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  <title>.: Guias culturais Overmundo :.</title>
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  <title>.: Guias culturais Overmundo :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/flautas-de-bambu-1">
  <description>Jaime Ollivet Ã© flautista, antes de mais nada. Toca muito. HÃ¡ mais de  30 anos. Ã chileno, radicado em Floripa. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Vejo como diferenÃ§a primordial entre o trabalho dele como artesÃ£o que produz instrumentos musicais e uma fÃ¡brica convencional, que produz em grande escala, essa relaÃ§Ã£o Ã­ntima com a mÃºsica. Em lugar de um operÃ¡rio que aperta botÃµes, ele lida com as flautas das quais tambÃ©m extrai mÃºsica.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Vale dizer que ele nÃ£o posou para a foto. Quando entrei por aquele caminho, ouvi a mÃºsica e em seguida identifiquei a origem. JÃ¡ conhecia o artesÃ£o de outros lugares onde ele expunha antes. Como nesse dia calhou de estar com a mÃ¡quina fotogrÃ¡fica na mochila, aproveitei e fiz as fotos pensando em postar a dica aqui. EstÃ¡ feito. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/flautas-de-bambu-1</link>
  <title>guia .: Flautas de Bambu</title>
  <dc:date>2008-6-16T17:58:10Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/metamidia-criacao-de-sites-em-florianopolis-seo">
  <description>MetamÃ­dia Ã© uma agÃªncia digital que trabalha com &lt;a href=&quot;http://metamidia.com.br/&quot;&gt;criaÃ§Ã£o de sites em FlorianÃ³polis&lt;/a&gt;. Atendemos todo Brasil. TambÃ©m oferecemos criaÃ§Ã£o de lojas virtuais otimizadas, pronta para vocÃª colocar seus produtos e comeÃ§ar a vender pela internet. A consultoria em SEO Ã© outro serviÃ§o que prestamos aos nossos clientes. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Temos uma vasta experiÃªncia na Ã¡rea de criaÃ§Ã£o, Atendimento personalizado e entrega dos serviÃ§os sempre no prazo estipulada para cada projeto.&lt;br /&gt;&#13;&#10;A qualidade do serviÃ§o Ã© outro diferencia, pois temos o cuidado de sempre fazer sites que consigam chamar os clientes para fazer alguma aÃ§Ã£o, como cadastro em formulÃ¡rios, captura de Leads ou vendas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Temos sempre o cuidado de mostrar algo claro e fÃ¡cil na criaÃ§Ã£o da interface grÃ¡fica do site. Facilitar a navegaÃ§Ã£o de um site Ã© um determinante para nÃ£o perder visitantes.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Utilizar cÃ³digo padronizado pela web facilita nÃ£o sÃ³ a atualizaÃ§Ã£o do site, como a busca de conteÃºdo de mecanismos de busca para indexarem estes dados em seu banco de dados, gerando assim melhor posicionamento nas buscas e mais trÃ¡fego de visitas no site. Acesso nosso site e confira mais informaÃ§Ãµes!</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/metamidia-criacao-de-sites-em-florianopolis-seo</link>
  <title>guia .: MetamÃ­dia - CriaÃ§Ã£o de Sites em florianÃ³polis SEO </title>
  <dc:date>2015-7-29T17:37:25Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/curupira-rock-club">
  <description>O Curupira Rock Club Ã© um espaÃ§o para shows que, desde o inÃ­cio da dÃ©cada de noventa, movimenta a cena roqueira de SC. Localizado no interior de Guaramirim, uma pequena cidade  ao norte do Estado, prÃ³ximo a Joinville e JaraguÃ¡ do Sul, Curupira Ã© reconhecido pela quantidade de eventos realizados que sacudiram nestes treze anos de atividades. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/curupira-rock-club</link>
  <title>guia .: Curupira Rock Club</title>
  <dc:date>2006-3-04T12:57:50Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/parque-lindendorf">
  <description>O &lt;a href=&quot;http://www.minicidade.com&quot;&gt;Parque Lindendorf&lt;/a&gt;, reforÃ§a ainda mais a ideia de que estamos realmente na Ãustria quando visitamos a cidade de Treze TÃ­lias (SC). AlÃ©m da arquitetura tÃ­pica, com seus jardins e campanÃ¡rios, o espaÃ§o conta com um cardÃ¡pio caprichado, como chope, comida tÃ­pica e o famoso Apfelstrudel, a torta de maÃ§Ã£ com massa folheada que Ã© uma delÃ­cia.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A grande atraÃ§Ã£o do parque Ã© a Minicidade, uma rÃ©plica em miniatura da cidade de Treze TÃ­lias perfeita nos mÃ­nimos detalhes, desde o traÃ§ado as ruas e o relevo atÃ© as principais construÃ§Ãµes. A obra Ã© criaÃ§Ã£o um dos fundadores, Valter Felder, que morou na Ãustria por seis anos e lÃ¡ participou de um curso de presÃ©pios artesanais.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Todo o parque, aliÃ¡s, foi idealizado e tocado pelas famÃ­lias Felder e Koroll que nos recebe pessoalmente nas visitas, com trajes tiroleses e ao som de mÃºsica tÃ­pica. A recomendaÃ§Ã£o Ã© ir sem muita pressa, para curtir o passeio pelas trilhas do parque, saborear os pratos austrÃ­acos e observar cada detalhezinho.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/parque-lindendorf</link>
  <title>guia .: Parque Lindendorf</title>
