Medonha coisa que cega a gente
É tão bonita a maternidade de estrelas poeirentas
Nada a fazer se cada um é o que sente
Não vejo mais a graça daquela estrela
Rara que pensei ser ascendente
Então era só mais um cometa, cadente
Ausente, um presente perdido no espaço
Agora saudade, sem futuro, sem nave
Sem templo, sem tempo, sem par
Reluz indiferente
Francinne Amarante
Reluz dentro da tempestade,
eclipsando o ascender da estrela,
em negra noite indolente,
a tempestade é feita do que a gente sente,
e cada um olhando o seu próprio sentir,
não vê tão rara estrela fulgaz cometa,
que rekuz em rastro de ascender ou cair...
Beijo,
que linda a Poeta, Mulher.. Dora!
beijos querida
e obrigada sempre.
Fran
Nada a fazer se cada um é o que sente
Não vejo mais a graça da estrela
SEM PAR...
bjs
oi Branca!
pois é..
nada a fazer com o passado.
um beijo querida.
Mas ao votar te digo minha linda...Há tanta graça até numa estrela cadente.Um beijo em seu coração.
clara arruda · Rio de Janeiro, RJ 9/4/2008 12:25
Ola pssoa!!
"...um cometa, cadente
Ausente, um presente perdido no espaço
Agora saudade, sem futuro, sem nave
Sem templo, sem tempo, sem par
Reluz indiferente"
Bela colaboração pro over...
At +, 1 abrço.
VOTADO.
TO EM EDIÇAO COM O TEXTO ABAIXO
http://www.overmundo.com.br/banco/o-seu-lugar
AJUDE ME A EDITA-LO
Clara querida,
muito obrigada por estar tão presente nos comentários. fico feliz!
é bem verdade, são lindas também as estrelas cadentes.
mas.. não leve a sério o que escrevo. estou em movimento constante.
um beijo.
fran
obrigada, Pierro!!!
até mais.
outro abraço!
Fran
Elio,
tudo bem? obrigada por votar.
vejo sim seu texto, ta bem?
abraços,
Fran
Francine,
Título e imagem em sintonia...
Uma maternidade de estrelas poeirentas
Paralelismo incontesto à natureza humana, cósmica.
Nas releituras obrigo-me a destacar, na íntegra:
Medonha coisa que cega a gente
É tão bonita a maternidade de estrelas poeirentas
Nada a fazer se cada um é o que sente
Não vejo mais a graça daquela estrela
Rara que pensei ser ascendente
Então era só mais um cometa, cadente
Ausente, um presente perdido no espaço
Agora saudade, sem futuro, sem nave
Sem templo, sem tempo, sem par
Reluz indiferente
e me deparo com o cerne da sua questão:
Nada a fazer se cada um é o que sente
Não vejo mais a graça daquela estrela
Rara que pensei ser ascendente
Me debruço sobre poemas, de valor iguais aos teus,
devoro-os, com a ânsia do aprendizado,
Grato por seu belo poema...
Ao ler e poder comentar fico lisonjeado.
Votos com Louvor.
Bjs
Beto
Beto!
o meu querido, diante desse comentário, não sei o que escrevo.
mas digo que me incentivas muito a escrever e colher da alma o que precisa ser.
muito obrigada! mesmo!
beijos.
Fran
Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
A Revista Overmundo está chegando ao fim de sua primeira temporada e você não pode perder a oportunidade de colaborar! A edição nº 6 da revista,... +leia
Você conhece a Revista Overmundo? Baixe já no seu iPad ou em formato PDF -- é grátis!
+conheça agora
No Overmixter você encontra samples, vocais e remixes em licenças livres. Confira os mais votados, ou envie seu próprio remix!