A Cultura do amor ou o amor da Cultura

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Zemh Teixeira · Belo Horizonte, MG
23/5/2014 · 0 · 1
 

A Cultura do amor e o amor da Cultura.

Um drama antigo, agora digital.
(Sobre a cultura da insatisfação, sobre a cultura digital, sobre a cultura da mídia no Brasil - Leia !)

Cultura

Fala se muito em amor, porque na verdade, somos uma humanidade guerreira. Chamam-nos humanidade exatamente porque humanos somos pouco. É uma questão tipicamente cultural, de cultura, e até, de cultura digital, cujo termo que a define, cultura, vem mesmo, de agrícolamente, paulatinamente, cultivar... ato que parece ter sido assimilado, quando de nômades passamos a sedentários. É claro que antes de cultivarmos a terra, já cultivávamos coisas.... Hábitos por exemplo. Da sublimação dos hábitos de sentimentos, surgiu o conceito do amor... e seus sentimentos adjacentes... “Gratidão” por exemplo. O outro lado da gratidão, chama=se “felicidade” e seu contrário “frustração” a principal adjacência deste sentimento, é um sentimento mais comum, chamado “insatisfação”.

Problema
Estou também muito insatisfeito. Precisamos externar nossa opressão. Estamos no fundo do poço e ninguém se mexe. Vejam a baderna em que se encontra esse país.... nosso amado e antigo Brasil por exemplo. Frustração é o item comum, que todos assimilam. É fornecido de graça, não se sabe por quem, mas é consumido em abundância... Precisamos de gente forte, de ombros largos, assim como Platão, por exemplo. Aquele filósofo grego, que chamou de "Dialética" ao nosso mundo, (tudo isso a nossa volta, inclusive nós mesmos), e de "estática" ao "mundo das ideias", mundo esse situado vibracionalmente “acima" da "Dialética". A "Estática", é um mundo harmonioso, sincrônico, verdadeiramente imanente, transcendente, divino. Vale conferir que quando esse cara disse "mundo das ideias", não estava falando, do que comumente pensamos ser “ideia”, evento que interiormente, em nosso campo mental, identificamos ao raciocinarmos ou quando mentalmente criamos a solução para um dado problema, (“Que preciso para essas flores?”) ou mesmo – e muito mais frequente -criamos o problema para uma dada solução- (Por exemplo -“Que faço com esse vaso ?”) Não. com o pobre e miúdo mundo das ideias humanas, que é um pequeno lampejo de intenção, uma força, que percorre algum espaço em certo local do cérebro, hoje em dia, tudo já muito bem mapeado. Não. Ele fala de um "estado das coisas", pós "Caos primordial", um pré-big-bang . Ora, "não é de um caos assim" que o Brasil precisa, ou melhor dizendo:- " O Brasil não precisa ver oficializado na quebradeira das ruas, certo caos que ronda todo o mundo, todo o planeta e se instalou em todos os setores"? Não amigos. Repito que não !!!! Quer maior expressão do consumismo que uma quebradeira? Que atitude pode ser mais infantil que sair, desorientadamente quebrando as coisas? Creio não seja a solução e tentarei demonstrar porque. Primeiro que caos significa originalmente, o que ainda não foi ordenado, organizado, nomeado e conhecido digo, manifestado.
Insatisfação coletiva
Tenho notado as pessoas muito insatisfeitas. Há toda uma hipnose coletiva muito bem instalada. Quanta insatisfação com tudo! porquê? Alguns maquiavélicos da política dizem que o povo tem a memória curta. Meu avô, João Pinto Rosa, durante 20 anos doou seu salário de político pois, era aposentado da companhia metalúrgica e, o fazia sem esperar resultado, doava dinheiro em espécie, ajudando os solicitantes que passavam pela sua casa. Era taoista, conhecia as gentes mas, era desapegado e tratava em cidade do interior, com homeopatia, mesmo os colaboradores da oposição. Nunca o vi reclamar da memória do povo mas, já vi que os maquiavélicos tem razão. Todo mundo, que tem 50 anos de idade, se lembra da tensão, que o cidadão médio vivia durante os anos da ditadura aqui, na América do sul, em Portugal e mais alguns cantos por aí. Todo mundo era tenso e já se assimilava naquela época, palavras da psicologia de Freud, que chegavam por aqui, na boca do povo : - “Tarado” já era antiga. Um tipo de doido, de comportamento sexualmente alterado. Mas, "lesado", “estressado, neurótico, paranoico”(esse último muito utilizado no pós guerra),”perturbado, histérica, excitado, discompensado” e até “psicótico”, que já vinha da psiquiatria, foram virando palavras comuns na boca do povo, discernindo o estado de cada um. Nervoso era um estado comum, para os homens, em certo momento com os "nervos a flor da pele" pois, a mulherada não apitava muita coisa.

