Gosto da solidão
gosto da solidão, um tipo apenas...
aquele que silencia e traz a paz que alimenta.
ficar só consigo e escutar a chuva é gostoso
sentir o sol manso dourar a pele,
cultivar e ver crescer minhas flores.
esse estar só, transforma;
embeleza a alma, os sonhos, a realidade.
mas há em mim, outro tipo de solidão.
aquele silencioso tormento,
onde choramos a falta de algo
de alguém que demora.
a lágrima desse choro é o meu sangue
que inunda a eternidade de vermelho incolor.
dessa solidão não gosto! porque é dor.
que seja breve esse instante, esse vazio!
que o tempo voe com os anjos!
traga com ele esse dia tão sonhado.
e quando o momento chegar,
que demore toda a beleza
desse amor que está.
Francinne Amarante
Das duas saem versos magníficos...
Agradecido.
Beijos
choramos a falta
de alguém que demora
...
a lágrima é sangue
vermelho incolor
...
És ainda a primeira das primeiras das primeiras das primeiras das primeiras das primeiras de todas nós pessoas overmundanas.
E tem mais de mês e não vazou.
Então, engravidou.
E deu nessas lindices que vens fazendo, né mesmo.
Sou prima fã de ti, Frann.
beijin, granadin
Poeta José,
agradecida fico eu, amigo.
beijão pra vc
Fran
Juli!!!
que sumiço, hein? senti sua falta, viu?
---
não penso assim. mundana as vezes sim, sou. quem não é?
---
hahaha..talvez esteja sim. amanhã farei o teste.
---
sou sua fã e vc sabe disso.
---
beijão e some mais não.
Fran
Mas bah, guria.
Atirei numa corruíra e acertei numa águia.
Eu tava falando (aqui baixinho, só entre nós) da tua posição no ranquingue dos karmas e tu me vens com lindezes hipo´téticas possíveis de bebezices.
Quando disse vazou, lá, é como a rapeize tá dizendo pelaí pra gente saltar fora: vaza!
daí liguei com o fluxo, por mera bobalhonice.
E viu, só.
Isso só não é sintonia fina porque tu não é de rádio.
Tuvê, eu só vejo Tevê.
Pra ti, beijin.
E que seja o que queiras, querida.
Vistes o presente lá pelo teu perfil?
Té.
Diz o que foi que deu no teste, depois, tá?
hahahaaaa.......
essa Juli! é maluquinha mesmo.rs..
é brincadeira, menina!!!!!!!!!
quer dizer...vc nunca diz coisas assim.. em português, é meio "brasilereis mais". culpa sua! vc fala "juliaures", rs.
eu entendi o que vc disse. por isso respondi "não penso assim", karma não é (ou não era pra ser) mais importante que poesia, não acha?
beijos pra vc. ahhhhhh.. o teste 'já deu' negativo.rs
vou 'abrir' meu presente, vou procurar primeiro. valeu!
obrigada , viu? mesmo.
Oía, guria!
tô há muito sempre de pézin atrás com tu, mom bisu, tanto que nem me convidei pra madrinha, que seria muito mais adiantada.
Se não vai ter nenén, Tininin e Tuiuiu pra tu, tá. Eu Pererê.
Mas como as coisas na vida são e não são e depois sansão, eu fui daqui pra lá, de lá pra cá e fiquei dalila, sem me envergonhar de que a gente pode se impressionar errando e errar de impressionada.
Era nenén, já é não-não.
Bem, tá tudo bem, se tá tudo bom.
gostei de voltar a ver-te, ler-te
e fleur-te.
(agora, só entre nós, de novo: tá um frio danado aqui e trocastes a foto da solidão, não foi?)
mas não precisa de ficar de "pézin atrás" comigo! que coisa!
ainda não entendeu? quando eu gosto, eu digo. quando não gosto, nem me importo. quando me atacam (e sem motivo), aí eu viro bicho..só isso. no mais, menos.
agora eu não entendi o lance da foto da solidão..(parece música, não? foto da solidão, escuro da solidão, vazio...ah tá batido!)
mas continuo não entendendo o papo da foto... (?)
ficou belíssimo seu poema, fui ontem na edição (essa madrugada).gostei muito mesmo. é meu o presente? se sim..muito obrigada, adorei. se não, agora fica sendo.
beijos, muitos beijos, amiga...volto mais tarde, tenho que correr pro trabalho.madrugada eu apareço.
