Nos campos de parreiras
Passeávamos ébrios
No céu marinho o fulgor da lua
Cingia o horizonte etéreo
Uma roxa neblina algodoada
Forrava as videiras
Refletindo a cor das uvas
À nós chegavam lufadas
De pólen inteiras
Doces aromas, uma fartura...
Valseavam as árvores
Na calma e frÃgida madruga
E ali nós, pequenos amantes
Diantes ao primor da natura
Castanhos cachos esvoaçavam
Sua tez irradiava feito gelo
Toda doce, mais que mel
Grandes olhos tÃmidos me miravam
Brilhantes escondiam um anelo
Portais para o matutino céu...
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