sobre o colaborador
Meu nome é eu
e
me estampo nos outros.
Escrevem em mim
e eu é tanto,
não é meu,
não é nome,
não sou eu.
colaborações recentes
O Paco Bernardo de agora abandona Roma, a Itália, a Europa - vai para a América. Um pouco é uma seleção realizada por Paco Bernardo e um grupo de amigos para ilustrar, de maneira abrangente, os anos que logo se seguem após o abandono da
Itália e a conclusão dos poemas do A parede e o sangue dela.
Notar-se-á sem dificuldade a guinada de estilo e construção: as composições raramente...
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Escrita em 1959, Alegoria dos extremos nunca foi publicada. Encenada apenas um vez na década de 1960, na Espanha, por um grupo de artistas que seriam na segunda noite expulsos da praça onde se apresentava. Paco Bernardo, poeta pouco conhecido e que vem agora recebendo alguma visibilidade graças aos projetos de recuperação de sua obra, trata do próprio teatro: o artista isolada em...
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Primeiro romance do poeta Paco Bernardo. Num estilo que faz lembrar algumas das vanguardas do século XX (é bom lembrar que a obra foi escrita entre 1959 e 1960, quando o artista tinha 18 anos), "José de Qualquer Coisa" é um final de semana na vida de um homem comum, que guarda na memória um amor não-correspondido e agrega em si, na verdade, todos os sujeitos da cidade.
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Obra nunca publicada do poeta italiano Paco Bernardo, ícone marginal da cultura "andarilha" da década de 1960. Poeta, romancista, dramaturgo, fotógrafo, cineasta e filósofo, Paco Bernardo permanece ainda hoje como artista de seu tempo e sobrevivente de um momento em que "viver e criar" foi uma motivação para existir. "A parede e o sangue dela" agrega os primeiros poemas de Paco...
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