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  <title>.: Guias culturais Overmundo :.</title>
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  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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  <title>.: Guias culturais Overmundo :.</title>
  <description>Cultura de todo o Brasil na internet</description>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/lares-apaixonados">
  <description>Antigamente com a cidade dividida em dois lados para cada bumbÃ¡, era impossÃ­vel encontrar casas pintadas com as cores de um boi em terrÃ­tÃ³rio contrÃ¡rio. Hoje a rivalidade estÃ¡ bem mais amena ao ponto de proporcionar cenas de coexitÃªncia pacÃ­fica entre vizinhos que torcem por lados opostos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pintar a casa nas cores que representam o boi preferido Ã© um contume antigo, e atÃ© hoje na chegada do mÃªs de junho, muitos moradores retocam suas casas como se reavivassem no movimento preciso dos pincÃ©is a sua prÃ³pria paixÃ£o.</description>
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  <title>guia .: Lares apaixonados</title>
  <dc:date>2006-6-23T14:23:52Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/o-palco-de-um-festival-grandioso">
  <description>O local construÃ­do especialmente para o Festival FolclÃ³rico de Parintins foi inaugurado em 1988 e concebido especialmente para as apresentaÃ§Ãµes dos bois-bumbÃ¡s Caprichoso e Garantido, logo, o nome nÃ£o poderia ser outro: bumbÃ³dromo, e visto do alto tem o formato estilizado de uma cabeÃ§a de boi.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Esta imensa estrutura dividida ao meio pela paixÃ£o por duas cores tem o formato de arena. Os setores para espectadores estÃ£o divididos em Camarotes, Cadeiras Especiais, Arquibancada Especial e a chamada Arquibancada do PovÃ£o, Ãºnico lugar cujo acesso Ã© gratuito nas trÃªs noites de Festival.&lt;br /&gt;&#13;&#10;A Arquibancada do PovÃ£o (em azul na foto) alÃ©m de grÃ¡tis, Ã© o melhor lugar para assistir Ã s apresentaÃ§Ãµes pela ampla visÃ£o que proporciona e a vibraÃ§Ã£o da torcida na hora da apresentaÃ§Ã£o do bumbÃ¡, mas conquistar um lugar exige sacrifÃ­cios que comeÃ§am desde o inÃ­cio da tarde, quando Ã© prudente entrar na fila - Ã© bom lembrar que a festa vai acontecer apenas Ã s 20h.&lt;br /&gt;&#13;&#10;A Arquibancada Especial pega a exibiÃ§Ã£o de frente, estÃ¡ no mesmo nÃ­vel de altura que a Arquibancada do PovÃ£o, mas, como Ã© vendida quase em sua totalidade para turistas, torna-se um lugar muito menos empolgante do que o setor mais popular. Ã ideal para pessoas que gostam somente de chegar e ter o lugar assegurado, os bilhetes sÃ£o numerados e o controle Ã© rigoroso.&lt;br /&gt;&#13;&#10;As Cadeiras Especiais ficam na parte inferior das arquibancadas, tambÃ©m sÃ£o numeradas e custam um pouco mais do que a Arquibancda Especial. Conseguir os melhores lugares em ambos os setores exige muita antecedÃªncia, mas para quem nÃ£o se preparou, muitos cambistas vendem as entradas nos portÃµes do bumbÃ³dromo nos dias do Festival. Ã respirar fundo e exercitar a arte da pechincha.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Os Camarotes ficam acima das arquibancadas e sua venda Ã© quase toda dirigida para empresas. A Coca-Cola, patrocinadora oficial do Festival, possui um luxuoso camarote com vista aÃ©rea frontal em carÃ¡ter permanente exclusivo para seus convidados de todo o mundo. As poucas e infinitamente mais simples unidades que restam ficam sob domÃ­nio de agÃªncias de viagem e alguns raros cambistas.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/o-palco-de-um-festival-grandioso</link>
