OS ARREPIOS DE FEBRE DA POETA
Edevaldo Leal Costav
No primeiro dia, vem devagar. Desejo solitário, calafrio discreto. Depois, a cada três dias, arrepiando ossos. É a febre terçã. A boca arde. A palavra queima na memória dos dias. Acomoda-se nas entranhas. Nesse estado – e nesses dias – Vássia transfere certas incomodações para o seu “Febre Terçㆆ(1ª ed.... +