parte um de mim

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mortaviva · São Paulo, SP
12/11/2015 · 1 · 0
 

o monstro precisa sair. da minha garganta. vou morrer? vou tentar palavras. nasci en 1981. cresci num lar. "cristão". as haspas sao para ressaltar quao falto em principios era esse lar cristão. nao estou aqui querendo justificar meus disturbios com uma falta de base crista, sao apenas fatos. com sete anos ja sabia repetir textos biblicos de cor, entao quis me matricular na escola de oratoria, era um grande sonho, sempre foi minha parte preferida das reunioes e nao via a hora de  minha primeira participaçao. e assim se deu. quando eu tinha oito anos mais ou menos meu irmao mais velho com 12 começou a ver pornografia em revistas e se masturbar. meu irmao mais novo entao com sete o seguiu precocemente e eu virei boneca deles. eles me mandavan sentar em cima deles e me mexer. entao se masturbavam. me lembro dos cheiros daquela epoca... eles ainda impregnam minha mente e meus sentidos, e me dao vontade de vomitar chorar e gozar...e me ameaçavam dizendo que se eu nao fizesse o q mandavam ou se eu contasse a alguém diriam que eu concordava com os atos deles e praticava por vontade propria. sera? seguiram-se assim quase 3 anos de abuso, que so nao terminava em estupro porque meus irmaos nao conseguiam ter uma ereçao comigo. as revistas pornograficas passaram a ser meu alvo. eu as jogava fora, mas antes me masturbava vigorosamente com elas, até me saciar, o que durava algumas horas de prazer intenso, discretamente sem ninguem ver. entao jogava fora. assim me viciei em pornografia. eu sabia todos os esconderijos de revistas pornograficas, e posteriormente videos, e posteriormente dvds, e posteriormente pastas no pc e memory cards pornograficos dos meu irmaos. eu fazia meu uso secreto deles e depois jogava fora. com muita raiva sempre. isso despertava a ira deles e entao virei caça. meu "progresso" foi rapido e depois da segunda  consideraçao(os anciaos me achavam muito nova com 10) me batizei. com 11 anos. a partir daqui nao consigo ordenar muito bem os fatos mas o que aconteceu foi: os abusos continuavam e as ameaças tambem. mas num dia comum de abusos minha mae chegou de repente e tentei sem efeito me vestir rapidamente. quando minha mae viu todos nus ja foi logo batendo em mim. nao me lembro se meus irmaos apanharam tambem mas é bem possivel que sim. quando fui explicando e contando a verdade durante a surra so levava mais. e nao tive credito. saí exatamente como meu irmao havia dito. como uma vagabunda que estava fazendo sexo com meus irmaos por vontade propria. e eu ainda tentava mostrar as revistas pornô pra minha mae achando que obteria redençao da parte dela...trouxa eu né?...depois desse episodio passei a me defender sozinha e me tornei violenta. entao os abusos pararam. tambem foi na mesma epoca q comecei a brincar com colegas vizinhos. mas a pornografia nao parou. nem a minha masturbaçao seguida de depósito de pornografia no lixo e violencia dos meus irmaos comigo e, claro, minha com eles. arrebentava. pedradas, chutes, socos, pauladas, etc. valia tudo mas eu nao iria mais ser boneca deles para eles gozarem em mim. por conta desse stress todo menstruei cedo, com 11 mesmo. me lembro de me esconder atras da porta e de minha mae me trazer algo para colocar na calcinha. nao lembro se foi pano ou absorvente pois ela usava dos dois. passei a brincar mais na rua para nao ver meus irmaos se masturbando...alem de tudo é muito feio homem se masturbando sem algo vivo para excita-lo... sem sentido...o homem pode ate se masturbar mas tocando em algo vivo ou chupando algo vivo (hum)...enfim me afastar dos meus irmaos q passaram a me difamar nas reunioes de minha religiao (a palavra mais usada como adjetivo para a minha pessoa entre os amigos deles era vagabunda). me lembro deles me chamando de vagabunda, fedida e puta dentro do salao do reino na frente dos colegas. riam de mim. ja meus amigos na rua onde morava eram diferentes. me respeitavam e gostavam de mim. a gente brincava até meia noite de pega pega esconde esconde pular corda jogar volei e assim passavamos as tardes. eram as melhores horas do meu dia. quando as vezes meus irmaos entravam na brincadeira sempre dava em briga ou pedrada entre mim e