Tô sem ver televisão a muitos anos e rádio, parei de ouvir notícias e ler jornais a uma ano. To querendo alguma notícia especial que vi nas redes?... Tô bem, acordado e legal e, quando quero alguma notícia, tô procuro na internet. “Granizo em São Paulo” (Uma foto que vi Por exemplo, em um provedor). Deduzi que caiu forte chuva de granizo sobre São Paulo anteontem... corri atrás, do Firefox... com o Google, claro.Foi pesado. Tõ vendo as pessoas feito crianças depois do natal. Ganharam um presente, se deleitaram, depois perceberam que o presente do outro, uma espécie de vizinho, era "diferente" do seu, nesse caso, nem precisa ser "melhor"... entende? O que está fazendo isso c'o povo? Depois de vinte anos, os progressos viram “lugar comum”, ai os avanços já não aparecem...é isso? Há uma corrente de informação subliminar, todo um entendimento sendo irradiado, para se sacanear tudo, Tô desconfiado... Cada dia mais fico cabreiro com as tecnologias de informação... é isso e isso o que é?
Correntes
Não vejo a coisa partir de correntes políticas, o que seria um movimento coordenado, organizado e previsível. Parece haver um conflito enorme de interesses entre o poder da mídia, o poder do governo, o poder das instituições, o poder da força da massa trabalhadora e o poder do povo, que não é o mesmo que o poder da tal massa. O Fato de postar digo, possibilitar, -levar a- resultados imprevisíveis é que acho preocupante.
Mídias
Tradicionalmente a mídia comum, não digital, antiga, anacrônica e perturbada, mesmo doente, tarada e sanguinária, pentelha os governos através da sua linha de reclame redacional pois, quer mais dinheiro. Ai fica futricando, geralmente atrás de pontos fracos desta ou daquela administração pois são “o quarto poder”, gerador de opinião. Agora, com as mídias digitais e os aparelhos portáteis pessoais, surgiram os neo-fenômenos como as redes sociais por exemplo, que cada dia mais e mais, parecem ganhar força. Apesar de sua enorme penetração, alcançando uma capilaridade nunca imaginada, e do seu poder ainda não calculado, elas, as neo-mídias, parecem irradiar uma enorme frustração, que não era perceptível nas mídias tradicionais, aquelas sempre agasalhadas de vultosas somas...
“Ideias”
Vejam bem: - Uma coisa é vender ideias de que há mais violência do que realmente ocorre na sociedade, de que há mais desemprego do que realmente há, falta de escola, corrupção, tráficos, etc. Outra coisa é vender a ideia da insuficiência, da falência da derrocada da civilização. Observem bem:- os dois grupos, o da mídia tradicional e o da neo-mídia se encontram em um ponto muito perigoso: O da falência das instituições. É um apregoamento muito cruel. O Brasil está indo muito bem.... O País é para o Governo, um grande negócio, que ele dirige quase sempre no sufoco, pois as pressões são muito grandes, internas de dentro do próprio governo, interna de dentro do país, de vários seguimentos d sociedade, dos governadores, do senado, da oposição...e externa, por exemplo da economia mundial. A mídia tradicional pega pesado no "calcanhar de Aquiles" do governo, que no Brasil chama-se corrupção. As neo mídias, que chega na cabeça do indivíduo de maneira muito mais íntima, pega em tudo, ela não tem corrente ideológica definida, ou pegada funcional é o campo do que for possível jogar em quer que seja e confunde mais que a mídia antiga, governo com instituições e pior, já chega com a receita pronta: - "tá tudo uma merda!", "vamos prá porrada", "ninguém faz nada"!... “vamos quebrar” e pronto!

Melhor ria.