  <dc:date>2009-9-16T10:01:47Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/feira-de-artesanato-da-fip-em-brusque-sc">
  <description>Acontece todo segundo domingo do mÃªs no estacionamento coberto da FIP, que Ã© um centro comercial de referencia do vestuÃ¡rio aqui do sul, com uma moderna estrutura e centro gastronÃ´mico para receber o turista, localizada na Rodovia Antonio Heil nÂº 3800, Km 23  fone 047 3255-6251.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;ReÃºne ArtesÃ£os de todo o entorno&amp;#059; Brusque, Itapema, BalneÃ¡rio de Camboriu, Penha, Tijucas, Blumenau, ItajaÃ­, com uma diversidade de trabalhos artesanais e manuais&amp;#059; Entalhes,MacramÃ©, modelagem, origami, Patchwork,TranÃ§ado,Bordado, Costura, CrochÃª, Decupagem, Fuxico, GravaÃ§Ã£o, Moldagem, Pintura, Recorte, Riscomia, TorÃ§Ã£o, tricÃ´ etc.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A regiÃ£o Ã© cercada de muito verde e montanhas, com campos de plantio de arroz, criaÃ§Ã£o de gado, alem de possuir grandes centros comerciais do vestuÃ¡rio, sem duvida vale a pena o passeio.  &lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/feira-de-artesanato-da-fip-em-brusque-sc</link>
  <title>guia .: FEIRA DE ARTESANATO DA FIP EM BRUSQUE SC</title>
  <dc:date>2008-2-14T23:09:03Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/museu-da-agua">
  <description>Pois que existem museus para homenagear pessoas, fatos, revoluÃ§Ãµes, moedas, mÃ³veis... Em Blumenau, hÃ¡ um museu diferente chamado Museu da Ãgua. Sim. Na verdade, nÃ£o se trata de um lugar para contar a histÃ³ria da Ã¡gua em si (do tipo uma molÃ©cula de oxigÃªnio e duas de hidrogÃªnio), mas para trazer Ã  tona a histÃ³ria do serviÃ§o de distribuiÃ§Ã£o de Ã¡gua na cidade.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Consta que a primeira rede de distribuiÃ§Ã£o de Ã¡gua de Blumenau, a ETA I (EstaÃ§Ã£o de Tratamento de Ãgua) data de 1943. A Caixa DÂ´Ã¡gua, como era simplesmente chamada a estaÃ§Ã£o, teve grande importÃ¢ncia na constituiÃ§Ã£o do centro urbano da cidade de Blumenau, levando o dito lÃ­quido vital para as casas dos imigrantes e descendentes de imigrantes que habitavam a cidade.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas alÃ©m de expor antigos equipamentos usados na captaÃ§Ã£o e distribuiÃ§Ã£o de Ã¡gua na cidade (a primeira rede contava com 43 km de extensÃ£o), o Museu da Ãgua tem seu fundo educacional: as etapas de captaÃ§Ã£o, tratamento e distribuiÃ§Ã£o de Ã¡gua podem ser acompanhadas de perto, atravÃ©s das placas indicativas e dos profissionais que explicam como tudo funciona.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Localizado no centro de Blumenau, no alto do Morro da Boa Vista, o Museu recebe Ã¡gua direto do rio ItajaÃ­ AÃ§u e continua alimentando boa parte do centro da cidade e dos bairros localizados perto dali. O que mudou na rotina profissional de quem trabalha na estaÃ§Ã£o Ã© que, desde 1999, o local Ã© aberto Ã  visitaÃ§Ã£o de estudantes (que vÃ£o lÃ¡ para entender como funciona uma estaÃ§Ã£o de tratamento de Ã¡gua) e por turistas, uma vez que o prÃ©dio do Museu da Ãgua oferece uma vista privilegiada do centro da cidade de Blumenau.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No acervo, podem ser conferidas fotos e documentos relativos ao inÃ­cio das atividades do hoje SAMAE (ServiÃ§o AutÃ´nomo Municipal de Ãgua e Esgoto), bem como equipamentos e antigas tÃ©cnicas de captaÃ§Ã£o e tratamento de Ã¡gua. Ou pode somente se observar a vista. LÃ¡ de cima, hÃ¡ muito o que se ver.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/museu-da-agua</link>
  <title>guia .: Museu da Ãgua!</title>
  <dc:date>2007-8-24T19:07:14Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/blog-obrer-cultural-agenda-e-revista-cultural-de-floripa-1">
  <description>O &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://obrer.wordpress.com&quot;&gt;obrÃ©r cultural&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; Ã© dedicado Ã  difusÃ£o do que acontece na paisagem cultural de FlorianÃ³polis. O foco Ã© a divulgaÃ§Ã£o de shows, exposiÃ§Ãµes, cursos, oficinas, peÃ§as de teatro, espetÃ¡culos de danÃ§a, sessÃµes de cinema (em espaÃ§os culturais e cineclubes), festivais, editais na Ã¡rea cultural, veÃ­culos de comunicaÃ§Ã£o alternativos de Floripa e, por fim, um pouco da minha prÃ³pria produÃ§Ã£o fotogrÃ¡fica e textual. HÃ¡ tambÃ©m a seÃ§Ã£o &lt;a href=&quot;http://obrer.wordpress.com/colabore/&quot;&gt;Colabore&lt;/a&gt;, na qual convido as pessoas a participarem da feitura do blog.