Os 7 degraus da alquimia interior, o caminho da ascensão natural da vontade Divina e única, singular do ser.
I - Os Elementos
Estes são as fagulhas da electricidade vigente dos olhos, dos pulsos e dos arrepios. Também conhecidos como sensores do sistema linfático ativo-antena, é em sua estrutura, o movimento cÃclico das têmporas e o ativador único da hipófise. Controlador este, que quando em sua actividade extrema, impulsiona muitos campos harmónicos a se ressonarem em expansão, como que em cadeia suprema de superação sensÃvel e térmica das relações do bioma espiritual.
II - Os Obstáculos
São grandes desvios do reto, do perene a si mesmo, do sensÃvel a si mesmo quando relaxado. É uma extensão da dúvida, caçador dos seres do sonho. É como uma flecha avessa ao impulso da própria flecha em se alcançar. Pode proporcionar a guinada ao alcance interior provido de pura energia branca e lÃmpida.
III - A Ascensão
Como uma jarra cheio de água da fonte divina em meio ao deserto atada do poder de erguer-se em dizer. “Posso aguentar mais sem água!†Como jazida de rubis direcionados ao sol ao meio dia, uma cor plausÃvel somente aos olhos de quem já passou por muitas fases da evaporação espiritual. O descansar do elevar-se fÃsico.
IV - A Existência
Detentora dos mais repletos reflexos da veia humana e super humana. Mantra triangular de nossos cantos interiores e sensÃveis somente ao nosso eterno individual, nosso fragmentado ser em espelhos de revitalizarão cósmica. Como um cometa que tomba seu equilÃbrio e mira num planeta para sentir-se, eis a existência que auto posiciona-se antes dos tempos e dos espaços onde seu fluxo se torna aparente.
V - A Atitude
Acordemos das trevas da preguiça, desviemos dos asteróides pesados, que busquemos o verde original das trilhas do ser. A Atitude é o sabor dos sentimentos, o alcance dos nervos, o plural da morfologia celular em um tom de divino e sereno. A atitude é a gravidade do ser.
VI - A Coerência
Sem ela não conseguimos pousar ao mundo dos eléctricos sem o abraço neutro que se necessita. É como uma lagoa depois de um mar, um alÃvio, um desapego das tensões, um voltar ao lar esquecido. A coerência é a amiga da flor em seu encantos em florescer-se em cores harmónicas. É o caminho das cordas do vocal, é o poder garganta do ser, é o que assopra o vento, a mensagem do espÃrito.
VII - A Flor
Se pensássemos em ser como elas, terÃamos somente o balance verdadeiro em nosso momento transitório. BrotarÃamos somente luz harmonizada e feita por dedos sacros e elevados. SerÃamos seres filhos de sóis que se comunicam em cores espectrais. SerÃamos mestre em telepatia, conhecerÃamos muitos mais do sol e da lua, estarÃamos muita mais com as estrelas e os cometas e as cadentes estrelas do surpreender-se. Caminhamos para o ser flor, esse ser das cores do vindouro que inventará, desde o sentir, o novo calor das cores......
Texto psicografado.
tá na seção errada, esta aqui é a de autoajuda pra bunda-mole
gilbert daniel · Internacional , WW 21/1/2014 20:18Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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