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  <title>.: Guias culturais Overmundo :.</title>
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  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <title>.: Guias culturais Overmundo :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/biblioteca-central-da-ufv">
  <description>Muito se engana quem acha que bibliotecas sÃ£o espaÃ§os apenas para estudo. A Biblioteca Central da UFV Ã© um caso exemplar. Acredito que nÃ£o estou exagerando ao dizer que a biblioteca Ã© um dos principais ambientes de socializaÃ§Ã£o da Universidade Federal de ViÃ§osa. Um dos grandes motivos para que ocorra este fato Ã© que a biblioteca polariza em si material bibliogrÃ¡fico de todas as Ã¡reas, e nÃ£o apenas de uma ou outra. Quando a universidade comeÃ§ou havia apenas bibliotecas isoladas. PorÃ©m, no fim da dÃ©cada de 60, vÃ¡rios fatores levaram Ã  criaÃ§Ã£o de uma biblioteca central como, por exemplo, o crescimento no material bibliogrÃ¡fico, o aumento dos campos de estudo da UFV e a expansÃ£o progressiva das atividades de pesquisa e extensÃ£o. Sentida a necessidade de centralizaÃ§Ã£o e organizaÃ§Ã£o do acervo, criou-se a Biblioteca Central da UFV, que Ã© hoje freqÃ¼entada por estudantes dos mais variados cursos e nÃ­veis acadÃªmicos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;NÃ£o sÃ£o apenas os estudantes da UFV que aproveitam a biblioteca. Ã permitida ao pÃºblico em geral livre acesso Ã s estantes. Da mesma forma, Ã© liberado o acesso Ã  base de dados de livros e teses do acervo, hoje com aproximadamente 179.539 registros. A consulta pode ser realizada on-line atravÃ©s dos computadores instalados no hall da biblioteca ou &lt;a href=&quot;http://alexandria.cpd.ufv.br:8000/cgi-bin/gw_43_0/chameleon?lng=pt&amp;skin=default&quot;&gt;por este site aqui&lt;/a&gt;. Apesar disso, o emprÃ©stimo dos livros Ã© limitado Ã s pessoas que mantÃ©m vÃ­nculo institucional com a UFV.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A Ã¡rea total Ã© de 12.816,59 mÂ², dividida em quatro andares. Fica atÃ© difÃ­cil imaginar que em perÃ­odos prÃ³ximos Ã s provas finais os estudantes podem nÃ£o encontrar lugar para estudar. Com maior freqÃ¼Ãªncia ainda faltam cadeiras nos salÃµes de leitura e nas salas de estudo em grupo. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No tÃ©rreo, alÃ©m da seÃ§Ã£o de referÃªncia - em que ficam os dicionÃ¡rios, enciclopÃ©dias, etc. - hÃ¡ outras duas Ã¡reas, ambas chamadas vulgarmente de âaquÃ¡rioâ. Uma Ã© o setor de reserva e a outra o setor de 1Âº e 2Âº graus - parte que atende tambÃ©m os alunos das escolas pÃºblicas e particulares da cidade. As obras separadas na reserva fazem parte do acervo e sÃ£o solicitadas por professores para atender Ã s necessidades de determinadas disciplinas durante o semestre letivo. O aluno poderÃ¡ consultÃ¡-las no recinto da Biblioteca, por perÃ­odo determinado, desde que apresente documento de identidade estudantil.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No primeiro andar encontram-se trÃªs salas com revestimento acÃºstico para estudo em grupo. Nelas vemos estudantes de diversos cursos juntos, muitas vezes explicando uns aos outros aquilo que acabaram de aprender. Ã curioso notar que o desafio de explicar algo para alguÃ©m que estudo outras disciplinas exige o domÃ­nio do assunto, assim como a capacidade de ancorar o conhecimento em bases prÃ¡ticas. Ainda no primeiro andar vemos doze salas de estudo individual, uma sala multimÃ­dia, a mapoteca, a coleÃ§Ã£o de obras das NaÃ§Ãµes Unidas, o LaboratÃ³rio de LÃ­nguas, a seÃ§Ã£o de obras raras e o LaboratÃ³rio de HistÃ³ria.