Terceira Semana do Festival de Grupos Vocais no RJ

Divulgação
Os Ordinários cantam repertório eclético e com arranjos inéditos
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Fernando Gasparini · Rio de Janeiro, RJ
14/10/2010 · 23 · 0
 


Depois de duas apresentações com casa cheia, o Festival de Grupos Vocais da Lapa recebe Os Ordinários na próxima terça-feira (19/10), às 21h30, no Lapinha (Av. Mem de Sá, 82), com repertório versátil e arranjos inéditos para sucessos nacionais e internacionais.

Formado por seis vozes à capela, mais um tempero percussivo, Os Ordinários entoarão canções de Stevie Wonder (“Overjoyedâ€), Lennon e McCartney (“Here, There and Everywhereâ€), além de um passeio pelo cancioneiro brasileiro através do choro, samba, pop e bossa nova, com Gilberto Gil (“Ladeira da Preguiçaâ€), Johnny Alf (“Eu e a Brisaâ€), Jorge Ben Jor (“Zazueiraâ€), Roberto Carlos (“Quandoâ€) e até Ernesto Nazareth (“Brejeiroâ€), entre outros.

Os arranjos e a direção musical são de Augusto Ordine, que já passou pelos melhores grupos vocais brasileiros, como BR6 e Bebossa. Também compõem Os Ordinários os cantores Luciano Dyballa, Gustavo Campos, Luiza Sales, Alice Sales e Maíra Martins, que prometem uma performance musical de excelência, chamando o público para cantar junto.

Público

É a primeira vez que a Lapa recebe um Festival de Grupos Vocais, uma iniciativa do curador Marcelo Caldi, responsável por transformar as terças-feiras do Lapinha num concorrido espaço para os fãs de música brasileira. “É a prova de que precisamos investir cada vez mais em nossa qualidade, pois temos público de sobra para issoâ€, reitera.

Os turistas também estão descobrindo no Lapinha o ponto favorito para apreciar a nossa sonoridade. Um grupo de dinamarqueses compareceu em peso ao show do Bebossa realizado na última terça (12/10). A admiração dos gringos tem uma explicação. “A gente canta muito mais notas que os estrangeirosâ€, afirma Marcelo Caldi.

Na música brasileira, conforme o curador, os tempos são divididos em semicolcheias (quatro notas por tempo), dentro de um ritmo sincopado, isto é, notas fora do tempo forte. “A música vocal estrangeira, em geral, é dividida em colcheias (duas notas por tempo), o que facilita demais a vida de um cantorâ€, informa.

Marcelo explica que a música coral tem uma de suas raízes nos cânticos religiosos europeus. “Valorizar os corais em nosso país significa intensificar a educação nas escolas. A voz é a mola mestra para a aprendizagem musical. E lembremos que a música está intimamente ligada ao desenvolvimento da sensibilidade da criança, além de coordenação, concentração, destreza, precisãoâ€, diz. “E quem canta seus males espantaâ€, relembra. Os ingressos estão a R$ 12.


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