Me atiraram ao chão enquanto eu acreditava em libélulas...
Livre em rasantes frescos e úmidos me atrevi a voar.
Me libertei do chão para lançar-me ao céu...
Me enrosquei nas cores desse caminho rarefeito entre seu ombro e o teto
Bela lua linda e cheia era o que guardava o sonho de mim, libélula.
De repente um rompante abateu meu vôo...
Me quebraram ao chão
Me esfregaram sem dó
Me fizeram pó
Me restou o só
E só, mergulho no que é agora a aspereza desse tudo...
Minhas asas tortas
Meus rasantes toscos
Secos
E a bela lua que me guardava calma
Distante me olha úmida
Sem asas
Sem ar
Sem cor
Sem libéluas de mim
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