:)
Belíssimo poema. Linda imagem.
Agora... Essa conversa de vocês está divertidíssima!! O "juliaures" da Juliaura é realmente incrível! Sempre adoro quando vejo comentários teus, seja onde for.
Beijocas
hora do intervalo, e eu aqui no overcontato..massa!
Francinne Amarante · Brasília, DF 4/7/2007 22:55
Fê!!!
sempre bem-vinda. obrigada pela visita!
a Juli é muito divertida, sim. gosto muito dos nossos papos, mas esse dialeto é 'brabo'!.. "a gente se confundi, mas a gente se entende!" rsrs
Fê, vou te contar um segredo ( essa menina é muito é da letrada, dá banho no nosso ( ou melhor, no meu) português 'inho'. tenho que nascer algumas vezes pra ter a cultura dessa moça... é sério!..ela pensa que me engana..engana não, bem. é que ela é tímida e não gosta de ficar contando...
repara, repara as entrelinhas...
hahahaaaaaaaaaaaaa
beijo pras duas.
;)
caramba!!! me descobriram aqui no 'overcantinho' respondendo vocês, e...tenho que ir. madrugada volto..
eh povo que grita aqui nesse Balaio, eu heim... bj
Fran: Tá mais fácil te encontrar aqui que no seu e-mail e celular (jogou fora? atende) liga hj qd acabar a gravação.
O poema tá show. É vc no desenho?bj.Fui
ai lê, tou caindo de sono, depois nos nfalamos..beijinho.Eu
Francinne Amarante · Brasília, DF 5/7/2007 08:30
Alô, bailarinaaaaaá!
Aqui, funcionária, na escuta, copiando.
Mais sério agora:
Fica jogando estrelinha, serpentina, confete e purpurina assim que eu confio, acredito e saio espalhando pelaí e,
de repente,
não mais que de repente,
dou com o nariz na tábua.
É pura inspiração da minha avózinha, Frann.
Ela ri que se desmancha das sugestões que dá pra eu misturar nos assuntos nossos.
Vê que lembrou até do Ziraldo, "aquele guri de olho azul que faz o Saci Pererê", segundo ela própria.
E aí eu misturo as letras de toque dela, ela sim é muito letrada, com as minhas e vou aprendendo e gostando desse estilo assim, bacanin, meio menina, meio índia-tupiniquim.
Ela ficou de me dar de presente a coleção do Pasquim, pra eu conhecer o henfil e os Fradinhos.
Não vejo a hora de ler.
Diz que foi uma época danada e uma imprensa ousada.
Diz ela e eu acredito.
Das fotos, Frann:
Tem a do avatar, que agora é toda sorriso lindo, pra que eu fiz aquele presentin, sim, pra ti.
E inspirada, sim, daquele jeito que escrevi.
E tem a outra, desse postado aqui, que eu não tinha percebido ou achei que era outra e é muito, mas muito da linda mesmo.
Bailarina, porque entra a madruga no trampo.
Funcionária, eu, porque folguei, dormi cedo, e já estou na, como é mesmo aquela palavrinha, vó?
Ah! Na labuta!
Sem rima, fia
Só se for com batuta
vê se alivia a guria
Nã faz chacota marota
Ela é ainda um broto,
pode nem saber nome feio
imagina que aperreio.
Viu como é minha vó?
Se ela enxergasse melhor não recitava mais pra mim, tava aqui direto falando contigo.
É dona Marinalva, essa velinha maranhense 100 por cento, como Gil dizia de Claudina.
Tá, não vou ficar aqui contando a história da famíia toda e torrando vossas paciências, santinhas.
Fui.
Beijin, carmesin
Ah, querida!
Li algum Pasquim e adorei! Não vou me lembrar onde ou quando... Creio que na casa de vó ou tia... Vai saber... Leia! Vais gostar!
Adorei a sua avó!
Adoro a minha avó também! Saudades imensas dela. Dois dias apenas para beijá-la novamente!! Alegria, alegria!
