O arquivo encontra-se após as resenhas e comentários, mais abaixo.
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Janeiro de 2008
Zé Poeta Emociona com a Leitura d'O Dia do Descanso de Deus
A literatura policial, gênero que já foi considerado menor, hoje é sem dúvida um clássico. Quem não se move ante a pergunta: “Quem é o culpado?”.
Nesse caso, a “culpa” é de um processo lento entre o conflito do passado, com a falta de clareza do presente e a intangibilidade do futuro.
Li o Dia do Descanso de Deus, e confesso que me surpreendi. Vi na novela, a determinação de um Ahab na busca pela vingança ao cetáceo que lhe arrancou a perna em Moby Dick.
Vi os detetives e seus ajudantes enfrentando a agrura que é desvendar um mistério. Vi tua fluência ao brincar de esconde-esconde nas idas e vindas do texto. Vi tua ousadia ao revelar (ainda na metade do texto) o culpado, mas escondê-lo mesmo assim de um(a) leitor(a) que vai “compreender” a motivação apenas nas últimas páginas. Vi o ritmo de aventura necessário aos tempos atuais, todavia regado a chimarrão e aquele olhar fraterno, mas não totalmente aberto à primeira estampa, do gaúcho. Vi uma persona que já nasce clássica tal qual o pistoleiro fantasma que volta para a vingança no Outlaw do Clint Eastwood, que é o Romão e seu hábito de cuspir na própria sombra.
Mas, principalmente vi, (e é aí que para mim que o conheço de esguelha) a forma como resolvestes o mistério de escrever um texto moral, nas veias de um militante.
Nunca deixamos de ser o que somos, e no teu caso, isso está no texto. A política é presente sem ser chata. No trânsito das idas e vindas há um signo comum que é a unidade em torno de um compromisso do trio de amigos que sequer o tempo ou o Descanso de Deus, podem abalar. Muitos militantes, picados pela mosca azul do Machado, deveriam entender o que conseguistes “enuviar” em teia de fina ironia e... mistério, célula constitutiva de todo bom policial.
Confesso a grata surpresa, quando beiras o surrealismo em alguns trechos envolvendo o Domício, durante toda a trama, principalmente no final onde parecemos emaranhados numa lógica aparentemente sem sentido.
Além do que o humor, e esse é um traço teu muito forte, naquele olhar maroto quando: “pega a gente de jeito”.
li-o em Cambará do Sul, diante das auracárias no Parque Nacional dos Aparados da Serra e, assim como os pais de Romão, fui longe estender minha rede para encontrar meu interior.
Parabéns pelos mistérios e pela lição de moral aos que traem os sonhos.
Depois, devemos estar atentos ao coma que os olhos verdes e personagens fortes podem causar em nossos fracos corações, principalmente, quando são Divinas as Lauritas.
José Sílvio Amaral Camargo
zehpoeta@gmail.com
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31 Agosto, 2007
Uma crítica de cátedra
Marília Corrêa Machado*
Na novela O dia do descanso de Deus, Adroaldo Bauer apresenta, já na escolha do título, uma proposta intrigante.
Fato que leva, ao leitor mais atento, a certeza de uma boa leitura.
Numa trama que envolve personagens densos e introspectivos, percebe-se no inaugurado escritor uma importante bagagem literária de leitor.
Em sua primeira novela, Adroaldo já demonstra sua veia literária na linguagem do coloquial, do regional, dos fricotes e dos bordões.
O que remete à leitura crítica do registro como resgate de uma “tradição”. Aspecto que ecoa, em verossimilhança, no curso que fizeram os canônicos, tais como Machado, Érico, Drummond, Vinícius, Bandeira, Quintana, João Cabral...
Numa arqueologia do popular.
Contudo, a linguagem do regional é registrada como um legado histórico inscrito na geografia pessoal dos personagens da trama O dia do descanso de Deus.
O local onde se dá a tragédia com Divina, a doce personagem através da qual deriva a novela, é Porto Alegre registrada com afinco e devaneio em meio à nuvem da ditadura de pau-de arara.
Neste espaço e tempo de palavras desterradas, e desterritorializadas pela contemporaneidade, tem-se o prazer de averiguar, com singular empatia, um cotidiano (a)temporal que pertence a todos que dão devida importância à memória, interior e exterior.
Desterro - SC, Inverno, 29/08/07
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* Marília Corrêa Machado é professora, graduada em Artes Plásticas, autora da tese de mestrado em Teoria Literária "O gosto do nunca e do sempre, Um estudo sobre o tempo e o espaço na poesia de Mario Quintana."
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02 Setembro, 2007
O dia do Descanso de Deus tira o sossego de leitora
Vida de correria, falta de tempo, exposição constante ao cenário imagético da vida cotidiana...
