A carne pede
A carne se perde
A carne enfraquece
Um toque em sua pele
Basta para me tentar
A sua enrijece e molha
Um desafio à carne minha
Que insinuante e oferecida
Amolece, faz o mel e convida
A seta aponta o caminho
A mente já tonta silencia
Agora é selva e instinto
Nem lembro o que a cabeça pensa
Meu comando é rifão e ditoso
Nenhum pudor catequista me resta
Sou presa, predadora e fera
O coito me eleva ao furor uterino
Sem regras, sem pressa, sem juízo.
Francinne Amarante
"Furor uterino, sem regras, sem pressa e sem juízo"
Quanta inspiração!
Nada à declarar.rs
bj
Clarinha
Você está muito ajuizada... rss
Beijos!!
Lindo... poesia e instinto! Parabéns!
Tati MOTTA · Belo Horizonte, MG 25/5/2007 06:56
Clarinha, que sumida vc!
quem me dera..
beijos, amiga.
Fran
José, meu poeta cheio d graça, né?
ajuizada sim...
beijão, querido.
Fran
Tatiane,
obrigada! seja muito bem vinda, tá?
bj
Francinne
"Carne"
"pele"
"instinto"
"fera"....
mesmo "sem juízo"...
uma demonstração de sensibilidade!
parabéns!
abraços!
Juli:
Ahhhh, nem foi nada disso! pirei um pouco aqui (dentro) ... passou. :)
Tá belíssimo o poema! Muito obrigada, muito mesmo!
Fran
Célio, valeu querido! obrigada .
Fran
Maravilhoso, Maravilhosa. Meus sinceros aplausos.
Carlos Magno.
Magno Carlos..obrigada!
meu abraço.
Fran
e viva a lascividade!
Senhorita Miller · São Paulo, SP 27/5/2007 22:55
..e os sete sentidos, a liberdade e a poesia!
valeu senhorita Miller!
bj
Fran
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