sobre o colaborador
RUI LÔBO POR ELE MESMO
Escrevo não por ter pretenções literárias, apesar de ser um dos fundadores da ALAB-nossa academia de letras local.
Nunca quis publicar um livro, mesmo dispondo de um acervo considerável de crônicas, peças teatrais, romance e... poesia, a minha eterna cachaça.
Escrevo por considerar que é quase impossível conseguir respirar neste mundo caótico sem exercitar a cultura, as artes e dar vida à poesia de forma oral, colocando mais graça, mais charme, mais perfume e mais tesão no nosso dia à dia e de pessoas sedentas de emoção, na sua forma mais cristalina.
Sou publicitário e talvez por isso persigo a beleza incansavelmente, na busca da perfeição poética e, é claro, de uma sociedade mais justa e fraterna, pois considero que fazer arte apenas pelo sucesso efêmero, não vale a pena, e se alguém nos deu este dom, creio, o motivo é transformar prá melhor este louco planeta que habitamos.
E nada melhor do que nos assumirmos como artistas, para conseguirmos os nossos objetivos.
Na idade do "Lobo", o meu maior mérito não é o de achar que sei tudo, e sim, saber que com os meus cabelos grisalhos ainda tenho muito o que aprender.
Acredito piamente que só seremos o que sonhamos ser, se investirmos acordados, dioturnamente na aquisição de conhecimento; e dividi-lo com o próximo deve ser um dever de todos nós.
Fui apresentado a este espaço democrático virtual pelo grande poeta soteropolitano Paulo Esdras, companheiro do ABRACADABRA, que estamos tendo o prazer de transformá-lo em um catingueiro postiço.
É isso e nada mais que isso queridos(as) irmãos(ãs) Overmundanos(as).
colaborações recentes
Esta é a síntese em forma de poesia, cujo título é também o do meu primeiro ensaio poético.
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Se DEUS é AMOR não existe razão para criaturas messiânicas se matarem por verdades comezinhas.
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MICOS: Eles existem porque nós existimos enquanto pecadores aprendizes de tudo...
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Todos nós QUEREMOS algo na vida. Como por exemplo... E você, o que QUER?...
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O Ato de existir vai além da sensação de estar respirando; é preciso interagir na sua plenitude, com a natureza que o rodeia.
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