sobre o colaborador
Me formei em fÃsica em 1974, quando fiz concurso para a Petrobras e passei a atuar no desenvolvimento de sistemas de computação e multimÃdia. Cheguei a cumprir os créditos para um mestrado em engenharia de sistemas em 82 na COPPE/UFRJ, mas nos anos 90 dei uma guinada na vida e passei a trabalhar com comunicação e cultura.
Essa formação hÃbrida foi um dos fatores que me levou ao mestrado em Bens Culturais e Projetos Sociais no CPDOC (Centro de Pesquisa e Documentação em História Contemporânea do Brasil) da Fundação Getúlio Vargas, onde pesquisei a relação entre cultura e tecnologia (cultura digital) na gestão de Gilberto Gil no Ministério da Cultura. O que me motivou a isso foi perceber nesse momento uma dimensão inaugural, por meio da qual o paÃs se posicionou mundialmente de forma pioneira, tratando do contexto das redes e tecnologias digitais no âmbito das polÃticas públicas culturais.
O mestrado deu origem à dissertação “Com quantos gigabytes se faz uma jangada, um barco que veleje�: o Ministério da Cultura, na gestão Gilberto Gil, diante do cenário das redes e tecnologias digitais. Publico esse trabalho no Overmundo buscando contribuir para a divulgação dos movimentos preliminares do reconhecimento, amadurecimento e conquista do conceito de cultura digital pelo MinC naquela gestão.
Sou gerente de patrocÃnios da Petrobras desde 2003, mesmo ano em que Gil chegou ao MinC, motivo pelo qual tive a oportunidade de acompanhar de muito perto essa construção.