Um dos maiores museus da América do Sul. O espaço desenhado por Oscar Niemeyer era sede de secretarias de Estado até 2002, quando foi transformado. Fez parte dessa transformação um detalhe arquitetônico desenhado por Niemeyer para a mudança: um grande olho que serve também como espaço de exposição.
O lugar é muito bonito e só a arquitetura já é uma atração.
Seus mais de 17 mil metros quadrados expositivos abrigam várias boas exposições simultaneamente.
Entre essas, está a belissima Para Nunca Esquecer - Negras Memórias, Memórias de Negros, com obras de Rubem Valentim, Mestre Didi e Mestre Valentim, Heitor dos Prazeres, Agnaldo Manoel dos Santos, Pierre Verger, entre outros e curadoria assinada por Emanoel Araújo.
Se o museu nasceu envolto em polêmica, pelos altos custos e pelo sonho do então governador Jaime Lerner, de que ali pudesse se instalar o braço brasileiro do Museu Guggenheim - hoje ele se consolidou como um endereço de boas exposições, desenvolvidas com apoio de Lei Rouanet.
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