Me vendeste o amor mais bélo,
o mais lindo entre todos os amores da vitrine.
Me garantiu um amor com som de célos,
um amor expandido,moderno,que não oprime.
Teu amor era falso,que novidade,menina...
como qualquer outra coisa vinda da China.
Quem nunca comprou dos chineses que atire a primeira pedra...
Eu sabia: era nisso que a liberalização dos capitais internacionais e a falta de controle aduaneiro nos levariam a isso. Já estão falsificando até as ilusões amorosas... ou será que estás nunca foram originais.
Tantas dúvidas!!!
Valeu, camarada. Gostei do poema. Não tem um tom de mágoa pessoal ou de paixão pensada com a maior parte das coisa de "amor" que tenho lido por aqui. Só não digo que está na "medida certa" porque nenhum bom poema está.
Até mais ler, bróder.
P.S.
Estou com pouco café hoje. Quando é assim minha sintaxe fica péssima.
Desculpe os erros crassos de minha má gramática.
Poxa, Ayruman, estou desconfiado que tu não lê os poemas que comenta, pelo menos não inteiramente.
Quase todos os teus comentários são frases prontas, de caráter genérico, que bem podem ser aplicadas a qualquer coisa, desde de receita de bolo à lista de condenados das galés.
Ou isso é um tipo ultra-refinado de desdém quanto ao - na sua opnião - baixo nível de qualidade da produção poetica dos participantes do Overmundo, sendo portanto algo que me escapa completamente à compreensão, ou é só um descuido mesmo.
Em ambos os casos, por favor, por mim, tente evitar esses lugares-comuns, sim?
Beijos!
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