eles. eu os odeio. os quero mortos. quando eu tinha mais ou menos dezesseis anos a minha paz que estava voltando aos poucos foi quebrada novamente. em minha religiao ha um programa voluntario de conservaçao dos locais de assembleias e congressos e sempre gostei de participar de tudo q é voluntario, pelo bem comum. antes de contar este desastre em minha vida um esclarecimento se torna necessario. como crista que segue a biblia aprendi que a castidade ate o casamento era o melhor pra mim. e conste que o sexo masculino tambem aprendeu o mesmo. entao eu, sempre sonhadora, queria me manter casta e 'achar meu principe' tambem virgem e viveriamos felizes para sempre. e eu tentava manter o sonho vivo mesmo com os abusos e difamaçoes de meus irmaos. mas ja era tarde. eu nunca mais seria a mesma. num desses mutiroes estavamos em grupos divididos em diversos carros. isso era organizado para manter a ordem e a castidade de modo q nenhum jovem homem e mulher se sentavam lado a lado nos carros, para evitar que o fogo falasse mais alto. eu estava no carro de uma pioneira ou missionaria. na volta do mutirao isso se desconfigurou e eu voltei no carro de um ancião ou pastor. ele dirigindo, eu ao lado dele e dois rapazes no banco de tras(motivo pelo qual nao fui no banco de tras). me senti protegida. os pastores cristaos eram como pais pra mim. toda minha educaçao espiritual havia vindo deles. confiava neles mais que em meus proprios pais. ate este momento. nao sei nem dizer isto sem me arrepiar e cerrar os dentes. eu cochilei enquanto estavamos na rodovia ráposo tavares voltando pra casa, até sentir uma mao em minha coxa, acariciando-a no sentido da virilha (veja o q sou agora....ao falar disso me excitei). a seqüência foi uma divisao: em minha cabeça uma em meus membros e outra em minhas açoes. minha cabeça dizia: bata nele...e tambem dizia: vamos todos morrer pois estamos numa rodovia...e dizia tambem: ele mencionou que iria parar num posto aqui perto entao tudo acaba. meu membros paralisaram...e minha ação foi fingir dormir até chegar ao tal posto. e depois disso fingir que nada tinha acontecido. aquele dia era para ter sido o ultimo de minha vida. devia ter sido. nenhuma pessoa deveria ser obrigada a viver depois desses acontecimentos. mas vivi. em corpo. apos isso minhas memorias se embaralham de novo pois há muito odio. odeio este ancião. eu o quero morto. e ainda tendo a generalizar, dizendo a mim mesma ou em voz alta as vezes que sao todos iguais. comecei a ficar omissa nas reuniões e no trabalho biblico voluntario. ainda fazia tudo mas eram todas obras mortas. brincava na rua. isso era vivo. amava meus amigos da rua. falei com os meus pais sobre o ocorrido tempos depois, mas nao havia ajuda porque nao havia testemunhas. os dois rapazes no banco de tras dormiam na hora do ocorrido. era minha palavra contra a do pulha. ele tinha amigos anciaos dispostos a defende-lo a todo custo. e eu o que tinha? Deus? eu nao queria esperar por Ele. e assim se passou mais um ano ou dois talvez. nesse meio tempo um casal muito querido casou-se e eu fui a festa. meus pais nao. eu estava apaixonada por um rapaz e ainda tentava manter o sonho de princesa vivo, apesar de que agora meu principe teria um pau enorme e ao invés de me dar o primeiro beijo me daria a primeira fodida bem forte, pela frente por tras e se ele nao completasse com uma bela chupada no meu grilo eu mesma terminaria num chuveirinho e gozaria gostoooooso de novo e de novo e de novo. essa era minha nova concepçao distorcida de principe. continuando, essa minha paixao sabia do meu interesse 'ingenuo', me provocava mas entao começou a namorar outra pessoa. como me senti? nao sei se ainda era capaz de sentir mais dor mas me incomodou sim. nesta festa citada este rapaz ja estava noivo mas ela nao estava presente. meus pais haviam me dado horario e eu estava prestes a ir a pé quando este rapaz, de quem eu ainda nao tinha me esquecido me ofereceu carona. nem acreditei. para mim uma carona dele era como um beijo para alguem que ainda tinha principios. acendi uma centelha de esperança. e excitação. quando ele se ofereceu me molhei todinha...mas logo ela seria apagada. no caminho perguntei da noiva e como ele estava. a voz dele era macia e entrava em meus ouvidos com o mesmo efeito de um