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No segundo andar localiza-se a coleÃ§Ã£o de livros e teses, o setor de emprÃ©stimo, salas de estudo individual, salÃµes de leitura e sala de vÃ­deo com 36 lugares. Nos salÃµes de leitura vemos colegas dividindo a mÃºsica do MP3 player, cada um com um fone de ouvido. Quando as mensagens de celular voam no campus universitÃ¡rio da UFV, Ã© muito provÃ¡vel que estejam marcando um encontro em uma dessas salas para estudar na Ãºltima hora antes da prova.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Por fim, normalmente vai para o terceiro andar quem procura algo na coleÃ§Ã£o de periÃ³dicos ou quem deseja estudar na tranqÃ¼ila Ã¡rea de leitura com mesas individuais. Os mais tÃ­midos tambÃ©m vÃ£o para lÃ¡ ensaiar a fala que lhes foi incumbida na apresentaÃ§Ã£o daquele seminÃ¡rio...</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/biblioteca-central-da-ufv</link>
  <title>guia .: Biblioteca Central da UFV</title>
  <dc:date>2007-1-13T00:38:30Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/grupo-art490-1">
  <description>O Grupo Art 490 Ã© composto por seis amigos, membros da Igreja Presbiteriana de ViÃ§osa, cidade universitÃ¡ria do interior de Minas. Os integrantes do grupo sÃ£o estudantes da Universidade Federal de ViÃ§osa. Seus integrantes sÃ£o Liz Fagundes de Oliveira, Noral Heringer, Ingrid Monteiro de Castro, Lucas Rolim, MarÃ­lia Braz Pires e AndrÃ© de Andrade. Cada um deles estÃ¡ matriculado em um curso universitÃ¡rio diferente, mas todos sÃ£o envolvidos com a ABU â AlianÃ§a BÃ­blica UniversitÃ¡ria e com projetos da Igreja Presbiteriana de ViÃ§osa.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A primeira peÃ§a do grupo, chamada âEu em 4 pessoasâ, foi criada partindo de uma ousada proposta do teatro contemporÃ¢neo em que os limites entre ator e personagem sÃ£o surpreendentemente relativizados. Por meio de um processo de âdesnudamentoâ, os atores ajudaram a formar progressivamente os personagens, que por sua vez representam diferentes facetas da personalidade de Liz. Ao mesmo tempo, durante a atuaÃ§Ã£o o desafio dos atores Ã© interpretarem imitando a si mesmos. A narrativa estÃ¡ centrada no cotidiano de Liz e aborda os dilemas da vida cristÃ£, comuns nÃ£o sÃ³ a ela, como tambÃ©m aos outros atores. O carÃ¡ter intimista e pessoal se deve ao fato de que as mÃºsicas e poemas interpretados sÃ£o de fato criaÃ§Ãµes de Liz. HÃ¡ uma pequeno artigo sobre a peÃ§a neste endereÃ§o &lt;a href=&quot;http://www.universoearte.blogger.com.br/2006_10_29_archive.html&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Nos links abaixo vocÃª pode assistir vÃ­deos em que os atores falam sobre o trabalho do grupo:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;- &lt;a href=&quot;http://video.google.com/videoplay?docid=5800220503189236268&amp;hl=en&quot;&gt;Noral fala sobre o processo de criaÃ§Ã£o da peÃ§a âEu em 4 pessoasâ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;- &lt;a href=&quot;http://video.google.com/videoplay?docid=-6227579596340106823&amp;hl=en&quot;&gt;Ingrid fala dos vÃ­nculos que unem os