A CAIXA
Charlot
Era só uma caixa. De mais ou menos 20x20 cm. Como toda caixa não se parecia mais nada a não ser uma caixa ou, nada significava porque era simplesmente ela. Resolvi colocá-la em cima da estante num local bem visÃvel, onde todos pudessem vê-la. Sentei no sofá e liguei a televisão, mas não conseguir me concentrar, pois minha atenção sempre divagava na caixa.
Tinha ido ao shopping pela tarde, como costuma fazer passando aproximadamente quatro horas perambulando pelos corredores sem conseguir me interessar por nada sem conseguir me concentrar em algo que despertasse meu enderece. Havia me perdido, pois já não sabia qual o rumo tomar, pois estava entediado com tanto movimento e não conseguia saber o que realmente queria daquele lugar. Quando vi uma loja de brinquedos onde as crianças sabiam exatamente o que queriam comprar e os pais nervosos e irritados tentavam distrair as crianças de seus objetivos. Resolvi entrar, pois talvez me interessasse também por algo, mais foi inútil. Havia alguns jogos, quebra cabeças, peças de montar que me pareceram interessantes, mais eram caros demais e eu não tava a fim de gastar muito dinheiro até que vi a caixa. Parecia feita artesanalmente e era coberta com papel vitrificado mesclado de amarelo e vermelho. Pensei que talvez fosse útil para guardar alguma coisa em cima da estante enfrente a televisão.
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