Vamos nós para Platão, pois precisamos de um embasamento para entender a questão. Há toda uma situação que carece de olhar clínico. Se tudo melhorou e claro não é perfeito, era preciso brotar uma pitada de gratidão. Não existiam postos de saúde nesse país. As escolas eram uma melhoria da estrutura do início do século XX. As estradas não eram pavimentadas. A iniciativa privada não ganhava tanto. Faculdades e Universidades só para meia dúzia que passavam no vestibular, o dinheiro circulava em desvalorização constante, isso refletia por exemplo na alimentação... este país envergava poucos obesos... os carros pareciam carroça, como disse o ex presidente, aquele impitimado. Político Não puxava cadeia. Vejam hoje em dia: -Nunca houve tanto emprego e de tão boa qualidade. Nunca foram feitos tantos concursos públicos, e nunca os governos admitiram tantos servidores em meio a tantas outras opções...Tantos investimentos e verbas do Governo Federal...Tudo, tudo obra dos políticos que não fazem nada...que só roubam, que são corruptos e desviam o dinheiro público...O que vejo é que a cada dia o Brasil constrói políticos melhores, independente de bandeira... o país que vejo só melhora! Claro, tudo precisa e pode melhorar, ser aperfeiçoado. Precisamos por outro lado, buscar a justa medida das coisas. As mídias não sabem fazer cálculos matemáticos... Lembram quando ficavam atacando o ECA? Lembro que a professora Marília da USP, veio a BH, na FAE - UFMG, trazendo uns dados, “assustadores”, os “marginais do eca”, haviam sido contados. A criminalidade juvenil, era ínfima, enquanto a mídia, na época só a tradicional, explorava questão, vendendo a ideia de que o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), bagunçara o coreto da educação.

Conta-me nação !

As históricas manifestações de junho de 2013 nos mostram um retrato do outro lado da situação, o lado contemporâneo, o lado do indivíduo, o lado do cidadão e sua opinião, frente as estruturas estatais sejam elas municipais, estaduais ou federais, sejam os poderes da república, suas execuções, suas leis, sua justiça. Em sua maioria esse cidadão, “manifestante”, é possuidor de uma opinião, é detentor politicamente de um voto. “Maioria”, pois muitos ainda são bem adolescentes. Ora é importante notar, que com o advento das mídias sociais, cada um virou formador de opinião, posto que antes era apenas de uma meia dúzia. Por exemplo um professor, um comentarista de esportes, um juiz aposentado, um presidente disso ou daquilo. Hoje, cada um tem sua meia dúzia na internet, cada um sabe que publica para cem, mil, 5000 pessoas as suas ideias... boas ou não, a sua opinião... sobre diversos assuntos, inclusive a política, que a maioria odeia. Nas manifestações, cada um portava um cartazinho à mão, na rua em junho. Era tudo muito pictográfico, era mesmo um momento significativo mas, essa expressão que brotava da mídia social e seu recurso de considerações recíprocas e facilidade de contato pessoa-pessoa, devido ás condições psicológicas contemporâneas de cada um, despertava uma outra abordagem da situação, que tinha (e tem) no cidadão a insatisfação política: - a insatisfação existencial.
A Insatisfação política, vem da insatisfação existencial?
Perfil
Parece que o desespero da mídia tradicional, vendendo sangue suor e lágrimas, roubos, falcatruas e balbúrdia, gerou um perfil nas mídias sociais, que mais se aproxima do “desencanto”!
O mundo está desabando, tá sabendo?
Nas mídias sociais, a insatisfação existencial, se colore com a razão da causa pessoal, como os cartazinhos que vimos um a um nas ruas. (um quer emprego decente, outro restaurante popular na sua rua, outro ausência de pedágio na linha lilás do arco-íres verde, outro pipi-móvel pro cachorrinho na praça, outro água mineral com gás de graça e ai vai...). Na verdade, todos os reclames são legítimos, pois vem de uma insatisfação. É nobre fazê-lo, um direito do cidadão mas, quando a mídia tradicional se contamina com as mídias sociais, com essa causa natural de cada um, nós temos o desdobrar de duas forças, duas formas míticas. Agora a coisa vira um gigante sem pé, nem cabeça... Veja bem: Há uma insatisfação existencial que é antiga. Platão já falava dela. Ela é própria da dialética, das estruturas deste mundo, o mundo da matéria, que se opõe ao mundo das ideias... Ela é uma insatisfação natural que só parece crescer no dia a dia e mais e mais com o passar dos tempos, com a tensão da vida moderna, com o descortínio, com o aumento de informação, com a pressão midiática, estrutural e a massiva oferta de falsas ideias, de belas soluções de merda... a insatisfação é comum...
A mídia tradicional, que contaminou e acabou por dar certa forma a mídia social, é por sua vez e em sequência, contaminada agora pela mídia social e novamente, como referência de massa, recontamina a mídia social em um círculo louco, maluquinho mesmo...de muitas ilusões, falsas soluções e pérfidas mentiras...

