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Eu.. Minha invenção
Francinne Amarante · Brasília (DF) · 15/7/2008 21:45 · 161 votos · 12 comentários ·  
1
overponto

vivo em vários ritmos,
mas não vivo sem música.
ar, água, fogo, brisa..
riso, dor, luz, fúria
flores e vícios estão em minha poesia.
ela respira.
eu verbo.
eu movimento.
eu vento.
eu vôo.
eu amamento.
eu amo, com todos os sentidos.
eu apreendo..um dia..mas se sou notívaga..
eu compreendo.
as cores, generosas que são, me fascinam.
eu gosto da mistura, da doação.
da cria e'd'ação.
eu sou a dança.
amiga da plenitude.
nunca fui santa.
mas sou minha..
minha invenção.
sobre a obra
Eu.. Minha invenção


tags: Brasília DF poesia francinne-amarante balaio-cultural eu-minha-invencao cerrado
 
canto_esquerdo informações canto_direito
Autoria   Francinne Amarante
Data   15/7/2008
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Somos nossas, rs. Inventar e reinventar ao vento...Parabens Francinne. Show como sempre.
Notívaga...
Cintia Thome · São Paulo (SP) · 13/7/2008 10:25 
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Bela invençao, portanto!
Belo poema, como sempre!
beijos, Fran.
Branca Pires · Aracaju (SE) · 13/7/2008 13:31 
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melhor ainda
a gente vive se reinventando.
Um abraço

EdimoGinot · Curitiba (PR) · 14/7/2008 09:36 
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Vários eus de si!!!
Muito bem estruturado o poema, de maneira gostosa de ler, tece sua colcha de retalhos de eus variados, sua própria criação da criatura de dentro...
Parabéns
beijo
Cristiano Melo · Brasília (DF) · 14/7/2008 09:37 
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Invenção de você, feita de cores, de flores, de danças.
Sensívelmente bela como o poema, fez-se a mulher.
Lindo!

beijos
Saramar · Goiânia (GO) · 14/7/2008 15:15 
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Beijos e votos
Homenino Poeta · Porto Alegre (RS) · 15/7/2008 07:48 
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Uma bela invençao. bj
j.alves · São Paulo (SP) · 15/7/2008 09:22 
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Como cantava Cássia Eller: " sou minha, só minha e não de quem me quer, sou deus, sua deusa meu amor". Bela poesia, votada. Grande abraço.
Fabrício Costa · Vitória (ES) · 15/7/2008 10:15 
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E te reinventas a cada verso, a cada poema novo, como a poesia te penetra e te envolve, enlaçando-te e te alçando a vôos, muitas e muitas vezes - que bom! - inesperados.
E, ouve o som que o vento te carrega: são os aplausos em meio a chilreios do fim das tardes, das noites quevão te animar, por onde vagas.
Adroaldo Bauer · Porto Alegre (RS) · 15/7/2008 23:41 
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Bravo Poeta! Bravo!
Abs
casa do poeta · São Paulo (SP) · 15/7/2008 23:48 
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Fran.
Um dos mais belos inventos que conheço. Que maravilhoso reiventar do amor, da vida.
Beijos
Noélio
Noelio Mello · Belém (PA) · 16/7/2008 00:02 
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Como sempre mais uma bela invenção.lindooooooooooooooo
carol de trancinhas · Brasília (DF) · 21/7/2008 00:52 
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