. Já ouvi falar muito, mas tenho poucas informações concretas além da empolgação de todos. Tem música e poema dele postados no Overmundo (aqui e aqui), o que já é um ótimo cartão de visitas. Também dou a maior força para você escrever mais sobre ele!
Helena Aragão · Rio de Janeiro, RJ 13/2/2007 16:15Está lançado o desafio. Na verdade não tenho nada mais escrito sobre ele, porém tenho coisas pra contar e dividir com os over-colaboradores.
Guigo F.G. · Salvador, BA 13/2/2007 17:51Ah, o Ernane Gusmão, recente colaborador do overmundo, escreveu um cordel sobre "O Sumiço de Bule-Bule". Falarei com ele para postar.
Guigo F.G. · Salvador, BA 13/2/2007 17:53
É uma boa mesmo, Guigo!
Fico esperando também algo mais sobre este cidadão Ãmpar que nós temos por aqui!
Abraço!
Moro no INTERIOR glauberiano elomariano da Bahia e não aprendi ainda a FAZER e nem a LER, aprendi apenas q minha ALMA não é PEQUENA e meu RITMO é PRECISO, e TUDO VALE A PENA no jogo 21 que eu Já JOGUEI, não concretamente.
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