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Em abril de 2009 o que era um blog pessoal se transformou em &lt;strong&gt;obrÃ©r cultural&lt;/strong&gt; e comeÃ§ou a tomar a forma atual. Desde entÃ£o tem servido para divulgar o &lt;a href=&quot;http://obrer.wordpress.com/2009/04/29/httpobrerwordpresscom20090422floripa-instrumental-no-ribeirao-da-ilha-de-30-de-abril-a-3-de-maio/&quot;&gt;Floripa Instrumental&lt;/a&gt;, o &lt;a href=&quot;http://obrer.wordpress.com/2009/06/07/programacao-do-forum-audiovisual-mercosul-fam-2009/&quot;&gt;FAM (FlorianÃ³polis Audiovisual Mercosul)&lt;/a&gt;, o &lt;a href=&quot;http://obrer.wordpress.com/2009/06/11/aviso-saiu-a-programacao-do-fitafloripa-festival-internacional-de-teatro-de-animacao/&quot;&gt;FITAFloripa (Festival Internacional de Teatro de AnimaÃ§Ã£o)&lt;/a&gt;, a &lt;a href=&quot;http://obrer.wordpress.com/2009/06/24/programacao-da-mostra-de-cinema-infantil-de-florianopolis-de-26-de-junho-a-12-de-julho/&quot;&gt;Mostra de Cinema Infantil&lt;/a&gt;, alÃ©m de &lt;a href=&quot;http://obrer.wordpress.com/category/musica/&quot;&gt;inÃºmeros shows de mÃºsica&lt;/a&gt;, algumas &lt;a href=&quot;http://obrer.wordpress.com/category/artes-visuais/&quot;&gt;exposiÃ§Ãµes de artes visuais&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://obrer.wordpress.com/category/teatro/&quot;&gt;espetÃ¡culos teatrais&lt;/a&gt;, entre vÃ¡rias outras atividades.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O aprimoramento Ã© cotidiano. GraÃ§as ao &lt;em&gt;feedback&lt;/em&gt; recebido de vÃ¡rias pessoas, aos poucos a estrutura do site vai ficando mais funcional. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A idÃ©ia (acentuada) de criar um espaÃ§o de divulgaÃ§Ã£o online Ãºtil e amigÃ¡vel em FlorianÃ³polis norteia a disposiÃ§Ã£o grÃ¡fica das informaÃ§Ãµes e dos conteÃºdos. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um grande diferencial em relaÃ§Ã£o a outros espaÃ§os virtuais de Floripa Ã© a ausÃªncia de publicidade ostensiva, a qual costuma dificultar o acesso Ã s informaÃ§Ãµes procuradas. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Cada vez mais, produtores culturais e os prÃ³prios artistas entram em contato e avisam sobre apresentaÃ§Ãµes com antecedÃªncia. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;De abril atÃ© o final de julho, o blog teve mais de 9 mil visitas. NÃºmero considerÃ¡vel se levarmos em conta o fato de que nÃ£o houve divulgaÃ§Ã£o fora do meio online (nÃ£o foi produzido um Ãºnico flyer, cartÃ£o de visita ou semelhante).&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um Ãºltimo detalhe: o &lt;strong&gt;obrÃ©r cultural&lt;/strong&gt; Ã© licenciado sob uma licenÃ§a Creative Commons (2.5 Brasil), idÃªntica Ã  usada aqui no Overmundo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Com este post quero integrar as duas atividades: ediÃ§Ã£o do &lt;strong&gt;obrÃ©r cultural&lt;/strong&gt; e colaboraÃ§Ã£o no Overmundo, jÃ¡ que participar deste grande projeto foi inspiraÃ§Ã£o fundamental.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;AgradeÃ§o sugestÃµes e espero visitas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Na pÃ¡gina &lt;a href=&quot;http://obrer.wordpress.com/proposito/&quot;&gt;PropÃ³sito&lt;/a&gt; diz: &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Em FlorianÃ³polis Ã© comum ouvir reclamaÃ§Ãµes sobre a falta de atividades culturais e artÃ­sticas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Podemos pensar, por outro lado, que acontecem muitas coisas interessantes que nÃ£o chegam ao conhecimento pÃºblico. Em lugar de falta do que fazer, Ã© provÃ¡vel que a comunicaÃ§Ã£o falhe.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O objetivo Ã© que o obrÃ©r cultural seja Ãºtil para difundir o que acontece na cidade um pouco fora do eixo massivo, e assim ajudar na mudanÃ§a da percepÃ§Ã£o de que estÃ¡ tudo quase (ou quase tudo) inerte.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;ObrÃ©r Cultural?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Obrer Ã© meu sobrenome e quer dizer operÃ¡rio em catalÃ£o, obreiro, trabalhador. Sempre achei que fosse discrepante da minha natureza, mas na divulgaÃ§Ã£o cultural achei um bom meio de fazer jus ao significado.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/blog-obrer-cultural-agenda-e-revista-cultural-de-floripa-1</link>
  <title>guia .: Blog ObrÃ©r Cultural - agenda e revista cultural de Floripa</title>
  <dc:date>2009-8-05T19:26:33Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/parque-ecologico-do-corrego-grande">
  <description>&lt;br /&gt;&#13;&#10;No meio da cidade um descanso. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um pouco de espaÃ§o para sentir a realidade mais amigÃ¡vel. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O barulho de trÃ¢nsito chega baixinho, quase inaudÃ­vel. A algazarra da crianÃ§ada que se balanÃ§a, corre, escala e brinca de todo jeito se sobrepÃµe a qualquer caos sonoro urbano. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Trilhas, dois lagos, Ã¡rvores, bichos. Um palco de madeira sub-utilizado para atividades culturais. Um ambiente que acolhe as crianÃ§as e oferece jogos e brinquedos, alÃ©m de superfÃ­cie acolchoada e supervisÃ£o caso os pais queiram dar uma volta (de meia hora no mÃ¡ximo). &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;JÃ¡ estive em aniversÃ¡rio de amigo, piquenique na mesa de madeira sobre a grama e sob a Ã¡rvore. Um sagui veio olhar de um galho prÃ³ximo. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A bicharada Ã© diversa: patos, carpas, cisnes, coelhos, tartarugas, coatis, passarada. Quase uma arca de noÃ© em terra. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um projeto interessante que acontecia no parque e estÃ¡ suspenso por falta de grana Ã© o &lt;a href=&quot;http://fotolog.terra.com.br/familia_casca&quot;&gt;Projeto FamÃ­lia Casca&lt;/a&gt;, tocado por estudantes do curso de Agronomia da UFSC. Faltou dinheiro para pagar os bolsistas. Reciclavam lixo, faziam compostagem, recolhiam Ã³leo de cozinha usado, produziam e distribuÃ­am mudas. Tomara que voltem Ã  ativa logo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;...&lt;br /&gt;&#13;&#10;...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O parque Ã© conhecido tambÃ©m como Horto Florestal ou Parque Florestal do CÃ³rrego Grande. O nome oficial Ã© Parque EcolÃ³gico Municipal Professor JoÃ£o David Ferreira Lima.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;...&lt;br /&gt;&#13;&#10;...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;HÃ¡ aulas gratuitas de yoga e, aos domingos Ã s 10h da manhÃ£, tai-chi-chuan.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;...&lt;br /&gt;&#13;&#10;...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O parque tem Ã¡rea de 23 hectares (ou 23 mil metros quadrados).</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/parque-ecologico-do-corrego-grande</link>
  <title>guia .: Parque EcolÃ³gico do CÃ³rrego Grande</title>
  <dc:date>2009-5-10T13:44:48Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/brecho-chic-mix">
  <description>BrechÃ³ de roupas usadas, novas e seminovas. Tem calÃ§as, sapatos, camisas, saias, vestidos, sandÃ¡lias, bonÃ©s, bermudas, camisetas, botas, biquinis, etc... TambÃ©m aluguel de roupas para festas.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/brecho-chic-mix</link>
  <title>guia .: BrechÃ³ Chic Mix</title>
  <dc:date>2008-12-10T09:22:35Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/ponta-das-caranhas">
  <description>De uns tempos pra cÃ¡, meu gosto por frutos do mar vem tomando espaÃ§o nas minhas escolhas. Sempre que vou a um restaurante bato o olho direto no menu de peixes e camarÃµes. Deliciar-se com esse tipo de comida em FlorianÃ³polis (SC) Ã© uma tarefa quase obrigatÃ³ria e a principal dificuldade que vocÃª vai encontrar Ã© na escolha do local.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Para minha sorte, um conhecido indicou o Recanto das Caranhas, um restaurante a principio meio caro, mas MUITO bem localizado, na beira da Lagoa da ConceiÃ§Ã£o, na Barra da Lagoa.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No inÃ­cio, achei que fosse tomar um prejÃº. Da primeira vez que fui pedi uma das especialidades da casa, o Peixe Ã  moda Caranha. SÃ£o filÃ©s de peixe enrolados e recheados com camarÃ£o e queijo Catupiry. O prato custa R$ 70,50 para duas pessoas, mas serve tranqÃ¼ilamente trÃªs, ou seja, nÃ£o doeu no bolso e fiquei bem satisfeito.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Gostei tanto que voltei para experimentar o Congrio Ã  moda do Chef, que sÃ£o como medalhÃµes de filÃ© de peixe com molho de laranja e cenoura... maravilhoso. Custa 53,70 para duas pessoas, mas nÃ£o aconselho dividir em trÃªs, pois vai deixar um gostinho de quero mais.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Citei apenas dois pratos, mas o cardÃ¡pio Ã© variadÃ­ssimo e muito rico em camarÃµes, peixes, mariscos... vale Ã  pena sempre voltar e experimentar um diferente.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A paisagem do local Ã© outra histÃ³ria! O restaurante tem uma Ã¡rea externa lindÃ­ssima Ã s margens da Lagoa da ConceiÃ§Ã£o, com um pÃ­er e tudo. Nos dias de sol vocÃª pode almoÃ§ar em um cenÃ¡rio deslumbrante. Exagerei nos adjetivos, mas garanto que o lugar surpreende tanto pela gastronomia quanto pelo serviÃ§o e pelo visual.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;Vou ficar devendo as fotos dos pratos, mas vale Ã  pena visitar o site do &lt;a href=&quot;http://www.pontadascaranhas.com.br/&quot;&gt;Ponta das Caranhas&lt;/a&gt; para dar um confere no menu e no visual do lugar.&lt;/em&gt;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/ponta-das-caranhas</link>
  <title>guia .: Ponta das Caranhas</title>
  <dc:date>2008-10-26T01:01:30Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/capela-sao-sebastiao-campeche-floripa">
