A banheira nula
seca o brilho
da comodidade esquecida
ferrugem que surge
engolindo a nau
invisível
buraco obscuro
de ondas morgadas
dantes salgadas
trazem à tona
corpos nulos
e mentes vis
memórias quando ancoradas
permanecem
sujas!
Estética da comodidade esquecida. Poema do peso e da memória a ser lavada.
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