não sei quando sou para-quedas
pousado no chão
ou um rio escorrendo no mapa
tão pouco quando sou levado
pela correnteza da lagoa
na planta do arquiteto
moro na vazia casa de máquinas
desde que enfrento a mim mesmo
os poetas são postes enforcados
ando a tatear os ares
à procura de versos
no fundo do profundo
(o gral,p.d.enfr.)coloquem imagem!Santa Luzia/MG-
Oi, gral, seguinte: talvez fosse melhor você postar o seu poema no Banco de Cultura. O que acha? Lá você pode deixar o seu texto (com imagem) disponibilizado no acervo do site. Além disso, não precisa deixar recado para pôr a foto, não. Entra automaticamente no ar... Abração.
Viktor Chagas · Rio de Janeiro, RJ 14/3/2006 12:55Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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