  <title>guia .: O palco de um festival grandioso</title>
  <dc:date>2006-6-20T15:52:24Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/o-mercadao-da-cidade">
  <description>Como todo mercado: aqui tem de tudo. Mas para quem nÃ£o Ã© da regiÃ£o, alÃ©m de admirar a arquitetura do prÃ©dio histÃ³rico um bom atrativo Ã© o cafÃ©-da-manhÃ£ mais popular da cidade. &lt;br /&gt;&#13;&#10;TambÃ©m pode ser interessante olhar e provar as variedades da farinha regional, a maioria feitas de mandioca e muito diferentes das farinhas consumidas no restante do paÃ­s. Outro destaque Ã© os trabalhos em cestaria como paneiros (cestos) e peneiras, artesanais e feitos para uso diÃ¡rio, sÃ£o mais baratos para quem prefere adquirir objetos mais rÃºsticos como uma eventual e diferente lembranÃ§a.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/o-mercadao-da-cidade</link>
  <title>guia .: O mercadÃ£o da cidade</title>
  <dc:date>2006-6-09T15:54:56Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/a-mistica-do-comunas-bar">
  <description>Bom lugar para quem sai em busca de uma boa conversa, o Comuna&apos;s Bar pode ser considerado ponto da intelectualidade parintinense. Muitos brasileiros nem desconfiam que na toada &quot;Vermelho&quot;, do compositor Chico da Silva, que correu o Brasil na voz de vÃ¡rios intÃ©rpretes, no trecho &quot;o velho comunista se alianÃ§ou ao rubro do rubor do meu amor&quot;, faz uma referÃªncia direta ao antigo proprietÃ¡rio, jÃ¡ falecido, que declarou seu amor ao boi Garantido e caracterizou todo o bar com a cor e a ideologia.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/a-mistica-do-comunas-bar</link>
  <title>guia .: A mÃ­stica do Comuna&apos;s Bar</title>
  <dc:date>2006-3-27T18:23:21Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/peixe-simbolo-da-ilha">
  <description>Alguns comparam sua aparÃªncia com chuteiras, muitos outros deixam de provÃ¡-los pela sua estÃ©tica agressiva. Pode-se dizer que o bodÃ³ Ã© um peixe vÃ­tima de muitos preconceitos, alÃ©m disso, sua carapaÃ§a de aparÃªncia prÃ©-histÃ³rica dificulta a identificaÃ§Ã£o por parte de alguns visitantes como algo apropriado para comer. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Mas o bodÃ³ Ã© o peixe mais popular de Parintins, e quem estiver disposto a nÃ£o se deixar levar pelas superficialidades, pode pedir ajuda a qualquer um dos vendedores que eles explicam com toda paciÃªncia a melhor forma de comer, jÃ¡ que o bodÃ³ precisa ser descascado. As escamas Ã¡speras como lixas se aglomeram formando um casco, mas abaixo disso, Ã© um peixe de carne abundante e pouquÃ­ssimas espinhas, dele, o parintinense come tudo e tem os ingredientes da cabeÃ§a como o ponto alto do seu sabor.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/peixe-simbolo-da-ilha</link>
  <title>guia .: Peixe-sÃ­mbolo da Ilha</title>
  <dc:date>2006-6-21T15:29:29Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/a-super-tapioca">
  <description>Ela leva queijo, presunto, ovo, banana frita e tucumÃ£, e Ã© servida apenas no box de Zandra Teixeira, 39. Ela conta que a irreverÃªncia do nome &quot;Aquela&quot; surgiu graÃ§as a um cliente amigo que sempre ia tomar vitamina de guaranÃ¡ pela manhÃ£. Raul GÃ³es, era uma figura importante da cidade e presidente da AssociaÃ§Ã£o FolclÃ³rica Boi-bumbÃ¡ Garantido, era tambÃ©m amante de uma farta mistura de ingredientes que caracterizavam sua vitamina. Certo dia, Raul pediu uma tapioca com a mesma variedade de recheio que a vitamina, Zandra pegou o que tinha e enrrolou a massa do beiju, o amigo provou, gostou e passou a pedir sempre a complexa iguaria assim como sua vitamina preferida. &quot;Faz aquela&quot;!&lt;br /&gt;&#13;&#10;Hoje falecido, Zandra conta que a receita e o nome permaneceram no cardÃ¡pio tanto pelas vendas como pela lembranÃ§a de um grande amigo.</description>