atores&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;- &lt;a href=&quot;http://video.google.com/videoplay?docid=-7369014562316380764&amp;hl=en&quot;&gt;Liz expÃµe as perspectivas do grupo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;- &lt;a href=&quot;http://video.google.com/videoplay?docid=7297134694553245250&amp;hl=en&quot;&gt;Lucas apresenta a proposta do Art490&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;- &lt;a href=&quot;http://video.google.com/videoplay?docid=-2135332629258686325&amp;hl=en&quot;&gt;O grupo todo conta o que eles tem de melhor&lt;/a&gt;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/grupo-art490-1</link>
  <title>guia .: Grupo Art490</title>
  <dc:date>2007-1-02T15:00:26Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/rebusca">
  <description>&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=Em1rNtLTgzs&quot; &gt;No ano de 2006 a Rebusca completou 25 anos de existÃªncia.&lt;/a&gt; Cuidando de 300 crianÃ§as em idade de 2 a 17 anos, a organizaÃ§Ã£o filantrÃ³pica Ã© uma das mais importantes de ViÃ§osa/MG. A entidade, que tem por objetivo ajudar as famÃ­lias carentes moradoras dos bairros mais pobres da cidade, foi criada por integrantes da Igreja Presbiteriana de ViÃ§osa e ainda Ã© mantida com o apoio das igrejas evangÃ©licas. O foco do trabalho estÃ¡ nas crianÃ§as dessas famÃ­lias necessitadas, apesar de tambÃ©m serem oferecidos cursos profissionalizantes para as mÃ£es. HÃ¡ tambÃ©m aulas de danÃ§a para as crianÃ§as e atÃ© um grupo de percussÃ£o, chamado &lt;a href= &quot;http://www.ufv.br/dah/jornalismo/zona2/UntitledFrame-19.htm&quot;&gt;Perifonia&lt;/a&gt;, que &lt;a href= &quot;http://video.google.com/videoplay?docid=-6965569846691946656&amp;hl=en&quot;&gt;recentemente se apresentou no campus da UFV durante a Semana Cultural da Nico Lopes&lt;/a&gt;. Dentre os serviÃ§os prestados Ã  populaÃ§Ã£o de baixa renda da cidade, entretanto, o principal Ã© a creche-escola. LÃ¡ as crianÃ§as tem acesso Ã  educaÃ§Ã£o de qualidade, assim como o cuidado de professores realmente preocupados com seu desenvolvimento.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/rebusca</link>
  <title>guia .: Rebusca</title>
  <dc:date>2007-1-05T13:10:25Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/ong-navi">
  <description>Thyaga esteve recentemente na China participando de um festival internacional sobre cultura popular. De lÃ¡ ele trouxe prÃªmios e a certeza do reconhecimento de seu vasto trabalho. Dentre os inÃºmeros projetos que ele desenvolve devo mencionar sua atuaÃ§Ã£o como cantor e compositor da banda Trem Mineiro, a ministraÃ§Ã£o de aulas como professor na Cooperativa Educacional de ViÃ§osa (Coeducar) e a coordenaÃ§Ã£o da ONG NAVI. Faz pouco tempo tambÃ©m que ele lanÃ§ou pela Editora UFV seu primeiro livro. âÃrvores que cantam, bichos que falam, homens que aprendemâ conta a histÃ³ria de Francisco, menino pobre que descobre as maravilhas da Mata AtlÃ¢ntica. Dentre todas essas Ã¡reas, entretanto, Ã© na dos projetos da ONG NAVI que vou falar mais.