bom penis numa vagina madura. minhas maos juntas, suavam e ate aquele momento a noite nao poderia terminar melhor. eu ja havia gozado. sempre fui assim. gozo a toa. e meus seios estao sempre de farois acesos. nao consigo evitar. algumas palavras sozinha com ele! meu Deus! até que ele parou o carro num lugar ermo  e escuro. eu perguntei se tinha algo de errado com o carro. ele disse que nao. entao disse: ou dá ou desce. imediatamente abri a porta do carro desci e comecei a caminhar no escuro. nao era esse tipo de garota. ou era? bem, meu impulso foi esse. mas ele sabia me persuadir, e disse: claudinha, nao faz assim, desculpa, entra aqui, eu te levo, desculpa, nao falo mais isso. entrei novamente no fusca, e ele disse: desculpa mas é que só de ficar no carro junto com você olha como fiquei. nesse momento ele abriu o ziper e me mostrou um penis enorme, ( eu sabia pois as revistas davam medidas, era praticamente expert em tamanho com quase 18) ereto, branquinho, grosso, lindo! era o penis da minha primeira paixão!! eu tinha um misto de sentimentos: e a noiva dele? ele a largaria por mim? sera q meu sonho se tornaria realidade? ele me ama? e a castidade? entao ele pegou minha mao e disse: pega nele vai. eu relutei por segundos mas nao resisti, eu gostava muito dele faria qualquer coisa por ele. entao ele disse: deixa eu ver como você esta...e enfiou a mao no meio de minhas pernas, no meio dos grandes labios, no meu grilo e soltou um gemido, dizendo: hummm ta molhadinha! mas é claro q eu estava molhadinha! viciada em pornografia, ou seja, eu sabia o que estava acontecendo ali, ja havia gozado mais de uma vez, o primeiro penis que eu via e tocava em carne e osso, ( porque o que os meus irmaos tinha nao era considerado penis, coitados kkkkkkk) do garoto por quem eu ainda era apaixonada! entao ele disse: chupa ele vai...(nas revistas pornograficas eu havia aprendido tecnicas mas nunca as havia posto em pratica) entao chupei...foi muito bom. esqueci de tudo naquele momento, a nao ser pelo fato de eu ter tentado beija-lo e ele se negar, dizendo: nao, beijo nao! senti um mau estar aqui no peito. eu queria beijar ele. ele tinha acabado de me fazer gozar com os dedos magicos dele. e eu sabia que só quando se estava com uma prostituta nao se admitia beijo(eu tinha visto 'uma linda mulher') era a primeira vez que eu gozava pelas maos de alguem que nao era eu. estava nas nuvens, esqueci do beijo...e ele tambem. ele estava quase doido, quase gozando, e eu ja tinha me esbaldado, estava banhada em gozo, quando ele disse: hum, isso, assim mesmo minha PUTINHA. entao vi que nao era sentimento o que ele tinha. minha 'reputaçao' lançada pelos filhos da puta dos meus irmaos havia chegado no rapaz por quem eu me apaixonara e ele quis tirar proveito disso. meu sonho acabou. parei de gozar. perdi o tesao e minha paixao por ele se apagou.
voltei pra terra. parei de chupa-lo e ele foi obrigado a gozar num pano. muuuuita porra.  saí do carro bati a porta e saí andando de novo no escuro. ele disse: oh claudinha o que foi que eu fiz? eu disse: nunca mais me chame de puta. ele me pediu desculpas, eu entrei no carro de novo e ele me trouxe em casa. com muito cuidado me deixou no escadao,  para que ninguém nos visse. só fui entender o que aconteceu um tempo depois, quando ele pediu sua noiva em casamento. esse foi um golpe e tanto na burra aqui. ja com 18 anos, ainda brincava na rua e de boneca barbie com minha melhor amiga. ta certo que nossas brincadeiras de boneca eram de sexo mas era brincadeira. o ken e a barbie transavam no carro, em todos os comidos da casa, na banheira e no chao...eram uns safados kkkkkkkk. um pouco depois (ou antes tanto faz) de eu pedir para me afastar de minha religiao por nao aguentar mais ficar perto daquele filho da puta pedofilo, num desses dias de diversao brincamos de pera uva maça salada mista e planejei um esquema com minha melhor amiga para beijar um amigo vizinho. ela perguntaria: é esse? passando por todos. quando chegasse no meu anjinho loiro dos olhos azuis, ela apertaria meus olhos e automaticamente eu diria: é!, e escolheria a salada mista, ou seja, beijo de lingua nesta versao da brincadeira. deu certo.  