  <description>&lt;br /&gt;&#13;&#10;A igrejinha charmosa fica na praia do Campeche, em Floripa.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A data de construÃ§Ã£o nÃ£o estÃ¡ precisamente determinada, mas Ã© provÃ¡vel, segundo a histÃ³ria oral, que seja do sÃ©culo 19. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Hoje, Ã© ponto de encontro dos catÃ³licos da regiÃ£o. Durante a festa do divino o movimento cresce. Paradoxalmente no carnaval, festa pagÃ£, tambÃ©m. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Minha apreciaÃ§Ã£o Ã© sÃ³ estÃ©tica. Nunca entrei nessa igreja. Mas Ã© Ã³timo passar por ali a caminho da praia. A rua, que tem o nome de rua da Capela justamente devido Ã  igreja, Ã© pitoresca no trecho final, passando a Avenida Campeche, rumo Ã  praia. O cemitÃ©rio Ã© bem charmosinho tambÃ©m, com as flores de plÃ¡stico que colorem o horizonte e nÃ£o morrem, ao contrÃ¡rio das pessoas que jazem sob os tÃºmulos ornados por elas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Bom... Ã isso. Vale conhecer, vindo Ã  Ilha, essa construÃ§Ã£o. As igrejas mais famosas sÃ£o as de Santo AntÃ´nio de Lisboa e do RibeirÃ£o da Ilha, mas a Capela SÃ£o SebastiÃ£o merece um lugar ao sol tambÃ©m. No momento em que fiz algumas das fotografias era meio dia, entÃ£o a luz ficou um pouco seca demais. Outras, feitas no fim da tarde, estÃ£o com fÃ³tons mais amenos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;__________________________________________________&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;RemissÃ£o para &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/banco/capela-sao-sebastiao-campeche-floripa&quot;&gt;&lt;em&gt;Cruzes!&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/capela-sao-sebastiao-campeche-floripa</link>
  <title>guia .: Capela SÃ£o SebastiÃ£o - Campeche - Floripa</title>
  <dc:date>2008-1-10T20:16:56Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/pagando-o-pato">
  <description>Atire a primeira pena quem nunca pagou um pato.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pois o personagem que simboliza o infortÃºnio ganha vida e cores pelas mÃ£os do cartunista florianopolitano Joatan Preis Dutra.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pagando O Pato Ã© uma sÃ©rie de tiras sarcÃ¡sticas sobre um pato e restante fauna da sociedade, que pouco tem a ver com a inocÃªncia de Walt Disney.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A histÃ³ria do Pato reproduz aquelas situaÃ§Ãµes tragicÃ´micas cotidianas &quot;micos em geral&quot; ao qual todos nÃ³s um dia jÃ¡ protagonizamos, englogando festas, trabalho, sexo, drogas, rockÂ´nÂ´roll, religiÃ£o, gente que enche o saco, etc.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;E de onde veio a idÃ©ia?&lt;br /&gt;&#13;&#10;Foi na ressaca do rÃ©veillon de 2004, data festiva recordista em micos, passado na Alemanha, paÃ­s onde o Pato nasceu e cresceu os seus 3 primeiros anos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/pagando-o-pato</link>
  <title>guia .: Pagando O Pato</title>
  <dc:date>2007-8-04T15:02:39Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/regiao-dos-lagos-canada-que-nada-no-brasil">
  <description>HÃ¡ lugares para onde nÃ£o se pode ir todo o final de semana. Recantos de paz e tranqÃ¼ilidade longe dos grandes centros que, para serem visitados, requerem tempo, dinheiro e geralmente mais esforÃ§o do que ir ao cinema naquele shopping do centro. Um desses lugares Ã© o municÃ­pio catarinense de Rio dos Cedros.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Rio dos Cedros Ã© um pequena cidade do Vale do ItajaÃ­ que tem ainda menos de 10.000 habitantes. Tendo como base econÃ´mica a agricultura de subsistÃªncia, o pequeno municÃ­pio cada vez mais atenta para um fato inegÃ¡vel: Rio dos Cedros Ã© uma cidade turÃ­stica.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;NÃ£o Ã© somente no nome que o lugar tem ârioâ. AliÃ¡s, Ã¡gua Ã© o que nÃ£o falta em Rio dos Cedros, e certamente o que mais atrai turistas sÃ£o os seus lagos, formados a partir da dÃ©cada de 1950 pela Celesc, empresa catarinense de energia elÃ©trica. SÃ£o duas barragens: a Barragem do Pinhal e a Barragem Rio Bonito.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;AS BARRAGENS&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A viagem Ã© longa: depois  de chegar ao centro de Rio dos Cedros, sÃ£o mais 37 km e uma serra para se chegar Ã  regiÃ£o dos lagos, que recebe o nome de Alto Cedro. A regiÃ£o, Ã© claro, aos poucos comeÃ§a a ser explorada conscientemente por moradores e por empresas de turismo. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã possÃ­vel encontrar lugar num camping ou hospedar-se num hotel Ã s margens dos lagos. Ainda pode se praticar esportes aquÃ¡ticos, como nataÃ§Ã£o, caiaque, jet-ski... Como assim? Os lagos tÃªm extensÃ£o para isso.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Em Alto Cedros estamos naturalmente a 800 metros de altitude e contemplamos suas maravilhas.  A Barragem do Pinhal mede 14 km e tem em si 18 milhÃµes de metros cÃºbicos de Ã¡gua. A Barragem Rio Bonito jÃ¡ Ã© um pouco menor, mas nÃ£o menos exuberante: sÃ£o 9 km de extensÃ£o, mas com a grande capacidade de 32 milhÃµes de metros cÃºbicos de Ã¡gua. Ãgua e verde, verde-Ã¡gua.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;ONDE FICAR&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;AlÃ©m da facilidade das Ã¡reas de camping Ã s margens dos lagos de Rio dos Cedros, pode-se optar pelo conforto de um bom hotel. Aqui, damos destaque para dois.