Tradicional templo dos amantes da sétima arte - onde, nos bons tempos do VHS e atualmente do DVD se encontravam filmes raríssimos e clássicos imperdíveis -, a rede de videolocadoras CVC fechou mais dois postos de trabalho - na rua Alzira Santana, em Várzea Grande e no Pantanal Shopping, em Cuiabá.
O número de funcionários caiu de 110 para 35 atendentes. A situação mais deplorável é a da Coxipó Vídeo, que nos bons tempos, chegou a ter cinco lojas, hoje só tem a loja na Getúlio Vargas, que breve mudará para a Isaac Póvoas. O proprietário da franquia, Ubirajara Orrigo, o "Bira", está alugando os antigos points das lojas para terceiros.
A pirataria grassa no centro da capital. Os vendedores chegam a competir entre si por pontos, em frente às lojas e estabelecimentos que pagam pesados impostos e tributos para funcionarem.
Tradicionalmente, filmes clássicos ou raríssimos não são a tonica do paladar do frequentador e, agora, com a retração do mercado, somente os filmes de ponta é que irão prevalecer. Junto com os empregos, lojas e funcionários, o prazer de se assistir um bom filme (legal) também se torna uma vítima da pirataria.
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