Quantos são os motivos que nos afastam hoje da ritualidade própria da leitura, que demanda do leitor disposição para se implicar com a “quietude” do livro.
Mesmo sendo amante inveterada de literatura, como não estou imune a este contexto, vinha há algum tempo experimentando a dificuldade de me envolver com este objeto de desejo.
E, diante da culpa por entregar-me ao ócio da leitura que interrompe o ritmo frenético do cotidiano, não hesitava em declinar deste prazer...
Afinal, “Deus ajuda a quem cedo madruga”...
Mas eis que, como que caído do céu, o livro de Adroaldo, que conheci por acaso no Overmundo (bendito acaso!), me devolveu o direito à preguiça.
“O dia do descanso de Deus”. Se Deus descansa, por que eu, pobre mortal, não poderia também descansar?
Mal sabia eu que à preguiça divina sobrevém a insídia pérfida do diabo.
Eu aqui de livro nas mãos deliciando-me com a novela - deixando de lado a rotina escravizante do dia-a-dia – enquanto as criaturas da novela se lascavam num redemoinho de tragédia.
Seria isso justo?
Tanto não seria, que o descanso tão esperado não me foi dado...
Magistralmente fabricada, a trama não me concedeu sossego: a ausência de temporalidade linear exigiu de mim atenção e esperteza; o suspense me deixou tensa; o envolvimento com os dramas das personagens tirou-me o fôlego.
Adroaldo você não me deu descanso e, ainda assim, não me resta outra coisa senão lhe agradecer de coração.
Seu livro me devolveu o que Ítalo Calvino considera como faculdade humana fundamental: a capacidade de fazer brotar - do alinhamento de caracteres alfabéticos negros deitados sobre o papel - a sensibilidade e a imaginação, ingredientes sem os quais a vida não passa de uma página em branco.
Me chamam de Ize.
Mas meu nome é Maria Luiza Oswald.
Sou carioca da gema: nascida, criada e vivida em Ipanema. Ler é uma de minhas predileções. Também gosto de ser professora, profissão que desempenho na Faculdade de Educação e no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Fiz o doutorado porque pesquisar é outra coisa que adoro fazer.
E, coerentemente com minha paixão pela leitura, essa é minha área de interesse no campo do magistério e da pesquisa.
Ia me esquecendo de dizer que sou “overmundana” e que essa condição fez de mim o que mais importa nesse perfil: sou leitora de Adroaldo Bauer.
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24 Setembro, 2007
Incrível e maravilhada resenha de leitora sobre a novela O dia do descanso de Deus
A primeira tarde
Era uma tarde nebulosa quando resolvi destrancar a minha ansiedade em viver O Dia do Descanso de Deus. Mas insisti em não adiar nem mais um minuto sequer o meu descanso de mim. Desenhei um imenso sol na areia branca da prainha na margem do Rio Tubarão, cercada por manguezais, vento, nuvens instáveis em cheiro de maresia. Deitei e abri o livro, e o sol se abriu num doce e quente sorriso.
Romão, o homem de valentia calada. O homem de alma encerrada dentro do medo de até por sua própria sombra surpreendido ser. Alma desconfiada amparada pela valentia de se fazer temer para não ser atraiçoada.
O sol ficou sob nuvens riscando o céu com raios vermelhos volatizados, parecendo um pescoço ensangüentado à navalhada.
E a tarde se fez paixão
Até Divina aparecer.Tão formosa, e terna, e breve, que fez o sol reaparecer ardendo suave e leve. E Romão, tomado, fisgado, de súbita e desconhecida emoção, esqueceu de vigiar a própria sombra, surpreendido perdido dentro do próprio coração. Não cuspiu na própria sombra, estava assombrado e tomado de paixão. E calado.
E o amor brutalmente separado
Mas aí, depois do amor formalizado e semeado em quatro crianças lindas, Deus se ausenta do mundo, e em poucos segundos, se abate a tragédia conferida ao Diabo.
A tristeza de Romão engoliu tudo então, e saiu engolindo calada a dor da Florzinha, a do Alarico, a do Jesualdo, Deusa, Belinha, e dor de todos daquele lugar. Talvez apenas as crianças trouxessem dor igual e não engolida pela dor de Romão, que também engoliu a minha, e me transcendeu, e o sol se escondeu, o vento soprou no seu masculino forte e frio sopro enraivecido, juntando as nuvens em chumbo, antes fragmentadas, e uma grande sombra sob este pedaço de terra se abateu. Chorava invisivelmente Romão, e chorei intimamente eu. E a grande nuvem formada, levemente verteu águas; é que também, de lá do seu descanso, chorava Deus através dos céus.
(...)
Tardias crueldades dos dias.
