Chorei quando me descobri aos prantos ali naquele canto,
CondoÃ-me com as lágrimas e à elas juntei as minhas.
Juntas, eu comigo, choramos solitariamente sozinhas.
Dei a mão a mim e saÃmos, eu comigo, certas de que ali, naquele canto nada mais havia a ser pranteado.
Apagamos as velas e definitivamente, silentes, entendemos nosso pranto: acabávamos de enterrar nossa efêmera lucidez.
E juntas, eu comigo, brindamos e gritamos:
"Viva ao que nos restou de nós vivas. Viva à mais pura das loucuras. Viva ao amor que nos faz chorar tanto. Viva ao amor não-correspondido!"
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