Minha avó também não está por aqui não, mas só porque ainda não apresentei... Ela tem e-mail e faz compras pela internet. Tem NET digital e disse que só não entra no Orkut porque não vai achar nenhum amigo porque "ou morreram ou têm medo de computador" - o que certamente não é o caso dela.
Também não quer celular. Não precisa... Está sempre em casa, envolvida com seus livros, suas novelas (que ela escreve) e as novidades tecnológicas que ela ADORA.
Nossa!! Que saudades!!!
Chega de falar da família também!!
Beijos
Bravo Francine! Também gosto da solidão boa, que transforma. preciso dela, na verdade.
Lindos versos.
"aquele que silencia e traz a paz que alimenta."
"embeleza a alma, os sonhos, a realidade."
A solidão que permite entrar em contato com os proprios segredos, sonhos e desejos... uma solidão que quase ninguem lembra, mas que todos precisam.
Tudo foi muito bem descrito por você de uma forma bonita e gostsa de ler.
Parabens mais uma vez.
Beijo
"aquele que silencia e traz a paz que alimenta."
"embeleza a alma, os sonhos, a realidade."
A solidão que permite entrar em contato com os proprios segredos, sonhos e desejos... uma solidão que quase ninguem lembra, mas que todos precisam.
Tudo foi muito bem descrito por você de uma forma bonita e gostosa de ler.
Parabens mais uma vez.
Beijo
Francinne,sempre um belo poema,parabéns!!!!
linney · Canoas, RS 5/7/2007 19:31
Juli,
nada de confete não, digo porque é verdade mesmo!
mim entende tú...rs
obrigada mesmo pelo poema. amei, viu?
---
A Turma do Pererê? entendo. que legal!!! ah, então ela ainda é uma menina, e muito descolada. O Pasquim nem tem tanto tempo assim, ‘bombou’ nos anos 60/8, na época da tal... (falo baixinho) coisa DITAeratãoDURA que até o pererê deixava de frescura, inventava outra perna e saia correndo dos ‘ MIliCOs’, rsrsrs
Pô, sua avó, deve ter muita estória pra contar.. [que tal convidá-la pra escrever uma matéria pro overmundo, aposto que dará capa!!! ]
puxa Juli! pergunte à ela se é verdade que Ziraldo fez um mural de quase duzentos metros no canecão, e os espertos escondem atrás de um painel de madeira..
eu não conheço o canecão .. fica longe daqui. será que já arrancaram? se ainda não.. vou arrancar tudo.. depois vão mandar me prender.. mas..
---
beijão pras duas meninas.
Fran
Fê! percebe que nossa geração tá meio lenta? a galera nem gosta mais de ler.. e poemas então..pra quê? 'se o lance é batatinha quando nasce..' também sinto falta de arte na grade curricular do ensino público. Música, teatro e outras manifestações poderiam ser boas opções, né não?
poderíamos aprender muito com a geração dos anos 60/70 e outras.. que delícia é ter avós, né não? pena! meus avós estão em outro plano, mas amo e sinto saudades. saudade boa!
beijão querida!
paulinha,
tudo bem?
que bom que gostou do poema.
obrigada, viu?
bj
IZAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
(minha irmã, galera!)
valeu maninha, beijos!!! muitos!!!
Eu
Linney!
sempre presente, coisa boa.
puxa! fico feliz por vc ter gostado. muito obrigada pelo carinho.
bj
Ai...
Doeu lá no fundo!
Não chores, menina...
Deixe disso de estar só... e sorria!
(Fácil é falar...)
Adorei... de novo!
Mais abraços
:) :) :) pronto!
ei..Ronye voltou!!! coisa boa.
obrigada
bj
Fran
Adorei a tua Solidão...Mas como tido, ela é efêmera...
Cintia Thome · São Paulo, SP 7/7/2007 10:50
Cintia,
quase tudo é efêmero, não é mesmo? ainda bem..
obrigada pelo comentário e visita.
abraços
Limdíssima esta tua solidão amiga poeta Francinne. Meus sinceros aplausos e beijos.
Carlos Magno.
oba! obrigada querido.
beijos pra vc
Fran
Lindas, lindas palavras.
E essa distinção entre a solidão que acalma e a que entristece... incomoda ficou além de perfeita.
Parabéns.
Abraços.
w@nder,
que bom! obrigada oela visita.
abraços
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