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Dessa madrugada fria
Os versos fervem
Queimam e lanham a pele
A seta mira
Atenta aos silêncios
Interrompe o nexo
Olhos, ogivas, flechas
Rente ao que me resta
Fome e sede
Aspira atrito, fele
Arde em sanha
Flexo na dança
Rompe a hora
Agora!
IntermiTente sair dessa..
Francinne Amarante
tags: Brasília DF poesia francinne-amarante felideos verso flexo arde aspira sanha danca mira interrompe nexo
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Bela construção poética Francinne!
Beijos e até logo mais!
Cherry Blossom · Dracena (SP) · 25/5/2008 15:38
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Francine,
O peso poético da solidão devorando noites, e o amanhecer é mais que um convite iluminando e aquecendo, e uma flecha flexionada em nexo, mira um "Agora".
Auroras são alvos, dependendo da luz com que nos rebatam de nós mesmos.
Belíssimo, um abração.
AbraAo · Rio Branco (AC) · 25/5/2008 17:34
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Faz tudo para atrasar a aurora, anela à saciedade: felicidade!
Adroaldo Bauer · Porto Alegre (RS) · 25/5/2008 18:53
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voto e beijo
Cherry Blossom · Dracena (SP) · 27/5/2008 01:06
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Francinne
Perfeito...Sempre
Olhos, ogivas, flechas
Rente ao que me resta
Fome e sede
bj
Cintia Thome · São Paulo (SP) · 27/5/2008 10:02
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Já acho bom no blog apesar de não deixar comentário, melhor ainda aqui.Voto certo.Beijuuusss
Rafaela Silva Santos · Ribeirão Preto (SP) · 27/5/2008 12:23
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