Era uma menina doce e provou vulcão.Agora solta labaredas por onde passa deixando marcas.Era antes levitação com picos e nuvens, agora condensada montanha de inatingÃvel topo.Era de poder ser tudo donzela, argonalta, astronauta flor e menina.
E desaprendeu gosto e sorriso, enrugando a cara e meio bruxa mas ainda com encanto.Já nada mais era como antes e ficaria sempre assim a mudar, sem desejos nem trevos.Era princesa sem castelo e sapo que já foi prÃncipe, sapato nos pés e farpas no bolso, por isso o gosto vermelho que deixava.Mas ainda tinha o pijama e nele o urso, a casa e amores-maiores-que-ventos.
Já não era mais sonho mas não acordava.Engarrafava os suspiros e meia noite era ela de novo. A mesma.
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