Que eu viva
de amor
e que um dia,
ao rasgar da noite,
ele me mate.
Tua boca,
a minha flor,
com tua lÃngua,
o teu espinho,
me rasgue.
Socorro,
o vermelho do rancor
de não viver para sempre
vai adiante.
Só corro,
a paisagem é a amiga
mais radiante.
Eu mordo...
Quero o maior pedaço
da vida que eu consegui
abocanhar.
Uma poesia sem pretensões, pura experimentação e vivência de sentidos e sentimentos.
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