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Com base em uma comunidade rural de ViÃ§osa, remanescente de antigo quilombo, as principais atividades da ONG NAVI sÃ£o as aulas e apresentaÃ§Ãµes de canto coral e violÃ£o para jovens e adultos, assim como canto coral e artes plÃ¡sticas com crianÃ§as. HÃ¡ tambÃ©m o grupo de percussÃ£o Tambores do BuieiÃ©, em cujas aulas e apresentaÃ§Ãµes as crianÃ§as sÃ£o convidadas a danÃ§ar e brincar de roda e a utilizar como instrumentos latas, tambores, baldes e garrafas. Por meio da orientaÃ§Ã£o de Thyaga, experiente na utilizaÃ§Ã£o de tÃ©cnicas musicais no ensino, as crianÃ§as brincam de ciranda e catira, promovendo o resgate de brincadeiras do passado e valorizando elementos da cultura regional. O objetivo maior da iniciativa da ONG Ã© promover, via contato com a arte, a inclusÃ£o social e o resgate da cidadania dessas pessoas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Atualmente o grupo tambÃ©m incentiva os trabalhos das mÃ£es das crianÃ§as promovendo o artesanato em tecido e fibras naturais, tal como oferecendo uma padaria artesanal comunitÃ¡ria. Futuramente o grupo deseja realizar oficinas de inclusÃ£o digital e de capacitaÃ§Ã£o em produÃ§Ã£o de Ã¡udio e vÃ­deo com os jovens.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/ong-navi</link>
  <title>guia .: ONG NAVI</title>
  <dc:date>2007-1-13T00:37:45Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/semana-da-esperanca">
  <description>Desde 1998 ocorre bienalmente no campus da Universidade Federal de ViÃ§osa uma programaÃ§Ã£o chamada Semana da EsperanÃ§a, realizada pela ABU (AlianÃ§a BÃ­blica UniversitÃ¡ria), CEM (Centro EvangÃ©lico de MissÃµes) e igrejas evangÃ©licas de ViÃ§osa. Durante a Semana sÃ£o oferecidos estudos bÃ­blicos, palestras, vÃ­deo-debates, apresentaÃ§Ãµes teatrais e pequenos shows. Tudo com um propÃ³sito: percebendo-se problemas como o nÃºmero alto nos Ã­ndices de depressÃ£o e atÃ© mesmo de suicÃ­dio, assim como o consumo exagerado de drogas e Ã¡lcool, o projeto surgiu como um esforÃ§o de combatÃª-los, apresentando o evangelho como estilo de vida alternativo, engajado, e que pode fornecer as respostas aos problemas enfrentados por todos nÃ³s no mundo contemporÃ¢neo.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/semana-da-esperanca</link>
  <title>guia .: Semana da EsperanÃ§a</title>
  <dc:date>2007-1-08T14:52:35Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/casa-arthur-bernardes">
  <description>A Casa Arthur Bernardes foi construÃ­da especialmente para servir de residÃªncia ao mais famoso cidadÃ£o viÃ§osense, o ex-Presidente da RepÃºblica Dr. Arthur da Silva Bernardes. Bernardes foi criador da Escola Superior de Agricultura e VeterinÃ¡ria (ESAV), instituiÃ§Ã£o que tempos depois se tornou a famosa Universidade Federal de ViÃ§osa. O museu, que era a casa em que o presidente costumava passar fÃ©rias, foi tombada pelo Instituto Estadual do PatrimÃ´nio HistÃ³rico e ArtÃ­stico - IEPHA/MG em 1995 e adquirida pela Universidade Federal de ViÃ§osa no mesmo ano.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O espaÃ§o tem servido para abrigar eventos artÃ­stico e culturais como palestras e exposiÃ§Ãµes. Entretanto, a casa tem sido mais frequentemente utilizada por grupos de estudantes em visitas orientadas, em que servidores bem dispostos e de prontidÃ£o nÃ£o sÃ³ mostram os aposentos e utensÃ­lios domÃ©sticos presentes, como tambÃ©m contam em interessantes fatos da histÃ³ria de Arthur Bernardes.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/casa-arthur-bernardes</link>
  <title>guia .: Casa Arthur Bernardes</title>
  <dc:date>2007-1-05T23:09:22Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/editora-ultimato">
