Minha luta, que não folga, nem alcança
foge a caça, corre e laça, não descança
amendronta! Perde o tempo
corre o vento da afronta
de um canto para o sul
sem meus lábios estou nu.
O que ouço, que eu sinto?
Eu não minto, mas invento
não é nada, assim tento
um poquinho... desferir, açoitar
sem a culpa que é nossa
q'eu não possa arrepender
de ir a luta de querer
que o medo que derrota
deixe de prevalecer.
A tormenta que disforma
não mais minha, corre e foge,
Predador meu pensamento
se não vejo quem já sou
não me cuido, nem discuido
que findou. Quem partiu?
não há nada que fazer...
Basta!
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