Chico Canindé São Paulo, SP

Chico Canindé

sobre o colaborador

Sou a soma do que se gestou pela poeira luminosa da grande pancada das duas coisas que gerou os planetas e as plantas no ventre da terra donde jorra um semem chamdo água.
É donde sou originario no meio deste cosmo nasci descedente de Janduis nas quebradas do sertão do Rio Grande do Norde.
Em um lugar equidistante entre o farol do calcanhar e santo Antonio do Salto da Onça.
Assim se assucede deu ser um matuto dum lugar do mundo e como tal cidadão dele meus olhos não podem ver cercas.
Aqui em São Paulo ando entre amores farpados e palavras quentes pela boca dos canos - indio eu pintando de fuligem-
cercado por arames com pontas aveludas.
Ancioso pra da um abraço amazonio no grende amor continetal no agreste pernambucano.
Assim sou eu despanaviado na felicidade de viver e olhar a lua.
Sou fruto dessa mistura de agua e terra e de tudo que nela tem.
Zé Cambito por Chico Canindé

colaborações recentes

A solidão do atomo banco
3/10/2010 17:28 · 3

A traves da poderosa plataforma das aguas dentro do contxto do conceito da hidrocidadania po-Ética teatro d´ságuas.
Em busca de revalorização da solidariedade.
Como diz o mestre Zé cambito.
A terra esta sempre esperando que seus filhos seja melhores - porque a terra é o melhor planeta e nós estamos deixando ela cadavez mais doente.
Dois atomos de hidrogenio diferentes mas semelhantes... +

Na idade midia a naturez anão faz média banco
8/9/2010 11:04 · 0

Para quem acretida na vida e na força das aguas
e sua luta para sustentar a vida. +

EM DEFESA DA REFORMA ÁGUARIA banco
17/3/2010 17:20 · 5

Falar das questões hidrosocioambientais não é facil. Falar da hidropirataria praticada pelos grandes coglomerados internacionais que roubam nossa agua paticando assim mais um metida de mão no que nosso.
os hidrosladrões Oropeus vem pra ca com seus petroleiros e voltam com os tanques com agua para ser tratada na Ouropa.
os navios destas grande empesas chão chamados de petroagualeriros.... +

Canto praságuas banco
12/11/2009 13:14 · 7

Falar do araco dos braços do grande amor atraves das aguas caminheiras dos rios frageis e delicados de aguas frescas na brandura do carinho das sombra das arvores.
Na teogonia
No silencio
No calara e ouvir passaros e ver peixes e depois de seculos ainda se sentir na infancia querendo brincar perseguindo borboletas
que enfrentam o vento das manhã e pousa na flor que repousou
na... +

NADA É DA COR DO AR banco
22/10/2009 12:48 · 4

A PALAVRA ACORDO DEFINAEESTA POESIA NA QUEBRANÇA DA EXTRURA SOCIAL - QUEM PUXA CARROÇA É INVISIVEL. +
+listar todas

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