  <description>A Ultimato Ã© uma das maiores editoras cristÃ£s do Brasil. Com sede na cidade de ViÃ§osa, interior de Minas Gerais, a empresa tem algumas peculiaridades bem interessantes. Para comeÃ§ar, seus idealizadores consideram a editora mais um ministÃ©rio religioso do que uma empresa propriamente dita. Nestes termos, a iniciativa nÃ£o possui fins lucrativos, Ã© auto-sustentÃ¡vel e de cunho familiar. Sua localizaÃ§Ã£o Ã© tambÃ©m um tanto quanto inusitada, visto que suas instalaÃ§Ãµes se encontram em uma regiÃ£o afastada do centro da cidade de ViÃ§osa, praticamente na zona rural. Ponto interessante tambÃ©m Ã© que apesar de se apresentar nitidamente protestante, a Ultimato nÃ£o presta serviÃ§o a nenhuma denominaÃ§Ã£o evangÃ©lica em especÃ­fico. Todavia, a mesma tem por meta propagar a mensagem do Evangelho de Jesus Cristo atravÃ©s de sua revista e de seus livros. Em suas publicaÃ§Ãµes sÃ£o explorados tanto temas teolÃ³gicos quanto a perspectiva de vivÃªncia do cristianismo frente aos desafios da contemporaneidade.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Vale a pena contar um pouco de como tudo comeÃ§ou.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Na dÃ©cada de 60, o Reverendo Ãlben CÃ©sar se deu conta de como os jornais podiam ser instrumentos poderosos na disseminaÃ§Ã£o da fÃ© cristÃ£. Inicialmente uma das principais propostas de seu periÃ³dico era servir de boa literatura tambÃ©m para quem nÃ£o Ã© evangÃ©lico, caracterÃ­stica preservada atÃ© hoje. Com muito esforÃ§o e graÃ§as Ã  ajuda de algumas igrejas, Ãlben conseguiu publicar a primeira ediÃ§Ã£o de um pequeno jornalzinho de oito pÃ¡ginas, isso em 1968. Em 1976 o jornal se torna revista e em 1985 a Ultimato se constitui como editora, visando Ã  continuidade da revista e a publicaÃ§Ã£o de livros. Em 1998 Ã© inaugurada a sede da Ultimato e em 1993 a editora comeÃ§ou a publicar livros, sendo que hÃ¡ mais de 50 tÃ­tulos em seu catÃ¡logo atualmente.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/editora-ultimato</link>
  <title>guia .: Editora Ultimato</title>
  <dc:date>2007-1-13T11:26:58Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/marcha-nico-lopes">
  <description>A marcha Nico Lopes tem esse nome em homenagem a AntÃ´nio Lopes Sobrinho, a folclÃ³rica figura de ViÃ§osa que deu nome Ã  festa. Nascido em 1850, o boÃªmio velhinho conquistou a simpatia dos estudantes da antiga ESAV (Escola Superior de Agricultura e VeterinÃ¡ria), instituiÃ§Ã£o que veio a se tornar a UFV. A escola havia acabado ser criada e havia apenas 50 alunos no ano 1929. E foi neste ano que o estudante AntÃ´nio Secundino de SÃ£o JosÃ©, juntamente com alguns amigos, criou a irreverente marcha. O espÃ­rito festeiro de Nico Lopes inspirava a festa, da qual sÃ³ os calouros participavam. Fantasiados, os participantes faziam crÃ­ticas Ã  universidade e a polÃ­tica regional e nacional como um todo. Com o fim da marcha terminava o perÃ­odo de trote e os calouros passavam a ser tratados como veteranos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Durante os anos muitas mudanÃ§as foram ocorrendo. A partir de 1951, por exemplo, estudantes do sexo feminino, matriculadas no recÃ©m-criado curso de Economia DomÃ©stica, comeÃ§aram a participar. Durante o regime militar a marcha foi proibida. Em 1979, em uma ocasiÃ£o em que a marcha protestava contra a posse do presidente JoÃ£o Batista Figueiredo, ocorreu