VAGAMENTE
Não quero parecer inconsistente
E procuro a qualquer custo
A impessoalidade no discurso
Porém a saudade não se aquieta
E insiste em brotar aos borbotões
Sem sequer anunciar sua chegada
Nesta ânsia de encontrar me perco
E vou vivendo assim no desconsolo
De não ser nem eu mesmo nem o outro
Vazio de minh’alma que arremete
Ao fundo do contrário que é o açoite
Neste espelho dos desejos de quem ama
E a mente vaga, e foge, e retorna
Ao ápice das coisas sem sentido
Que é o amar sem ser amado veramente.
Poesia para amansar a dor, desfazer a saudade e manter viva a chama.
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