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  <title>guia .: A super tapioca</title>
  <dc:date>2006-6-10T14:27:16Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/de-frente-para-o-amazonas">
  <description>Na agitaÃ§Ã£o do Festival esta vista fica totalmente encoberta pelos cerca de 400 barcos que atracam lado a lado por toda a orla da cidade. Se vocÃª estiver em Parintins fora desta Ã©poca, nÃ£o deixe de conferir um pÃ´r-do-sol Ã s margens do rio Amazonas. Definitivamente, nÃ£o Ã© uma experiÃªncia visual comum.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Escolha um bom ponto da orla e simplesmente aprecie.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/de-frente-para-o-amazonas</link>
  <title>guia .: De frente para o Amazonas</title>
  <dc:date>2006-6-23T14:23:14Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/guerreiros-das-arquibancadas">
  <description>A arquibancada vermelha testa o desenho estilizado de uma semente de guaranÃ¡, acima, os chapÃ©us dos caboclos ribeirinhos acenam em meio ao verde da floresta. âGuerreirosâ Ã© sim um termo bem empregado para falar sobre estes personagens anÃ´nimos, que juntos fazem a diferenÃ§a entre o Festival FolclÃ³rico de Parintins e outras manifestaÃ§Ãµes culturais recriadas enquanto espetÃ¡culo. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Aqui, a galera â denominaÃ§Ã£o usada oficialmente para torcida â Ã© parte da apresentaÃ§Ã£o e item de julgamento na disputa entre Caprichoso e Garantido, assim, para assegurar a vitÃ³ria sobre a torcida rival e levar o bumbÃ¡ ao tÃ­tulo, as trÃªs noites de apresentaÃ§Ã£o provam que a busca pelo triunfo rompe todos os limites da dedicaÃ§Ã£o e criatividade.&lt;br /&gt;&#13;&#10;A ForÃ§a Azul e Branco â FAB, e Comando Galera sÃ£o as maiores torcidas organizadas dos bumbÃ¡s. Ambas com nÃºcleos em Parintins e Manaus, cada uma Ã© responsÃ¡vel pelo planejamento, compra e confecÃ§Ã£o de adereÃ§os conforme os temas desenvolvidos para as apresentaÃ§Ãµes. Ambas trabalham recrutando voluntÃ¡rios apaixonados que chegam a trabalhar virando a noite para deixar tudo pronto.</description>
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  <title>guia .: Guerreiros das arquibancadas</title>
  <dc:date>2006-5-27T13:16:46Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/musica-eletronica-na-ilha-do-boi-bumba">
  <description> Um espaÃ§o para quem nÃ£o pode ficar sem ouvir mÃºsica eletrÃ´nica mesmo de passagem por umas das principais cidades do paraÃ­so amazÃ´nico. No LÃºdico House os amantes da e-music podem matar a saudade do som que atÃ© entÃ£o sÃ³ era ouvido na ilha durante as grandes raves realizadas na Ã©poca da festa do boi-bumbÃ¡.</description>
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  <title>guia .: MÃºsica eletrÃ´nica na ilha do boi-bumbÃ¡</title>
  <dc:date>2006-3-26T21:32:17Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/o-artesanato-do-folclore">
  <description>Em meio Ã  diversidade do comÃ©rcio informal que se estabelece na semana do Festival FolclÃ³rico, um grupo especial de artesÃ£os anualmente montam acampamento em pleno Centro da Cidade para comercializar seus produtos. Eles sÃ£o indÃ­genas que, em grupo, aproveitam o grande movimento de visitantes para vender artigos de indumentÃ¡ria nativa, cestaria e objetos do seu dia a dia.</description>