um confronto com um batalhÃ£o do exÃ©rcito. A partir de 1992 comeÃ§ou a serem utilizados trio elÃ©tricos na marcha, o que a transformou em uma espÃ©cie de micareta mineira. Em 1995, 1996 e 1997, a marcha substituiu o trio por atividades artÃ­sticas e culturais diversas. Em 2003 a Nico Lopes contou nÃ£o sÃ³ com shows de grupos nacionalmente reconhecidos, como Cordel do Fogo Encantado e Casaca, como tambÃ©m com palestras de personalidades da Ã¡rea cultural. Estima-se que durante os dias de oficinas, shows e palestras, cerca de 50 mil pessoas tenham passado pelo evento.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A Marcha Nico Lopes deste ano aconteceu pela 76Âª vez. O evento &lt;a href= &quot;http://www.camaravicosa.mg.gov.br/index.php?area=atas&amp;acao=ler&amp;article=242&quot; &gt;chegou a ser elogiado por representantes populares na CÃ¢mara Municipal da cidade.&lt;/a&gt; Creio que o motivo foi o fato dos organizadores do evento â DiretÃ³rio Central dos Estudantes (DCE) - terem conseguido resgatar um pouco do &lt;a href= &quot;http://www.profutur.hpg.ig.com.br/eventos.htm&quot; &gt;espÃ­rito contestador original da marcha&lt;/a&gt;. Ã realmente muito difÃ­cil organizar uma festa com estudantes universitÃ¡rios que fuja do forte e previsÃ­vel impulso alcoÃ³lico. Em ViÃ§osa, principalmente, sempre foi assim: festa Ã© sinÃ´nimo de bebedeira. Espero estar me fazendo por entender, pois nÃ£o quero ser interpretado como um moralista quadrado. SÃ³ quero deixar claro que, do meu ponto de vista, dependendo da forma como uma festa Ã© divulgada e organizada, o panorama da noite pode ser diferente de hospitais lotados de gente tomando glicose na veia. Ã claro que houve bebedeira e farra nesta Nico Lopes, principalmente em eventos paralelos Ã  marcha, como a festas avulsas em repÃºblicas e na grande festa do &lt;a href= &quot;http://www.nicoloco.fdp.com.br&quot; &gt;Bloco Nico Loco&lt;/a&gt;. Entretanto, pude notar um esforÃ§o no sentido de ampliar o leque de possibilidades durante as atividades do evento como um todo. Foi promovida durante toda semana comemorativa da marcha uma &lt;a href= &quot;http://www.cpd.ufv.br/ccs/files/not_ufv/index.asp?Cod=3120&quot; &gt;programaÃ§Ã£o cultural&lt;/a&gt; com concurso de bandas, sessÃµes temÃ¡ticas de cinema, palestras sobre cultura e apresentaÃ§Ãµes culturais diversas. Creio que por meio das &lt;a href=&quot;http://www.box.net/public/vkge8acsmu&quot;&gt;fotos adicionais&lt;/a&gt; e dos vÃ­deos &lt;a href=&quot;http://video.google.com/videoplay?docid=-5632259683623612471&amp;hl=en&quot;&gt;1 &lt;/a&gt;e &lt;a href=&quot;http://video.google.com/videoplay?docid=-6744070236398628922&amp;hl=en&quot;&gt;2 &lt;/a&gt;que fiz dÃª para notar bem o clima da marcha. Ã, por fim, acho que o tema da Nico Lopes caiu muito bem: &lt;b&gt;EducaÃ§Ã£o, arte e irreverÃªncia. Nico Lopes, cultura e consciÃªncia.&lt;/b&gt;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/marcha-nico-lopes</link>
  <title>guia .: Marcha Nico Lopes</title>
  <dc:date>2007-1-05T23:09:28Z</dc:date>
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 <textinput rdf:about="http://www.overmundo.com.br/home/busca.php">
  <name>txtBusca</name>
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  <title>Buscar:</title>
  <description>Busque notícias no Overmundo</description>
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