fomos para tras dos caminhoes que na epoca ficavam no campinho e nos beijamos. que delicia! que beijo suave, doce, inocente, sem maos bobas. muito bom! eu gozei! e senti o pau duro dele encostado em mim. apesar de tudo o que eu ja tinha passado, era meu primeiro beijo de... amor! percebi q estava muito apaixonada por aquela criatura angelical. eramos vizinhos e algumas vezes eu brincava com a irma dele, porque minha mae era manicure e as vezes faxineira da mae dele. entao eu sempre o via e brincavamos mas nunca havia me dado conta de que o sentimento havia mudado tanto até aquele momento. mas alguns beijos e dias depois nao aguentavamos mais ficar so nos beijos. estavamos morrendo de tesao. eu sentia o pau enorme dele saltando do shorts dele quando a gente se beijava, e da minha parte nem se fala! era um beijo um banho de gozo(hum)....o que fazer? meus pais nunca admitiriam, e os dele menos, pois ele ainda nao tinha completado 16, enquanto eu tinha 18 ha 2 meses. isso nao foi problema para nos. ah! ele havia perguntado se eu era virgem mas nao acreditava pois eu era mais velha e tinha certas 'habilidades'(experiencia de pornô) ate hoje nao sei se ele era... mas pra mim isso nunca importou pra mim. arranjamos um cantinho para nós e minha melhor amiga e seu par tambem. nos faziamos tudo juntas. a gente ia para as matines de uma danceteria, dava muuuuitos beijos avulsos la e no shopping tambem e ate faziamos competiçao para ver quantos meninos a gente beijaria no mesmo dia no shopping kkkkk amo muito minha amiga! foi a melhor noite da minha vida! um lugar escuro, um colchaozinho e nós dois. ele comprovou que eu era virgem, e soltou um: eita porra você é virgem mesmo! eu fiquei muito satisfeita pois depois de tudo que eu ja havia passado consegui preservar algo que eu considerava muito importante para alguem extremamente importante pra mim. eu era dele. seria dele pra sempre. ainda sou dele. nao importa quantos penis ja entraram em mim, eu sou dele. sou casada, tenho tres filhos de quem tenho muito orgulho, um marido que da a vida por mim mas sou dele. sempre serei. e ate entao ele era meu. nao havia lugar inapropriado para transarmos. nem pecado. tudo era permitido. oral, anal, menstruada, faziamos de tudo. qualquer lugar era lugar. eu so nao conseguia satisfazer o desejo que ele tinha de sexo em grupo. sinto que o frustrei nesse sentido mas haviam duas coisas que me incomodavam nisso: 1. eu era muito nova nesse negocio de sexo ao vivo mas nao sei se ia conseguir transar com os primos e amigos do meu amor e ficar bem com isso (talvez com pessoas desconhecidas, quem sabe, vai saber);  2. eu era dele e só dele e nao queria deixar mais nenhum penis me penetrar nunca mais! (se ele tivesse deixado eu trazer meninas e aguentasse todas talvez pudesse ser diferente)... mas todo esse amor durou pouco... meu pai nos viu abraçados na rua. foi um risco muito grande e meu pai nao perdeu tempo. foi imediatamente tirar satisfaçoes com o pai do meu amor. meu pai desmanchou nosso lance. fui proibida de chegar perto dele...por dias nao pude sair de casa nem avisar a ele. quando consegui sair eu o vi passeando de carro com outra...o rosto dele era de quem dizia: você me abandonou, consegui outra. eu morri por dentro. quase morreria de verdade, se minha amigona nao impedisse que eu me jogasse em frente um onibus. foi minha primeira tentativa de suicídio. como fui proibida de ter qualquer contato com meu amor, sumi. ele nao deve ter entendido nada. e como qualquer garoto do porte dele, da idade dele, mentalidade dele, e dessa idade ja com poder aquisitivo,  nao ficou sozinho...quando vi ele com outra ele me olhou com um olhar de: vc nao quis mais... tem muitas querendo. mas eu queria! apenas nao podia! eu queria gritar, morrer, chorar! porque todos podiam abusar de mim contra a minha vontade, e o unico que eu amava nao podia mais me tocar? quando ele me olhava era um misto de raiva e amargura. resolvi procurar ele onde costumava estar. num desses lugares estavam diversos amigos dele. eu perguntei: ele veio aqui hoje? um deles me disse: ainda nao mas ele disse que se voce viesse era para esperar ele aqui. eu nao sabia mas era mentira. eu chorava muito. estava sentindo muito a falta dele, dos beijos dele, da foda dele. faria tudo para ter aquilo de novo. esse amigo ligou pra ele ou fingiu que ligou, disse que ele ja viria e me disse: sabe o que ele pediu? ele quer chegar aqui e te ver me chupando. ele vai voltar pra vc! eu sei q foi muito ingenuo. mas acreditei na hora! hoje vejo isso. mas na hora so me lembrei que ele queria sexo em grupo ha tempos e que talvez se eu desse o que ele queria ele voltaria pra mim. eu estava desesperada. entao comecei a chupar esse amigo, mas meu amor nao chegava e eu comecei a estranhar. o amigo percebeu meu desespero ao chupa-lo e nem ficou de pau duro. remorso? ou brocha? questionei o amigo dele e este, ja nervoso porque eu havia parado de chupa-lo, disse: ele nao vai vir, nunca mais voces vao ficar juntos. a partir daí decidi. ia morrer. minha amiga nao me deixava sozinha pra que eu nao fizesse besteira, entao comecei a sair sozinha de madrugada, beber e transar. quem sabe se eu pegasse uma doença fatal. entao morreria. simples assim. nem isso era simples assim pra mim. transei com varios parceiros, bebada, em moteis baratos, matagais, na rua, muros, casas abandonadas, quintais, etc. eu nao sentia prazer, e os meus parceiros eram tao indignos que nao se importavam de transar com alguem quase inconsciente. eu estava decidida a me destruir. eu trabalhava na epoca. transei com meu chefe dentro da empresa, e com o filho do chefe do outro departamento. com esses dois até que senti algo fisico. mas isso foi porque meu chefe era mais velho e sabia satisfazer uma mulher. e o filho do outro chefe tinha um penis tao grande que era simplesmente impossivel nao gozar. ate que fui demitida. o motivo oficial foi dispensa massiva. mas eu sei qual foi o real motivo. havia cameras pela empresa. entao algo deve ter sido visto. logo apos ser demitida fomos a praia em familia. mas meu pai convidou a familia daquele filho da puta pedofilo tambem. entao eu sumia de noite e transava com qualquer um em qualquer lugar.
quatro dias assim. sem prazer sem amor. só odio, dor e amargura. logo que voltamos consegui outro trabalho. eu era apenas um vulto. trabalhava voltava pra casa tentava contato com ele. nada. dias e meses e eu nao comia. nao dormia. eu gozava pensando nele mas nada mais fazia sentido. arranjei outro namoradinho neste meio tempo mas nao me concentrava nele so procurava meu amor nele. nunca encontrei. minhas funçoes fisicas estavam intactas mas minha mente era dele. todo o meu ser é dele. esse é o meu natural. ser dele. numa dessas idas e vindas do trabalho, perdi o ultimo horario de uma condução essencial para ir para casa. para mim nao importava. nada importava. liguei para casa e avisei meu pai. olhando em minha bolsa achei um cartao: 'choperia, bar e karaoke' eu havia recebido este cartao de um cantor amador que me viu cantar uma musica em um centro de diversoes de um shopping local. entao decidi que para nao ficar na rua, pagar um hotel( isso seria caro demais pra mim) ou pegar um taxi(idem), ficaria nesta choperia, pagaria a consumaçao minima, tomaria um chopinho, e cantaria. entao amanheceria, e eu iria trabalhar direto no outro dia. plano perfeito. avisei meu pai. ele queria vir me buscar a pé. jamais! entao dei a ele o endereço e o telefone da chopperia. quando cheguei la ele se certificou de que eu estaria realmente a salvo com um telefonema e assim se deu. foi divertido. cantei uma musica. demorei pra tomar o primeiro chopp. eu ia trabalhar no outro dia cedo nao dava nem pra ir transar com qualquer um. eu estava muito cansada de tudo. cantar me descansava. me desesteressava. entao em meio a meus pensamentos passou um garçom. me ofereceu um chopp com um sorriso simpatico. mas eu nao queria tomar nada ainda. entao o dispensei. ouvia as pessoas cantarem, cantava junto. sumia em pensamento. pensava no meu amor. como eu queria que ele estivesse comigo ali. mas a cada dia ficava mais impossivel. passa o garçom. dispenso. ele insistia e eu me irritava, pois alem de tudo atrapalhava meus pensamentos no meu amor. eu cantava, sentava e esse garçom não parava de me olhar. continua...

Sobre a obra

texto nao editado. texto biografico com objetivo unico de continuar respirando e criando meus filhos com o pouco de sanidade que me resta.

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anonima
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texto biografico
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