colaborações publicadas
Escorço de dores que não sanam nem se esquece.
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Poesia em uma tarde sem sol.
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Conto do cotidiano desta nova era de tanto desconforto e nenhuma moral. Lembra a vida como ela é mas é mera INSPIRAÇÃO.
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A maioria de nós não gostaria de estar lá.
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Ao meu peito aprisionado.
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Poesia de fim de expediente.
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Poesia vista da janela de um Ford.
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Remonta minha estrada e meus dias.
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Divagação cotidiana. Sobre como viver e envolver-se tem seus mistérios e tropeços. Um lamento dúbio, de relação contraposta entre manter-se dentro do mesmo relacionando-se e colhendo seus doces amargos. Vale à pena existir!
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O som alto dos meus sofrimentos.
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Metapoema que expressa o processo de criação poético em seu desenvolvimento mais intrínseco.
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Foi assim: Um dia daqueles em que nada funciona bem, onde conseguem nos magoar com a negação simples e límpida. Num destes dias, em que uma palavra tem poder maior que a bomba de hidrogênio, eu voltei para casa e comecei a refletir o sublime significado do mais estranho e necessário sentimento....
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Tentei publicar esta poesia em homenagem ao meu filho antes, aqui, mas não conseguí os devidos votos. Estou novamente insistindo no encalço proposital de resolver desta maneira este impasse.O texto é um dos mais inspirados que escrevi. É genuíno e docil. Tem tanta ternura que quase vira "garapa"... Espero passar pelo crivo severo dos meus leitores e implacar. Meu filho único, Wenderson...
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Na Babilônia de nosso tempo é possível esganar uma criança, espancá-la sem pena e jogá-la pela janela sem o menor pudor, ou planejar e levar a cabo a morte de nossos pais prevendo uma gorda herança... Sem contar que se pode transformar isso em um show televisivo onde se recapitula, reconstitui minuciosamente a qualquer hora este absurdo ( inclusive na sagrada hora do desjejum)...
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Uma poesia mais recente. Num surto sensível e terno de escrever lembrando as sensações da infância... O mundo que gira e nos tira do eixo. Deixando-nos em qualquer lugar longe de terra firme.
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Eu gosto desta poesia. Ela de muitas maneiras é uma parte de mim que eu gosto de exercitar. Disponho-me sempre a dar muito em meus textos. Escrevo sofrendo, em um ritual louco de arrancar os pedaços de mim de maneira impiedosa, cruel e descontrolada.
Por vezes me pego a suspirar depois de concluir estes textos. Eu os guardo por dias, meses. Os releio, os analizo, os reconstruo...
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Devaneios de uma daquelas noites em que a gente quer dividir o pensamento, o imaginário pulsando como ferida aberta ao vento...
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Um esboço cotidiano de escrever sem travas ou moldes. Gosto e por isso postei aqui.
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Vivendo e exalando poesia...Sempre e cada vez mais.
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Mais um texto que une minha fórmula usual de construção com influências de tantos outros poetas...Gosto de escrever com esta liberdade, com esta meta aquebrantada e disforme. Não conseguiria fazer textos com começo meio e fim pré determinado, coreografado, sei lá... Busco e experimento uma construção menos cartesiana...
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Crítica ao nosso mundo surreal.
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Um homem tem seu lado forte reestabelecido quando se vê refletido no espelho da genética e da vida....
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É autodescritivo e sensível...Como eu. Explorando possibilidades de jogar com as palavras e fazê-las enaltecer e gerar maior expressão a outras...
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Análise de uma fada que por vezes disfarça-se de gente ...Mas logo volta a ser fada.
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Ah, tão doce quanto cruel é a lembrança do amor que se imortaliza na imagem...
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Poesia sobre minhas introspecções e limites. Sobre os amores que não se concluíram em minha vida, embora sejam inesquecíveis, e sobre meu mundo pequenino, ágil, versátil...Incólume. Tão complexo e ao mesmo tempo previsível quanto o homem o é em sua natureza original.
Não tendo intenção maior que levar ao questionamento destes valores, falando de sentimentos possíveis a todos e...
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...Falo de mim sem maiores conjecturas, sem meias palavras ou mentiras inuteis. Sim por que há mentiras bem uteis. Muitas vezes a mesa do bar parece o melhor lugar para uma divagação preguiçosa e descomprometida...Para a filosofia daquelas que só se dá numa mesa de bar. É isso. Sem precisar levar a muitos lugares ou a lugar algum.
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Wamberto Nicomedesd de Oliveira (wam nick)
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