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  <title>guia .: O artesanato do folclore</title>
  <dc:date>2006-6-23T14:24:02Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/alternativas-para-curtir-o-festival">
  <description>Fora o circuito de hotÃ©is, muitas estadias alternativas estÃ£o disponÃ­veis na cidade para quem tem tempo de se programar ou para quem decide viajar de Ãºltima hora. Vamos falar das mais caras para as mais baratas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Como o parintinense jÃ¡ se acostumou a lucrar no perÃ­odo de reinado dos bumbÃ¡s Caprichoso e Garantido, algumas famÃ­lias chegam a sair de suas residÃªncias para alugÃ¡-las no Ãºltimo final de semana de junho. O valor depende do tipo da casa e da ambiÃ§Ã£o de cada um. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Rosinaldo Prestes, 38, aluga sua casa por R$ 1500. &quot;Minha casa Ã© para pessoas mais largadas que sÃ³ querem mesmo um lugar pra tomar banho e dormir&quot;, comenta. Sem ar condicionado sua casa possui dois quartos com cama de casal e dois armadores de rede em cada um, o que sairia em tese R$ 187 reais para oito pessoas, sem aperto, mas tambÃ©m sem luxo. JÃ¡ a casa de sua irmÃ£ tem acabamento recÃ©m-reformado e ar condicionado, aluga por R$ 2000 com a mesmo espaÃ§o para oito pessoas. &quot;Mas quem quiser trazer mais gente, pode, o preÃ§o Ã© o mesmo&quot;, enfatiza.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Em uma zona intermediÃ¡ria, estÃ£o famÃ­lias que aproveitaram a Ã¡rea do quintal de suas casas, pediram um financiamento do banco e construiram suÃ­tes em padrÃ£o de hotel trÃªs estrelas para hospedar visitantes. Dona Rosilda, 53, fez isso com seu antigo armazÃ©m, dividido em quatro dependÃªncias e hoje sÃ£o alugadas ao preÃ§o de R$ 1100 reais. &quot;Desde maio estes quartos jÃ¡ estÃ£o alugados e pagos&quot;, comemora.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Para quem nÃ£o pode se programar e ainda dispÃµe de recursos limitados, a melhor opÃ§Ã£o estÃ£o nos barcos de linha. Durante o Festival, eles atracam na orla da cidade e servem de hospedagem para os passageiros que dormem em suas redes atadas ao longo da embarcaÃ§Ã£o durante os dias de festa (foto). Privacidade zero, mas os pacotes estÃ£o sendo vendidos em 2006 a partir de R$ 140. Os camarotes para quatro pessoas possuem ar condicionado e custam a partir de R$ 400. Nos barcos fica o grande contingente de turistas que saem de Manaus, os pacotes em geral oferecem cafÃ©-da-manhÃ£ e o hÃ³spede utiliza livremente a estrutura dos banheiros. </description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/alternativas-para-curtir-o-festival</link>
  <title>guia .: Alternativas para curtir o Festival</title>
  <dc:date>2006-6-21T15:32:16Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/registrando-o-incomodo">
  <description>Definitivamente, morrer nÃ£o fazia parte dos planos de OtÃ¡vio Guedes de AraÃºjo. Aos 73 anos, sabendo de suas condiÃ§Ãµes de saÃºde, pediu para que seus descendentes eternizassem toda a sua insatisfaÃ§Ã£o com o processo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;AvÃ´ de um dos mais carismÃ¡ticos levantadores de toada, Klinger AraÃºjo, OtÃ¡vio Ã© um exemplo da irreverÃªncia do parintinense nÃ£o sÃ³ na arte como diante dos momentos mais crÃ­ticos da vida. Ao lado estÃ¡ sua esposa, JoventÃ­lia Guedes de AraÃºjo, que da mesma maneira decidiu nÃ£o registrar o incÃ´modo da morte, mas a tristeza do tempo de vida que teve que cumprir sem o companheiro. &quot;Aqui jaz aquela que esperou com muita espectativa (sic!) a passagem desta vida para a eternidade&quot;.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mais do que lÃ¡pides, um inestimÃ¡vel monumento de amor.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/registrando-o-incomodo</link>
