Livre de corpo e corpos
Ausente de alma e troços
Libertário escravizado por si
Asceta do ego covarde
Refém do próprio poleiro
Sem tempo, Sem tudo, Sem algo:
A liberdade de ser puro e inteiro!
Aos livres assim restam só aplausos
Momentâneo de seus tolos espelhos.
muito bom!!!!
gosto do modo que escreve, junto vem um cenário.parabéns!
parabéns!
gostei muito.
parabéns, texto muito bom.
abs.
maravilha de versejar!
abs
amigo(a) do overmundo:
obrigada pela atenção em ler e comentar esse poema!
um grande abraço,
Francinne
Legal Francinne. A solidão nos faz mais maduros.
Jotaoliveiraa · Brasília, DF 26/1/2007 01:59vc acha? obrigada por comentar.
Francinne Amarante · Brasília, DF 29/1/2007 01:26
Que belo desfecho, Francinne!
Não sei não, mas eu acho que os espelhos as vezes fingem que são tolos e aplaudem para sempre serem vistos.
A gente percebe isso em nossos próprios olhos,que são espelhos da alma. Mas oteu trabalho é sempre fabuloso.
Carlos Magno
Carlos:
sabe...é uma das verdades.
vc está certo.
obrigada por apreciar meu trabalho.
bj
Linney,
oba! obrigada.
valeu pela visita,viu?
beijão
Fran
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