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O hotel ParaÃ­so das Ilhas oferece hospedagem em quartos (solteiro e casal) e em chalÃ©s para atÃ© dez pessoas. AlÃ©m das confortÃ¡veis instalaÃ§Ãµes, hÃ¡ muito que se fazer quando se tiver hospedado por lÃ¡. Entre as atividades para hÃ³spedes estÃ£o passeios de canoa e pedalinho, cavalgadas, caminhadas por trilhas ecolÃ³gicas, passeios atÃ© as cachoeiras e, claro, pescaria.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O mais tradicional hotel da RegiÃ£o dos Lagos Ã© o Parador da Montanha. Sua estrutura Ã© mais requintada (assim como o preÃ§o), e da mesma forma oferece aquela hospedagem fraterna de famÃ­lia italiana.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Aparador conta com 17 apartamentos: 12 em formato standard (um para portadores de necessidades especiais) e cinco apartamentos de luxo. Como nÃ£o poderia deixar de ser, os apartamentos dispÃµem de cobertores elÃ©tricos ou de lÃ£ de carneiro para abater o frio. No verÃ£o, um conforto: pela altitude, nÃ£o se pode esperar muito calor e, como diz quem vai para a regiÃ£o dos lagos, hÃ¡ âaquelaâ brisa.   &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã necessÃ¡rio dizer: Ã s vezes, nÃ£o se precisa ir tÃ£o longe para conhecer o que hÃ¡ de mais belo. Rio dos Cedros Ã© um belo exemplo de o quanto hÃ¡ para se conhecer pelo Brasil - e que ainda nÃ£o se conhece.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/regiao-dos-lagos-canada-que-nada-no-brasil</link>
  <title>guia .: RegiÃ£o dos Lagos (CanadÃ¡, que nada! No Brasil!)</title>
  <dc:date>2007-8-02T09:45:43Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/tire-os-pes-do-chao-e-aproveite-a-vista">
  <description>Nada melhor do que o gosto da liberdade. Sem dÃºvida. Melhor ainda Ã© ser livre e poder ver as coisas de cima. Ainda mais se a vista for boa. Pois que esta Ã© a sensaÃ§Ã£o de quem experimenta fazer um vÃ´o de parapente no Morro da Cruz de Gaspar.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Os saltos acontecem da rampa do Morro da Cruz, a 270m de altura. A Ã¡rea que se observa voando nÃ£o poderia ser mais bela: Gaspar tem muitas de suas Ã¡reas destinadas ainda Ã  agricultura e Ã  pecuÃ¡ria â e se tratando da localizaÃ§Ã£o da rampa, na saÃ­da da cidade rumo a Brusque â nÃ£o se pode esperar menos do que muito, mas muito verde, pintando uma belÃ­ssima planÃ­cie com morros ao fundo. Os morros, no caso, sÃ£o os de Blumenau.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Apesar de a rampa do Morro da Cruz de Gaspar sediar campeonatos importantes de vÃ´o livre (entre eles o circuito catarinense e algumas provas do campeonato paranaense), a aventura de voar nÃ£o Ã© restrita a profissionais.  Com equipamentos especiais e algum treinamento antes do salto, amadores podem experimentar a sensaÃ§Ã£o que, na confusÃ£o de Hesse, poderÃ­amos classificar de âsÃ³ para raros / sÃ³ para loucosâ.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Brincadeira. Quem atende aos vÃ´os em Gaspar Ã© o CPV â Clube de Parapente do Vale. Verificando-se que os vÃ´os acontecem em dias limpos e com ventos favorÃ¡veis (os melhores, para ali, sÃ£o o Norte e Noroeste), alÃ©m do deslocamento atÃ© o morro, Ã© muito interessante que se avise a visita ao CPV a fim de agendar o salto. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Para tanto, hÃ¡ sites de previsÃ£o do tempo para pesquisar de vai ou nÃ£o chover no final de semana.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Se as informaÃ§Ãµes sobre o vÃ´o sÃ£o importantes, o que dizer das informaÃ§Ãµes sobre o pouso. Pois que eles, os pousos, acontecem na base do morro, numa fazenda.  Os vÃ´os variam de duraÃ§Ã£o â muito conta: como o vento, a pressÃ£o atmosfÃ©rica... â mas o que importa Ã© que se pousa sobre a grama fofinha que estÃ¡ sempre Ã  espera dos aventureiros voadores.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/tire-os-pes-do-chao-e-aproveite-a-vista</link>
  <title>guia .: Tire os pÃ©s do chÃ£o e aproveite a vista!</title>
  <dc:date>2007-7-29T09:27:21Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/galileus">
  <description>O lugar nÃ£o Ã© muito grande, dÃ¡ pra dizer que faz o tipo: espaÃ§o pequeno e abafado. No entanto, se transformou, recentemente, no ponto de encontro da cena underground florianopolitana. O Galileuâs jÃ¡ estÃ¡ devidamente afinado com os bares que serviram de endereÃ§o para a cena anteriormente; alÃ©m dos eventos (shows e festas) a Ãºltima novidade do local Ã© a polÃ­cia que sempre chega para tentar fechar o estabelecimento. A briga Ã© a mesma (basta lembrar do finado Underground Bar, popularmente conhecido com Bar do Frank), a vizinhanÃ§a nÃ£o suporta o barulho e chama a polÃ­cia, daÃ­ qualquer coisinha se transforma em motivo para fechar o bar. Para a polÃ­cia o problema sempre Ã© o alvarÃ¡. Como a gente nunca sabe ao certo o que estÃ¡ acontecendo, observa a distÃ¢ncia.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/galileus</link>
  <title>guia .: Galileuâs</title>
  <dc:date>2006-5-06T14:13:11Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/cosmopolite-cafe-bar-a-champagne">
