Entre tantos outros, entretanto o fim, mostra-se ao tato sábio esta razão parasitária, descabida menção à infantaria de beijos, térreos, teificados, ternos.
Tu és a causa de um mundo sincopado, dos ritmos solares, que para mim, desentranha Ãrtemis diluÃda em gotas góticas de prazer, a arte puramente pela arte em si, maior – pubiana. A amplitude anacrônica destroçando sua anafilaxia de abraços casualmente susceptÃveis, sucessivos amarfanhados, fortuitos, harmonizados melodicamente, reconfortantemente melancólicos, jazzÃsticos, onde o clarinete empunhado como espadim contorce-se, um punhado de vezes, pós-desferido pelo meu corpo, chispes de ballet: refugo de borboletas refugiadas da calamidade dos sons.
Não sei...Mas desde a primeira vez que eu li esse texto,(e faz um tempinho...)eu nunca consigui tira-lo da minha mente...Sempre quando vou escrever algo,qualquer coisa,esse começo aparece automaticamente na minha cabeça,como acontece com outros textos seus também...(Nunca te falei isso,né?!)Seus textos são definitivamente marcantes...
Beijos,meu poeta...
;*
Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
Você conhece a Revista Overmundo? Baixe já no seu iPad ou em formato PDF -- é grátis!
+conheça agora
No Overmixter você encontra samples, vocais e remixes em licenças livres. Confira os mais votados, ou envie seu próprio remix!