Dessa madrugada fria
Os versos fervem
Queimam e lanham a pele
A seta mira
Atenta aos silêncios
Interrompe o nexo
Olhos, ogivas, flechas
Rente ao que me resta
Fome e sede
Aspira atrito, fele
Arde em sanha
Flexo na dança
Rompe a hora
Agora!
IntermiTente sair dessa..
Francinne Amarante
Bela construção poética Francinne!
Beijos e até logo mais!
Francine,
O peso poético da solidão devorando noites, e o amanhecer é mais que um convite iluminando e aquecendo, e uma flecha flexionada em nexo, mira um "Agora".
Auroras são alvos, dependendo da luz com que nos rebatam de nós mesmos.
Belíssimo, um abração.
Faz tudo para atrasar a aurora, anela à saciedade: felicidade!
Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 25/5/2008 18:53
Francinne
Perfeito...Sempre
Olhos, ogivas, flechas
Rente ao que me resta
Fome e sede
bj
Já acho bom no blog apesar de não deixar comentário, melhor ainda aqui.Voto certo.Beijuuusss
Rafaela Silva Santos · Ribeirão Preto, SP 27/5/2008 12:23DaDos concretos para traduzir estados de alma. ADOREI
Edson1970 · Mossoró, RN 15/7/2011 11:09Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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