sobre o colaborador
Eu?
Eu sou como uma interrogação.
A Dúvida curiosa, o diferente,
internamente uma pergunta freqüente.
Uma interjeição fraseada,
Em uns versos da vida.
Poema intitulado vida,
Com sonetos de amor e rebeldia.
Talvez eu seja o inexplicável,
talvez seja a personificação do avesso!
O avesso do seu oposto,
o inverso do verso do escritor aleijado.
Eu sou o pretérito do futuro,
escondo meu lado obscuro
e tomo as vezes, na manhã um copo d’escárnio.
Eu sou o que dizem!
E tudo que eu disse pode ser mentira!
Beto Black Dog