E nessa tarde tão silenciosa e limpa, não quis economizar parágrafos em quartos de horas, as emoções não cessavam de aqui e ali alterar os batimentos do meu coração que sentencia silenciosa existência do sentir. Tão calado quanto um Romão despedaçado. E parei apenas quando Deus me cobrou economias me trazendo de volta à minha idílica realidade tardia, numa frase findando aquela tarde:
"A paixão cedera, adormecida pela crueldade dos dias"
Leia aqui a íntegra da resenha de Dora Nascimento
O Dia do Descanso de Deus
Texto integral à disposição do leitor interessado.
É grátis.
Essa novela é minha única aventura em prosa longa até o momento [ A Hospedaria do Diaboe tem já 21 capítulos e penso em terminá-la em novembro].
Cometida em 2007, foram impressos 1.000 exemplares, de uma primeira edição de autor, já esgotada.
Para o baixamento do arquivo .PDF é necessário ter a versão do acrobat reader 9.2
Se quiser, dê retorno por aqui ou por e-mail para adroaldo@portoweb.com.br
Linda novela! Adroaldo é uma cara muito talentoso, tem que se divulgar isso, muito.
Beijos
Adroaldo, que maravilha você disponibilizar a leitura online.
Assim, outros, muitos outros poderão conhecer a história daquele amor desesperado, desesperançado e as sutilezas de Deus, mesmo quando descansa.
Vou reler.
beijos
Ai minha santinha Bebibana, e as demais das macegas tantas. Eu tonta, saio de perto, o caboclo comunismo incorpora o copyesquerda no ômi. Lá se vai minha herança pelas ribanceiras da web. Vovó Marinalva já me alertara, não tem herdeiro de gente viva.
Tá certo, se não aproveitarem, eu faça uma encadernação de luxo e ponho em leilão, esperem.
Brincadeirinha de tua enteada alemazinha, curitndo chops em Berlim.
Bonito, papá Bauer. Um gesto solidário, desprendido e de dar água na boca.
Quem não leu, vai poder se deliciar com aqueles olhos lindos do Dom, ai, ai, ai... que a Laurita não me ouça.
Adroaldo
Que beleza...vale a pena mesmo.
Juli, o meu exemplar fica na sala de visita, bem bonitinho pra quem chegar ver
mas já esteve no mar e foi uma boa leitura entre uma caipirosca e outra (bons tempos, medico me proibiu bebidinhas, mas sol . mar e delicias da leitura de Bauer não)
Olhem a foto aqui!!!!!!
http://www.overmundo.com.br/banco/codigo-rosa-2
rs
Muito bacana, Bauer!
Parabéns pela iniciativa de disponibilizar seu livro!!!
fiquei mais fã ainda.
beijão
que maravilha ler voce, poeta!
que texto fantastico!!!
obrigada pela magia do momento.
bjsssss;
Cláudia,
Sabendo de ti como sabemos, podes imaginar a dimensão da minha satisfação, imensa, de ter um comentário teu aqui, e assim desse modo dito. Agradecido.
Ah, querida amiga, doce Francinne, uma fã assim é como tornar as musas mais que eventuais inspiradoras, e o és, parceiras definitivas da criação, da motivação, da difusão.
Grato.
Cíntia,
Guaecá já nos conhece de há muito e tenho o Código Rosa por testemunha, guardado no coração. Só não sabia que era eu um teu dileto recomendado, o que me estremece, crê.
Fico muito feliz..
Juli,
Já temops muita saudade, eu e vovó Marinalva, de tuas peraltices aqui.
Não te preocupa com as heranças tuas.
O que é teu está guardado, diz Vovó.
Não resta opção a socialistas, pagos os custos, que compartilhar os benefícios, sabes.
E sem estares aqui para palpites certeiros, acabei por cometer o ato solito.
Beijin.
Saramar, doce e meiga amigam e poeta,
Por certo que aquele amor cativa. Espero que façam bom uso das letras essas, como já o fizemos. Agradecido.
Me Morte,
Sabes que publicado o texto é do leitor. Louvo-me, pois, em tua opinião de quem também escreve. E sei que escreves motivada e bem. Agradecido.
Eu tomo a liberdade de mandar para alguns amigos que gostam de boa leitura. De mim mesmo adquiri o exemplar dentre os 1000 impressos
naquela epoca. Gostei muito da forma da escrita, muito propria do sul do Brasil, e do conteúdo.
abraço
andré
Querido Mestre André,
Serei sempre agradecido a esse seu gesto de ajudar na difusão do meu trabalho, que é a apenas consequência reta daquele decidido apoio inicial a esse aventureiro escriba estreante.
Estimulante mais essa sua iniciativa.
Grato.
Adroaldo
Grato por ter ido ao meu desabafo...E, tens razão : em meio a toda uma escuridão, caem viadutos pré-pagos e maltrapilhos, pelo chão...Não importa do lado que estejam, farinhas todas do mesmo saco de arrebentação...