  <description>O Cosmopolite estÃ¡ localizado no mesmo prÃ©dio da AlianÃ§a Francesa â tem que passar pela recepÃ§Ã£o para descobrir o ambiente (fica escondido lÃ¡ nos fundos). No entanto, realiza eventos (exposiÃ§Ãµes) e atrai um pÃºblico que nÃ£o se restringe, apenas, aos alunos da escola (mesmo estes sendo a maioria). A pÃ¡gina ainda estÃ¡ em construÃ§Ã£o, por enquanto, apenas algumas fotos do local e da inauguraÃ§Ã£o.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/cosmopolite-cafe-bar-a-champagne</link>
  <title>guia .: Cosmopolite â CafÃ© â Bar Ã Champagne</title>
  <dc:date>2006-5-05T15:41:00Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/museu-victor-meireles">
  <description>A casa que abriga o museu Victor Meirelles Ã© uma construÃ§Ã£o (sobrado) tipicamente luso-brasileira - considerada intermediÃ¡ria entre o tradicional porta-e-janela e os sobrados mais requintados que compunham a arquitetura do final do sÃ©culo XVII, inÃ­cio do sÃ©culo XIX - da antiga Nossa Senhora do Desterro, hoje FlorianÃ³polis, local onde nasceu o pintor em 1832. O museu Ã© dividido em dois espaÃ§os: o primeiro, ExposiÃ§Ã£o de Longa DuraÃ§Ã£o, Ã© composto por pinturas - Ã³leo e aquarela - e desenhos das vÃ¡rias fases de Vitor Meirelles que proporcionam um panorama da produÃ§Ã£o do artista, bem como, uma visÃ£o da arte brasileira do sÃ©culo XIX; o segundo, ExposiÃ§Ãµes TemporÃ¡rias, aberto a divulgaÃ§Ã£o de artes visuais, alÃ©m da preocupaÃ§Ã£o com perÃ­odos e movimentos de relevÃ¢ncia histÃ³rica e artÃ­stica no cenÃ¡rio nacional e internacional. Vale lembrar que Victor Meirelles Ã© reconhecido nacionalmente por uma das telas mais populares do Brasil âA Primeira Missa no Brasilâ, de 1861. &lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/museu-victor-meireles</link>
  <title>guia .: Museu Victor Meireles</title>
  <dc:date>2006-5-01T15:07:01Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/restaurante-pitangueiras">
  <description>Muito bem localizado no charmoso bairro de Sambaqui, em meio a uma pequena enseada, o Pitangueiras Ã© mais um daqueles restaurantes em Floripa onde vocÃª encontra frutos-do-mar de primeira, ambiente agradabilÃ­ssimo e paisagens irresistÃ­veis. Eu sou suspeito para falar, mas esse clima praiano-colonial-aÃ§oriano-caiÃ§ara-ilhÃ©u Ã© bom demais! Infelizmente eu nÃ£o pude presenciar, mas hÃ¡ quem diga que Ã© o pÃ´r do sol mais bonito da ilha!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A vista Ã© realmente linda. O mar Ã© calmo, cheio de peixes e uma pequena praia com barracas de pescadores dÃ£o todo o charme ao local. A boa Ã© chegar cedo, se vocÃª nÃ£o quiser esperar por um lugar no deque e caÃ§ar uma vaga para estacionar o carro.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Como marinheiro de primeira viagem, abri mÃ£o do meu instinto gustativo e segui a sugestÃ£o do amigo que me apresentou o local. Comecei com casquinha de siri, uma suculenta entrada que abriu os âtrabalhosâ para o risoto de frutos-do-mar, muito gostoso e generoso na quantidade de camarÃ£o, lula e mariscos em geral. Fora o tempero que Ã© leve, mas rico no sabor e aroma. Com queijinho ralado e azeite... vocÃª esquece da vida! Mas, na boa, Ã© sempre bom recomendar: vÃ¡ sem pressa, com tempo pra curtir a tarde, o clima maravilhoso da ilha e voltar pra casa feliz da vida  :)</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/restaurante-pitangueiras</link>
  <title>guia .: Restaurante Pitangueiras</title>
  <dc:date>2009-5-29T15:39:06Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/bilica-biblioteca-livre-do-campeche-3">
  <description>Ã um espaÃ§o comunitÃ¡rio povoado de livros e pessoas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Criada por um grupo de moradores do bairro do &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/guia/praia-do-campeche&quot;&gt;Campeche&lt;/a&gt;, em Floripa, &lt;a href=&quot;http://www.overmundo.com.br/agenda/aniversario-da-bilica-biblioteca-livre-do-campeche&quot;&gt;a Bilica completou um ano &lt;/a&gt;neste mÃªs de agosto, 2008. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A idÃ©ia de criar o ambiente literÃ¡rio nasceu como nascem as boas idÃ©ias: em uma festa entre amigos. As pessoas desse grupo, insatisfeitas com o cenÃ¡rio cultural semi-desÃ©rtico do Campeche, decidiram encampar a empreitada de fundar uma biblioteca livre. E quando digo livre Ã© no sentido de liberdade e ausÃªncia de grandes burocracias mesmo. Para ter direito a tomar livros emprestados, nÃ£o Ã© necessÃ¡rio mais que fazer um cadastro simples, com nome, telefone e endereÃ§o, nada alÃ©m disso. NÃ£o existe limitaÃ§Ã£o geogrÃ¡fica para se cadastrar. A biblioteca Ã© aberta a usuÃ¡rios de outros bairros, nÃ£o ficando restrita apenas ao Campeche ou ao sul da ilha. Qualquer um pode usufruir do acervo. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O projeto Ã© sustentado por pessoas, mais que por instituiÃ§Ãµes. Embora a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) participe com um projeto de extensÃ£o chamado OrganizaÃ§Ã£o do Acervo da Biblioteca Livre do Campeche, os custos nÃ£o sÃ£o bancados pela instituiÃ§Ã£o de ensino superior. O aluguel da sala onde a biblioteca funciona, por exemplo, Ã© dividido entre quinze pessoas que contribuem mensalmente, num modelo de financiamento estilo &quot;vaquinha&quot;. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A existÃªncia da Bilica propicia tambÃ©m outros encontros, alÃ©m das letras. Acontecem, aconteceram ou acontecerÃ£o no espaÃ§o da casa de livros atividades como oficina de Tai-chi-chuan, conversaÃ§Ã£o em inglÃªs, aula de mÃºsica, aula de espanhol, reforÃ§o escolar, alÃ©m de propostas pontuais e interessantes como consultoria jurÃ­dica para pessoas de baixa renda. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A Bilica Ã© um organismo mutante. O maior bem do projeto Ã© o capital humano. As atividades sÃ£o tocadas por voluntÃ¡rios, cujo nÃºmero total oscila sazonalmente, mas jÃ¡ chegou ao patamar de 50 pessoas. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Todo o acervo foi formado a partir de doaÃ§Ãµes, que seguem acontecendo quase diariamente. Cada livro recebe, na primeira pÃ¡gina, um carimbo no qual Ã© inscrito o nome do doador. O processo de organizaÃ§Ã£o do acervo estÃ¡ em andamento, e aos poucos vai ser possÃ­vel ter noÃ§Ã£o numÃ©rica exata. Por enquanto, temos apenas uma aproximaÃ§Ã£o: o acervo gira em torno dos 10.000 livros. Vale frisar que as doaÃ§Ãµes recebidas pela Bilica somaram aproximadamente 40.000 exemplares. Como o espaÃ§o fÃ­sico Ã© relativamente pequeno, os livros sobrantes foram encaminhados para outras instituiÃ§Ãµes interessadas. Os critÃ©rios para definir o que fica e o que Ã© passado adiante ainda estÃ£o em construÃ§Ã£o, mas basicamente sÃ£o priorizadas a literatura infanto-junvenil, a literatura adulta, os livros didÃ¡ticos e tÃ©cnicos. HÃ¡ tambÃ©m uma seÃ§Ã£o de periÃ³dicos interessante. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Como o projeto Ã© aberto, livre e baseado em trabalho voluntÃ¡rio, as articulaÃ§Ãµes dos membros da Bilica Ã© que fazem as coisas acontecerem. O acesso Ã  internet, por exemplo, foi cedido pela prestadora sem custo para o projeto. Assim aconteceu tambÃ©m com o sistema de alarme instalado na sala. E assim acontece com as pessoas que se dispÃµem a doar tempo para enriquecer a proposta ainda mais. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã um projeto bonito, e muito necessÃ¡rio. Trabalhando hÃ¡ uma semana como voluntÃ¡rio no perÃ­odo da manhÃ£, percebo a sensaÃ§Ã£o boa que as pessoas tÃªm ao aproveitar o acesso livre aos livros. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um Ãºltimo detalhe interessante, que denota com Ãªnfase a proposta livre da iniciativa: nÃ£o hÃ¡ nenhum tipo de multa em caso de atraso ou demora na devoluÃ§Ã£o. Em lugar de puniÃ§Ã£o, confianÃ§a no ser humano.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Para ver mapa, &lt;a href=&quot;http://wikimapia.org/4864857/pt/BILICA-Biblioteca-Livre-do-Campeche&quot;&gt;clique aqui</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/bilica-biblioteca-livre-do-campeche-3</link>
  <title>guia .: BILICA - Biblioteca Livre do Campeche</title>
  <dc:date>2008-9-02T14:00:35Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/jorge-instrumentos-musicais">
  <description>&lt;br /&gt;&#13;&#10;Reco-reco, xequerÃª...&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Jorge fabrica coisas do arco da velha. No sentido de ancestralidade mesmo. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Aprendi que aquele instrumento feito de cabaÃ§a, que faz da voz um instrumento de sopro (jÃ¡ que se canta dentro dele, de certa maneira) se chama matÃ³fono. AlÃ©m disso, soube pelo Jorge que a origem Ã© do meu paÃ­s de criaÃ§Ã£o: Uruguai. Os Ã­ndios charrÃºas inventaram o brinquedo sonoro. AÃ­ pensei: tem que dar muita volta nessa vida pra aprender de fato de onde vÃªm as coisas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Cruzei com ele durante um evento interessante que aconteceu na Universidade Federal de Santa Catarina. Aproveitou o influxo de pessoas e montou a banca ali. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Em geral, expÃµe na feira de artesanato da Lagoa, que acontece aos domingos na pracinha e sobre a qual devo ainda um post aqui no Guia. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O trabalho do artesÃ£o musical Ã© valioso, ele Ã© caprichoso na confecÃ§Ã£o dos instrumentos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O reco-reco Ã© um pedaÃ§o de bambu com ondulaÃ§Ãµes, se toca com um pedaÃ§o de madeira ou bambu mesmo, uma vareta, e faz um som parecido com o nome do instrumento. Ou seja: o lance Ã© uma onomatopÃ©ia. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;XequerÃªs sÃ£o os instrumentos que se vÃªem melhor na primeira fotografia, feitos com uma cabaÃ§a praticamente inteira e miÃ§angas (aquelas bolinhas coloridas) tranÃ§adas. &lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
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  <title>guia .: Jorge - instrumentos musicais</title>
  <dc:date>2008-8-27T17:49:34Z</dc:date>
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