  <title>guia .: Registrando o incÃ´modo</title>
  <dc:date>2006-6-21T15:29:09Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/noticias-do-boi-bumba-amazonense">
  <description>Site dedicado ao Festival FolclÃ³rico de Parintins.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/noticias-do-boi-bumba-amazonense</link>
  <title>guia .: NotÃ­cias do boi-bumbÃ¡ amazonense</title>
  <dc:date>2006-4-14T12:31:28Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/cadencia-a-servico-da-poesia">
  <description>Popularizados como os &quot;batuqueiros da Baixa&quot;, em uma referÃªncia ao bairro da Baixa do SÃ£o JosÃ© onde foi criado o Boi Garantido, os ritmistas que compÃµem a Batucada sÃ£o atualmente oriundos de todas as partes da cidade de Parintins, atÃ© mesmo de bairros que sÃ£o conhecidos redutos do contrÃ¡rio, como Palmares e Francesa.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Componentes e torcedores do boi-bumbÃ¡ Garantido consideram o ritmo da Batucada um motivo de orgulho, notoriamente mais lento do que a percussÃ£o do grande rival, esta particularidade enriquece ainda mais o folclore local ao diferenciar musicalmente ambos os bumbÃ¡s. Em especial para o lado encarnado, estabelece no soar dos seus tambores, caixinhas, palminhas e repiques, o apoio perfeito para a voz de tenor do levantador de toadas, David Assayag, exaltar o lirismo marcante dos compositores do chamado Boi do PovÃ£o.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;CoraÃ§Ã£o de Batuqueiro (2004)&lt;br /&gt;&#13;&#10;(Inaldo Medeiros / Marcos Lima)&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Deixe a poesia da toada te levar&lt;br /&gt;&#13;&#10;Num eterno mundo de prazer&lt;br /&gt;&#13;&#10;Em Parintins Ã© tÃ£o gostoso declarar&lt;br /&gt;&#13;&#10;Garantido sou feliz por ter vocÃª&lt;br /&gt;&#13;&#10;O sentimento mais sublime desse povo&lt;br /&gt;&#13;&#10;Surge na voz do cantador a ecoar&lt;br /&gt;&#13;&#10;No toque forte da cadÃªncia ritmada&lt;br /&gt;&#13;&#10;Dos batuqueiros da Baixa&lt;br /&gt;&#13;&#10;Meu touro branco vem brincar&lt;br /&gt;&#13;&#10;Garra, emoÃ§Ã£o, raÃ§a e tradiÃ§Ã£o&lt;br /&gt;&#13;&#10;Bate mais forte o coraÃ§Ã£o da Batucada&lt;br /&gt;&#13;&#10;Contagiando livremente a galera avermelhada&lt;br /&gt;&#13;&#10;E o batuqueiro Ã© quem traduz essa magia&lt;br /&gt;&#13;&#10;Traduzida em harmonia no batuque do tambor&lt;br /&gt;&#13;&#10;E no compasso coraÃ§Ã£o vence o cansaÃ§o&lt;br /&gt;&#13;&#10;Garantido Ã© minha vida e meu amor&lt;br /&gt;&#13;&#10;Garra, emoÃ§Ã£o, raÃ§a e tradiÃ§Ã£o&lt;br /&gt;&#13;&#10;Garra, emoÃ§Ã£o, raÃ§a e tradiÃ§Ã£o&lt;br /&gt;&#13;&#10;Garra, emoÃ§Ã£o, sangue, suor e paixÃ£o</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/cadencia-a-servico-da-poesia</link>
  <title>guia .: CadÃªncia Ã  serviÃ§o da poesia</title>
  <dc:date>2006-7-17T19:23:10Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/a-cultura-da-solidariedade">
