Ficção documental- MiniDV- cor- 9’ - 2007
Sinopse: Diego Lisboa é conduzido ao abate, após ser surpreendido andando em círculos.
Release: Nos Estados Unidos, uma senhora autista desenvolveu uma tecnologia para manter os bois presos, em uma fazenda onde o índice de fugas de animais era muito alto. Essa tecnologia consiste em um cercado de concreto, projetado em forma de espiral. Através desse mecanismo, as vacas e bois ficam presos andando em círculos, aguardando passivamente a hora do abate. A partir dessa história, faz-se uma analogia entre o abatedouro moderno criado pela senhora autista e a condição de inutilidade que enclausura os artistas contemporâneos em desertos intelectuais cada vez mais restritos. Neste vídeo, o realizador Diego Lisboa expõe a importância da arte para uma transformação social, ao passo em que suas convicções são questionadas por Vinícius Cabral e Wilson Dellani, que identificam uma certa inutilidade social dos realizadores de vídeo na atualidade. Entre estes dois pólos (a inutilidade e a subversão), os realizadores que falam/atuam neste vídeo trazem à tona a preocupação de evitar o “espiral de concreto”, extravasando suas idéias sem culpa ou recalque.
O vídeo é ótimo! As verdades humanas incomodam. Só não sei se os bois realmente não sabem que vão ser abatidos. Fugir porquê se o pasto está bom? Este papo de bois já tá longo demais. A verdade é que o vídeo é muito legal e impressionante!
Fanny · Rio de Janeiro, RJ 5/6/2007 16:57Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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