Eis-me, janela para outras janelas,
rabiscando palavras para outras palavras.
Versos caem pedra sobre pedra
sobre homens,
com os quais não conto para o combate.
De fato, não sou arauto
de povos e jovens utopias,
nem de mim mesmo ou dos meus.
Prego mais uma vez a morte da poesia e de toda arte.
Que se precisa de muita incerteza
para não se calar de pronto
tal afã de viver o inverso em versos.
Saio. Vou encontrar poemas.
Primeiro poema do livro (in)versos, de Isaias Carvalho
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