  <description>As canoas perfiladas chamam a atenÃ§Ã£o dos passageiros que se posicionam para observÃ¡-las. Esta Ã© a imagem de um momento dos mais tocantes durante a passagem de grandes barcos regionais de linha por comunidades ribeirinhas distantes de centros urbanos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Nas canoas estÃ£o crianÃ§as, seus remos, um hÃ¡bito amazÃ´nico lapidado pelo tempo e mantido pela sensibilidade dos viajantes. Os curumins e cunhantÃ£s esbanjam um misto de simpatia, esperanÃ§a e inocÃªncia no olhar, nÃ£o economizando sorrisos sabendo da chuva de objetos que estÃ¡ para cair no rio ou direto em sua canoa. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ã interessante diferenciÃ¡-las do conceito urbano dos chamados âpedintesâ, que ocupam os sinais de trÃ¢nsito nas grandes cidades, principalmente porque estas crianÃ§as sequer precisam fazer qualquer gesto que denote um pedido, tudo o que necessitam Ã© remar para posicionar sua pequena embarcaÃ§Ã£o e esperar. Junto com o barco, chega uma chuva de roupas, sapatos, brinquedos, biscoitos (comida Ã© sempre cuidadosamente envolta em sacos plÃ¡sticos) e atÃ© remÃ©dios, em um ato de solidariedade espontÃ¢nea comovente, com sentimentos de compaixÃ£o diluÃ­ndo-se na euforia das crianÃ§as que chegam a se jogar nas Ã¡guas para alcanÃ§ar os presentes. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Nem Ã© o caso de sentir pena pela carÃªncia de quem vive em comunidades semi-isoladas, a relaÃ§Ã£o nÃ£o Ã© essa. Tanto Ã© que antes de se atirar no rio, muitos chegam a jogar frutas para os passageiros do barco como forma de agradecimento. Assim, a cada passagem se manifesta a impressÃ£o de um encontro entre &quot;amigos que nÃ£o se conhecem&quot; ligando barcos e canoas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;AliÃ¡s, se o barco passar e nÃ£o cair nenhum presente, para elas jÃ¡ vai valer a brincadeira no &quot;banzeiro&quot; - ondas produzidas pelo motor do barco. Seja viajante ou ribeirinho, cada amazÃ´nida conhece o seu papel.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No folclore, estas crianÃ§as tiveram este hÃ¡bito retratado na apresentaÃ§Ã£o de 2003 do boi-bumbÃ¡ Garantido, representando figura tÃ­pica regional, a toada âPescadores de doaÃ§Ãµesâ levou para o espetÃ¡culo do bumbÃ³dromo a face mais solidÃ¡ria da AmazÃ´nia que se estende ao longo de todos os seus rios, mas que, no caso da toada, faz uma referÃªncia especÃ­fica Ã s crianÃ§as da regiÃ£o do chamado Estreito de Breves, no ParÃ¡. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pescadoras de doaÃ§Ãµes&lt;br /&gt;&#13;&#10;(Rozinaldo Carneiro / Aldson LeÃ£o) &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Na verde mansÃ£o dos deuses&lt;br /&gt;&#13;&#10;A realeza Ã© um simples rio&lt;br /&gt;&#13;&#10;Onde o sol despeja raios brilhantes&lt;br /&gt;&#13;&#10;Prateando as suas ondas que danÃ§am&lt;br /&gt;&#13;&#10;As canÃ§Ãµes do vento que alimentam esperanÃ§as&lt;br /&gt;&#13;&#10;Refletidas nos sorrisos das crianÃ§as ribeirinhas&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pescadoras de doaÃ§Ãµes&lt;br /&gt;&#13;&#10;Que se arriscam sempre ao desafio&lt;br /&gt;&#13;&#10;De colher os presentes lanÃ§ados&lt;br /&gt;&#13;&#10;Nas correntezas de um rio&lt;br /&gt;&#13;&#10;Que Ã© a vida e o sustento deste povo bravio&lt;br /&gt;&#13;&#10;Da AmazÃ´nia que canta este imenso Brasil&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pra navegar tem que se ter coragem&lt;br /&gt;&#13;&#10;Sobreviver tem que lutar&lt;br /&gt;&#13;&#10;Vem da tradiÃ§Ã£o dos viajantes&lt;br /&gt;&#13;&#10;Que navegam nessas Ã¡guas protegidos pela fÃ©&lt;br /&gt;&#13;&#10;Um belo e solidÃ¡rio gesto de amor&lt;br /&gt;&#13;&#10;De quem segue o seu destino, mas que em âBrevesâ voltarÃ¡&lt;br /&gt;&#13;&#10;Trazendo na bagagem uma nova esperanÃ§a&lt;br /&gt;&#13;&#10;Garantindo o amanhÃ£ dessas crianÃ§as ribeirinhas</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/a-cultura-da-solidariedade</link>