Agora, o que importa : Fiz o DL de sua novela.Lerei com afinco, pois precisamos de "sangue novo"...E nada como esse, o de Deus...rs
Legal, desprendido e amigo, este ato seu, de espargimento de sua obra !
abraço, Bauer !
Tive o prazer de ler o "O dia do descanso..." e já imaginei um roteiro de filme, prontinho.O autor deve ter bebido muito na fonte de Jorge Amado, deu uma pitada de Gabriel Garcia Marques e acrescentou a elegância de sua proza. Mistura perfeita, leve, para se apreciar sem pressa!
crispinga · Nova Friburgo, RJ 15/11/2009 19:55
Grato por vossas vindas. Dão-me ânimo e vida. Beijos e abraço terno,
Cris e Joe.
Caro Adroaldo! Lerei quando receber por email. Estarei aguardando. O meu PC é arcaico! Um forte abraço Parnaibano!
raphaelreys · Montes Claros, MG 5/12/2009 13:58
Entendido considerado. Te enviei. Avise-me se tiveres alguma dificuldade de abrir o texto. Talvez possa providenciar uma cópia em word, se necessitares.
Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 5/12/2009 15:10Salvo aqui para ler quando puder. Obrigada por liberar pra gente!
Ilhandarilha · Vitória, ES 7/12/2009 14:24
Quem fica agradecido sou eu por teu interesse em um meu escrito, querida amiga. quando puderes, espero que tenhas uma boa leitura.
Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 7/12/2009 22:54
Há uma versão em Word, no Recanto das Letras.
http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/2077320
Para mim era importante saber quantas pessoas baixaram o arquivo, mas sumiram com essa informação na modernização realizada.
Bonito! Mudar é sempre preciso, embora não seja preciso.
Última forma.
Fui alertado pelo Felipe Obrer que a informaçã sobr a quantidade de baixamentos trocou de lugar. Saiu da referência anterior para constar na ficha do postado, em informações, antes dos comentários.
Agradeci lá na "novidade" ao Obrer, mas lamento que a informação não tenha sido proporcionada por quem produziu as mudanças, nem tão pacíficas e singelas como estão achando os que tem sorte e tempo para doar a essa pesquisa do que foi pra onde e o que tem a mais e o que acabou.
Quando entregava jornal de casa em casa, na década de 60, não entegava um caderno, depois outro caderno, depois o terceiro. Entregava inteiro, com todas as informações daquela edição. Aqui, as informações são entregues aos colaboradores em partes e por tereceiros solidáriosao projeto poprietário.
Última forma.
Fui alertado pelo Felipe Obrer que a informaçã sobr a quantidade de baixamentos trocou de lugar. Saiu da referência anterior para constar na ficha do postado, em informações, antes dos comentários.
Agradeci lá na "novidade" ao Obrer, mas lamento que a informação não tenha sido proporcionada por quem produziu as mudanças, nem tão pacíficas e singelas como estão achando os que tem sorte e tempo para doar a essa pesquisa do que foi pra onde e o que tem a mais e o que acabou.
Quando entregava jornal de casa em casa, na década de 60, não entegava um caderno, depois outro caderno, depois o terceiro. Entregava inteiro, com todas as informações daquela edição. Aqui, as informações são entregues aos colaboradores em partes e por tereceiros solidários ao projeto poprietário.
Última forma.
Fui alertado pelo Felipe Obrer que a informação sobre a quantidade de baixamentos trocou de lugar.
Saiu da referência anterior para constar na ficha do postado, em informações, antes dos comentários.
Agradeci lá na "novidade" ao Obrer, mas lamento que a informação não tenha sido proporcionada por quem produziu as mudanças, nem tão pacíficas e singelas como estão achando os que tem sorte e tempo para doar a essa pesquisa do que foi pra onde e o que tem a mais e o que acabou.
Quando entregava jornal de casa em casa, na década de 60, não entegava um caderno, depois outro caderno, depois o terceiro. Entregava inteiro, com todas as informações daquela edição. Aqui, as informações são entregues aos colaboradores em partes e por terceiros solidários ao projeto poprietário.
GENTE. ESTÁ FALTANDO METADE DO ÚLTIMO CAPÍTULO NESSA CÓPIA AÍ PARA BAIXAMENTO. FICO SEM JEITO, MAS PEÇOS DESCULPAS MIS. A UMA CÓPIA COMPLETA AQUI
http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/2102333
Peço desculpas também pelos erros de ortografia aqui.
Há uma barra que persiste sobre a caixa de diálogo.
Se digita no escuro. E não tem como revisar essa...
Essa nova configuração é realmente uma nova configuração.
Pra mim, desfigurou tudo.
Só pra mim, por óbvio...
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