Lavai bomba! ,

a Insatisfação existencial é uma força, como uma represa por exemplo. A oferta moderna de produtos e todo o consumismo, inclusive o consumo de notícias e ideias, parece esgotá-la até certo ponto, enquanto que na verdade, está por reforça-la, possibilitando que quando ela se renove, se reforce e sempre e novamente renasça como uma fênix. Ela é como uma caixa de pandóra, só que as mídias sociais, (que são uma mídia não oficial, não tem contrato com ninguém, é praticamente clandestina), deram a ela, a essa insatisfação comum e fundamental, naturalmente existencial, -expressão e a tendência dessa expressão, no campo social oficial da vida das instituições, é ser enquadrada como opinião política, daí cresce dia a dia uma enorme onda de insatisfação, principalmente com os governos e seus representantes, enquanto na verdade o país melhora, prospera e cresce. As pessoas parecem não ver a realidade. A mídia tradicional, que vende a miséria o roubo e a dor, o crime e a falta de punição, se reveste dessa insatisfação dos tempos publicada por cada um na mídia social e qualificada em conjunto, como insatisfação social. Aí temos um crescente bomba da insatisfação de cada um, confirmada na mídia oficial. Grande merda!

Diz curso... por um modelo brasileiro.

Depois de mais de vinte anos de democracia, vinte e nove... todo este país já esta versado em produzir e sustentar argumentos... poucos entendem que por trás da ideia, deve vir um estudo de situação, uma proposta de solução. "copa", por exemplo, um negócio, de gente que gosta do trem, de ver a pelota, de ter notícia dessa forma de circo romano moderno, encontra tanta oposição natural...talvez até com razão, mas todo político sabe, que sob esse nome, “copa”, a oposição de gente poderosa aos projetos deles, ou de entre eles, se reduz... aí as obras saem, “dáprafazê”, pois ninguém quer fazer feio para os olhos internacionais... Fazendo oposição a algo, um evento tão lúcido. Só sobra a mídia tradicional, atiçar o povo. Os governos tem muito dinheiro. Recolhe-se hoje em impostos conjuntos no Brasil, mais do que toda a riqueza brasileira no ano 2000. Isso não transparece como crescimento, devido a enorme dívida social que o país tinha... Lula tem razão, pois como ninguém, conheceu os números: - "Esse país não quebra!" e deu com isso, uma porrada nos especuladores econômicos do jargão internacional “Bola da vez” Lembram-se? Lamento nossos pensadores sociais e políticos, em suas cadeiras docentes dentro das universidades, orientando toda uma juventude, (que hoje sim, faz faculdade e pós graduação de graça e sem vestibular, como deveria ser), serem marxistas de pai e mãe, ao invés de buscarem um modelo brasileiro. É essa mesma gente, de orientação política de esquerda,e não sou contra, que orienta a opinião de cada um, que a coloca nas neo-mídias e a coisa cresce em escala e já é epidêmica. Acharam o Lula que veio a calhar no final dos anos sessenta, já sem dedo no ABC. o grande Lula, um dos brasileiros mais inteligentes que a história irá registrar, foi como a fome e o desejo de comer, uma coisa só, pois se saco vazio não para em pé, quer dizer que é melhor encher... pois bem, esses acadêmicos, os verdadeiros formadores de opinião nesse país, e suas opiniões de tendências ultrapassadas mas muito bem construídas e disseminadas, é que precisavam olhar para trás, e ver o tanto que o país melhorou, apontar os avanços, ensinar a amar esse continente e estruturar um pensamento com as características dessa nação.

Opinião.

Observemos a mídia tradicional, aquela que manipula a opinião pública para pegar uma grana do governo, com o papo da corrupção. isso é feito a décadas... e elegem presidentes, e tiram presidente e por aí vai. Veja agora essa mídia infelizmente “somada” (pois já falei de contaminação acima), a mídia da insatisfação dos tempos, a mídia social, produzindo um resultado falso, como a insatisfação das crianças na semana seguinte ao natal. A criança tem o presente e poderia desfrutá-lo, mas fica ali, pensando que o do outro é melhor que o seu, se depreciando, achando que o mundo não esta legal!...Isso não é injusto, falso? Essa fala não desmerece nem as crianças nem o jovem cidadão que expressa sua opinião... um pouco de lúdico não pode afetar ninguém... o que quero mostrar, é que é besteira essa mistura. Além de ser uma bobagem, ela é como uma bomba de côcô. Agora é moda, toda a mídia, digo a tradicional e a dos blogueiros, malharem o lula...malharem tudo, malharem tudo o que o governo faz, ao invés de separarem a insatisfação pessoal, o caso a caso, fazem uma coisa antiga, chamada "casuísmo" e põem é lenha na fogueira, ao invés de possibilitarem lucidez.