  <title>guia .: A cultura da solidariedade</title>
  <dc:date>2006-7-14T16:12:10Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/o-folclore-sinaliza">
  <description>A coisa Ã© realmente muito sÃ©ria. Tendo a Catedral de Nossa Senhora do Carmo como marco de divisÃ£o territorial dos bois, atÃ© as placas de sinalizaÃ§Ã£o da cidade precisam respeitar o limite de onde pode se utilizar uma cor ou outra, assim o visitante jÃ¡ fica sabendo por meio das placas nÃ£o sÃ³ onde se encontra, mas em que territÃ³rio estÃ¡ pisando...</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/o-folclore-sinaliza</link>
  <title>guia .: O folclore sinaliza</title>
  <dc:date>2006-6-23T14:24:45Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/curral-do-boi-caprichoso">
  <description>O mais importante no curral do boi-bumbÃ¡ azul e branco precisa ser dito logo de cara: Se vocÃª estiver trajando roupas vermelhas, volte para seu local de hospedagem para trocÃ¡-las por algo mais apropriado, ou seja, qualquer outra cor, ou entÃ£o esqueÃ§a! VocÃª nÃ£o vai entrar. E nem adianta gastar sua argumentaÃ§Ã£o dizendo que Ã© turista e que vai consumir... aqui VER-ME-LHO nÃ£o entra. Nem mesmo o da multinacional patrocinadora, como a foto mostra nas latas gigantes posicionadas nas laterais do palco. &lt;br /&gt;&#13;&#10;O Curral do Boi Caprichoso Zeca XibelÃ£o, leva o nome do primeiro tuxaua da histÃ³ria do bumbÃ¡, Ã© o lugar onde sÃ£o realizados os ensaios da Marujada de Guerra (nome dado ao conjunto de ritmistas do Caprichoso), tribos e festas nos finais de semana como a Tarde Alegre, onde as crianÃ§as brincam em um bem organizado boi-mirim e cultivam desde cedo a paixÃ£o pelo folclore local.</description>
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  <title>guia .: Curral do Boi Caprichoso</title>
  <dc:date>2006-6-20T15:52:28Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/peixe-na-orla-da-francesa">
  <description>Nada em Parintins surpreende mais o manauara do que o preÃ§o do pescado, sendo assim, o visitante sem frescura pode desfrutar de uma opÃ§Ã£o em frente ao Porto da Francesa, Ã³tima para o paladar e melhor ainda para o bolso.&lt;br /&gt;&#13;&#10;A banca do seu Nelson Paz (de azul escuro na foto), 53, estÃ¡ no mesmo local hÃ¡ mais de 20 anos, mas Ã© uma das duas Ãºnicas que vendem peixe. &quot;Demora pra assar e minha churrasqueira Ã© pequena, entÃ£o trago os peixes prontos de casa sÃ³ pra esquentar aqui&quot;, revela. O local Ã© repleto de outras bancas que vendem churrasco e pedaÃ§os generosos de peito de frango, sendo um ponto dos mais populares da cidade. &lt;br /&gt;&#13;&#10;O visitante nÃ£o pode deixar de prestar atenÃ§Ã£o no verdadeiro leilÃ£o realizado por pescadores recÃ©m-atracados no porto. Aos gritos de &quot;Jaraqui, trÃªs quilos por dois reais&quot;, com o passar das horas o preÃ§o vai sofrendo suaves reduÃ§Ãµes, chegando ao final da noite atÃ© por R$ 1,50.</description>
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  <title>guia .: Peixe na orla da Francesa</title>
  <dc:date>2006-7-01T12:29:24Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/o-flal-de-bolacha">
