Mena Brumado, BA

Mena

sobre o colaborador

Tudo aconteceu naturalmente. Quando criança, meus pais me contavam histórias de reis, príncipes encantados, bruxas e feiticeiras, anjos e duendes... Ávida para entrar nesse mundo encantado, iniciei a leitura dessas historias, depois mergulhei nos contos fantásticos de aventura, ação e amor... Gradativamente, minhas leituras foram-se ampliando, até chegar aos romances... tive uma convivência bem próxima com os livros que me chegavam às mãos pelas mãos de meus pais e dos irmãos mais velhos. Na escola, ouvia atenta as histórias que os professores contavam e ler todas elas foi uma questão de gosto e amor pela leitura, que me infundiram, desde a mais tenra idade, meus pais. Com isso, surgiu a vontade de escrever. Os textos escolares, em prosa e verso, ganhavam forma e consistência, à medida que lia as mais diferenciadas obras. Meus primeiros trabalhos escritos foram em prosa. Escrevi crônicas, ensaios, artigos, resenhas. Depois parti para escrever poemas, incentivada pelas leituras dos grandes poetas. Escrever em prosa ou em verso me levou a palmilhar caminhos do meu ser até então indevassáveis... A prosa me realiza, na medida em que escrevo sobre acontecimentos do quotidiano ou sobre leituras que fiz e apreendi. A poesia segue um curso intimista, quando há um aborto de dores e desenganos que molham os versos... Versos que extravasam sentimentos escondidos! Verso feito alma, numa relação íntima com os pensamentos que dissecam sonhos e fantasias... O amor é cantado em todas as dimensões: amor do pai, amor da mãe, amor dos filhos, amor à vida! Falo do amor à Divindade, força criadora e mantenedora da vida! Numa visão mais intimista faço brotar do eu-lírico, sentimentos amorosos... não importa se os poemas falam de mim mesma ou de outras pessoas. É o reverso do meu verso, onde canto o amor sublime do homem e da mulher. Encontram-se em meus versos a mística da vida, incorporada ao drama cósmico, numa visão pensada, reflexiva e crítica. Nem mesmo a imobilidade das palavras pode tolher a significação que os versos expressam. Meus trabalhos convergem para uma dimensão de vida maior, onde o homem clama por justiça, questiona, busca e parte para a tão almejada conquista! A negação da dignidade humana me causa indignação, razão por que minha poética é construída, seja na prosa, seja na poesia, a partir de contemplações ou da silenciosa observação das coisas ao meu redor.
Não sou poeta, tampouco escritora. Sinto necessidade de escrever para extravasar tudo o que me vai na alma, como ser humano dotado de muita sensibilidade.

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Renovação banco
20/3/2010 23:36 · 6


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Apelo - Um poema à solidão banco
13/3/2010 21:25 · 2

APELO - um poema à solidão

É tarde... A lua já alta vai no céu!
É bom esquecer tudo e atender
De bom grado ao meu apelo
Cansado, choroso, suplicante...
Estou só... E só, busco-te nas estrelas
Últimas estrelas que piscam e se envolvem
No véu da noite que, aos poucos, vai morrendo...
E ao morrer assim, leva, também, um pouco de mim.
É madrugada... As luzes estelares... +

O reverso do meu verso banco
13/12/2009 18:38 · 6

Nem sempre escrevemos aquilo que se passa conosco... +

Tecendo o amor banco
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Embriaguez banco
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