Num Estado onde só se fala em política, mesmo fora do período eleitoral, a cultura é deixada de lado. Mesmo com os esforços do poder público em criar ações para levar cultura à comunidade, a pauta na mídia paraibana é sempre outra. Os cadernos de cultura estão cada vez menores, e o que mais se discute na imprensa local são as candidaturas partidárias e projeções... +
Marco Antônio Monteiro Gurjão é um carioca de Jacarepaguá que foi morar em Belém/PA aos dois anos de idade. Filho de uma família de músicos, ele voltou ao Rio de janeiro em 1970 para estudar Engenharia Química e Licenciatura em Matemática quando decidiu ingressar no mundo da música participando de dois festivais. Como as dificuldades eram muitas no Rio de Janeiro, decidiu... +
Nota-se a cada ano que a população jovem não tem o mesmo jeitão dos nossos idos anos 60. A indelicadeza, a maneira como se comportam, a falta de respeito com idosos, mulheres, até mesmo com crianças demonstra em que nível anda a educação pública no Brasil. Espantoso e ao mesmo tempo horrendo o modo como nos deparamos com a atual geração. No meu entendimento é uma questão... +
Há no vasto repertório de Luiz Gonzaga um parceiro quase desconhecido cujo nome era Marcos Valentim. Este cantor de quem pouco se sabe tornou-se parceiro de Luiz Gonzaga por mero acaso. Luiz conhecia os bons letristas e aquele jovem cantor era parceiro de Adelino Moreira e Manoel Macedo de quem pôs letra até num baião (Baião Manhoso) e tinha outro baião composto somente por... +
No florescimento da cibercultura uma enxurrada de novos termos, expressões e neologismos nos sufocam e oxigenam simultaneamente. Certos termos começam a ser ouvidos numa frequência que não se explicaria em nenhum outro momento histórico: transversalidade, compartilhamento, tags, guerra memética etc...
Dentre esses termos, um passou a ser utilizado com especial veemência... +
Autor: Andriolli Costa
www.revistaporanduba.wordpress.com
Já de longe o som os denuncia. Uma sinfonia desencontrada de tambores, sanfonas e violas se espalha por todo o centro da cidade de Três Lagoas/MS, fazendo fregueses e lojistas esticarem o pescoço em direção a rua para vislumbrar o acontecimento. Mesmo que não houvesse o som, dificilmente um cortejo daqueles passaria... +
O Magnífico Teatro Amazonas
Quando cheguei em Manaus, há uns 25 anos atrás, uma das primeiras coisas que fiz foi levar meus filhos pequenos para assistirem a uma peça no Teatro Amazonas. Lembro que estava passando “O Fantasminha Pluft” mas pouca atenção dei à peça tão empolgada estava com as maravilhas no interior do Teatro Amazonas. Onde quer que olhasse... +
O cheiro da entrada fica entre a gordura de comida e a nostalgia. São cerca de 20 mil pessoas que por aquelas saídas e entradas circulam diariamente. Suor, pressa e fumaça. A primeira escada rolante – que não rola mais –, o restaurante mais conhecido, a boemia mais famosa, a maior concentração de livrarias, a lan house mais barata, a galeria mais mal-cheirosa: o Maletta... +
UM POUCO DA HISTÓRIA DO CARNAVAL
Se você está se preparando para a folia de Momo, o melhor que faz é cair no samba. Epa! Aqui no Brasil, quando o assunto é Carnaval, já não se pode mais falar assim – taxativamente – cair no samba. A nossa maior festa popular tem diversos sons predominantes nas várias regiões para animar os foliões: no Rio, o samba; em Pernambuco,... +
Poderíamos falar de muitas outras coisas, poderíamos falar do cansaço, da mesmice cotidiana de nossos dias, do sistema e da falta de oportunidade, do fracasso, das lamentações do povo, do ódio e da indiferença, poderíamos falar de muita coisa, de muita gente, mas prefiro reunir tudo isto numa única matéria idealizada para tentar nos fazer refletir sobre quem somos, porque... +