  <description>Colocar um suquinho dentro de saquinhos plÃ¡sticos, levar ao congelador para depois vender nÃ£o Ã© novidade em nenhum lugar do Brasil, mas talvez seja o que Alcirema Salgueiro de Sousa, 56, utilizou para inovar o sabor desta famosa iguaria popular na comunidade de Vila AmazÃ´nia, onde mora, hÃ¡ 30 minutos de balsa de Parintins e onde este doce gelado Ã© chamado flal.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ela Ã© a inventora local do flal sabor bolacha, isso mesmo: sabor biscoito. &quot;Se a gente faz de chocolate usa um pÃ³, se faz de morango ou uva, tudo vai ser suco em pÃ³ misturado com Ã¡gua para ensacolar&quot;, explica, justificando a idÃ©ia de diluir bolachas do tipo Maria trituradas em leite, Ã¡gua e um pouco de aÃ§Ãºcar.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Contando com um estranhamento inicial dos vizinhos-clientes, ela conta que ninguÃ©m resistiu apÃ³s provar o primeiro &quot;Foi eu inventar pra todo mundo vir comprar sempre e atÃ© comeÃ§ar a fazer aqui na Vila&quot;, comemora, revelando por meio de outra invenÃ§Ã£o uma personalidade criativa edificada em soluÃ§Ãµes aparentemente simples depois de executadas. &quot;Quando faÃ§o flal de cupuaÃ§u coloco sempre um caroÃ§o. Tanto curumim quanto adulto, quando acaba o suco chupa atÃ© ficar branco e se nÃ£o tiver ainda reclamam&quot;.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Alegre e comunicativa, Alcirema conta que vende tanto em sua casa como costuma receber encomendas especialmente quando sÃ£o realizadas festas em comunidades prÃ³ximas. &quot;Levo de trÃªs a quatro dias para fazer atÃ© 500 desses&quot;, explica, exibindo um flal de bolacha.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ao se despedir da reportagem do site Overmundo, motrando um bom humor inesgotÃ¡vel, ela brinca com a prÃ³pria criatividade ao ouvir a perspectiva de um reencontro. &quot;Quem sabe daqui a uns dias eu jÃ¡ nÃ£o estou fazendo atÃ© de piÃ§arra&quot;.</description>
  <link>http://www.overmundo.com.br/guia/o-flal-de-bolacha</link>
  <title>guia .: O flal de bolacha</title>
  <dc:date>2006-7-01T12:29:37Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.overmundo.com.br/guia/o-uniforme-numero-2">
  <description>&quot;Nenhum torcedor do Garantido vai usar uma camisa azul por mais que seja da seleÃ§Ã£o brasileira&quot;. A frase Ã© da lojista Valdilene Lopes, 35, que teve a idÃ©ia de fazer um uniforme especial do Brasil para quem nÃ£o quer torcer com a &quot;amarelinha&quot; famosa. O resultado Ã© exatamente este em detalhe na foto: uma camisa da seleÃ§Ã£o brasileira na cor vermelha.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Valdilene estÃ¡ em Parintins hÃ¡ apenas 5 anos, Ã© natural de SantarÃ©m, no ParÃ¡, e desenvolveu uma idÃ©ia tÃ£o sintonizada com a rivalidade do folclore local que promete ser a sensaÃ§Ã£o neste ano de Copa do Mundo. &quot;Tive a idÃ©ia e encomendei  25, mas mal eu coloquei no mostruÃ¡rio da loja e foram todas vendidas&quot;, comenta. ApÃ³s o sucesso, encomendou mais 100 camisas Ã s pressas e jÃ¡ soube que seu fornecedor estÃ¡ faturando em Manaus com sua criaÃ§Ã£o. &quot;Ele disse que tÃ¡ vendendo muito lÃ¡ e eu fiquei muito feliz, espero que as minhas cheguem a tempo de fazer mais sucesso aqui tambÃ©m&quot;, comenta a lojista com bom humor e desprendimento caboclo.</description>
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  <title>guia .: O uniforme nÃºmero 2</title>
  <dc:date>2006-6-10T14:26:27Z</dc:date>
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 <textinput rdf:about="http://www.overmundo.com.br/home/busca.php">
  <name>txtBusca</name>
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  <title>Buscar:</title>
  <description>Busque notícias no Overmundo</description>
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