Sou contra:

Falar mal do meu país, sejam meus conterrâneos ou os poloneses que querem pegar a Amazônia... Este país é feito por brasileiros. Nosso honrados vizinhos, vivem também na sombra desse gigante. Vejo o dia inteiro uma gente trabalhadora e serviu. Responsável, alegre, criativa e versátil. 10% dos políticos são pessoas com problemas cíveis ou criminais, como todas as sociedades por aqui... São os outros 90 % dos políticos que tem administrado bem este país. precisamos amá-los. Mandar a eles boas vibrações.

Amor.

Já imaginaram que pressão sofre uma mulher como a Dilma? Uma parte dos correligionários, gente politizada, com altos cargos públicos, ou políticos bem financiados por empresários riquíssimos, querem uma ditadura, agora só civil e da esquerda pois, assim poderá ser bem mais cruel que a dos militares. Dizem: - Com essa querela das ruas, mandamos os guardas darem porrada, os políticos vão reagir, fechamos o congresso e boa!... Não é assim que se faz? Perguntam e ficam olhando... enquanto esse país vem sendo administrado com tato,por Itamar,FHC, por Lula, por Dilma, pois já disse o poeta, “A voz do povo é voz do povo uai!” Eles foram eleitos porque? Porque queríamos dar-lhes essa oportunidade não foi? Esse país tem sido sábio...Ninguém caçou o apito dos milicos nem vão caçar! Meia dúzia de corruptos e sua mixarias, misturam água no vinho dos governos. Mas, parece mesmo que cada povo tem o governo que merece. Outra pressão que ela, a presidenta, imagino que sofra, ainda interna, das suas correntes de apoio, é da ultra esquerda, gente que acredita que pode pegar o governo na porrada! sério, existe isso. Ela sofre pressão enorme dos empresários, os donos dos dinheiros, que mandam nos governos... dos inúmeros partidos de oposição, da opinião pública internacional, da mídia internacional, dos organismos internacionais, da meretriz desregulada, a mídia tradicional e seus antigos e pecaminosos vícios acima citados, dos grupos organizados, maçons, fraternidades, igrejas mil, e sofre a nova pressão das redes sociais...O Brasil humano precisa aprender a se unir ao redor de si mesmo. A mídia e as neo-mídias precisam trabalhar na mão da grandeza e crescimento nacionais. É preciso ajustamento, entendimento, gratidão, parcimônia, lucidez e visão estratégica midiática de futuro... é preciso amor... muito amor.

Esperanças

Um país que confunde arte, que é o veículo da cultura, melhor dizendo:- o veículo das ideias da cultura, deve confundir ainda e por muito tempo, sua opinião pessoal, da opinião coletiva. A opinião da maioria, da opinião da mídia tradicional e a opinião desta, da opinião da neo-mídia!.... abccz

"Tem tanta coisa errada que não cabe em um cartaz"

Zemh Teixeira
artista, escritor, analista e articulador cultural. Em Homenagem aos milhares de jovens que se manifestaram, sabe-se lá por quê, em Junho de 2013.

Sobre a obra

Há uma insatisfação que é humana, que sempre existiu e impulsionou o homem a superar-se, superar as deficiências da existência. Há uma insatisfação social comum, uma mídia comum e agora, as mídias sociais, um produto de informação das redes sociais... Há todo um drama, uma relação espúria, todo um episódio com possibilidade de desenlace dramático, muito dramático.

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informações

Autoria
Zemh Teixeira, além de caipira (o que agrega ao ser toda uma cultura autóctone),é Artista,gestor, analista e articulador cultural.
Ficha técnica
Cito Arístocles filho de Perictíone, aluno de Sócrates.
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Zemh Teixeira
 

Cito também a Professora Marília da USP, abcz

Zemh Teixeira · Belo Horizonte, MG 23/5/2014 00:31
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