Cercada de conflitos e descobertas, a adolescência serve como matéria-prima para muitos filmes. E é sobre a produção audiovisual voltada para o público jovem que o Revista do Cinema Brasileiro deste sábado, dia 18, vai falar. A apresentadora Julia Lemmertz recebe no estúdio uma especialista no assunto, a atriz HeloÃsa Périssé. Intérprete por anos da adolescente Tati – que lhe rendeu sucesso no cinema, na TV e na literatura -, HeloÃsa ela fala sobre o lançamento do filme da Tatibitati, o qual assina o roteiro, a produção, e ainda atua como atriz. “Os jovens estão se reconhecendo nos filmes. As histórias são bem contadas, e isso ajuda na identificação, na aproximação com o universo adolescenteâ€.
Outro que ganhou a atenção da garotada pelos viés do humor foi o ator Gregório Duvivier. Um dos nomes talentosos de sua geração, tornou-se conhecido do público com a peça Zenas Emprovisadas e em menos de cinco anos após sua estreia no cinema, já participou de dez longas - e acabou de escrever uma série para a TV. Em entrevista à equipe de reportagem do programa, ele conta sobre sua relação com a sétima arte e como encontra tempo para escrever poesias.
Na edição deste sábado, será possÃvel conhecer ainda o filme de Felipe Bragança e Marina Meliande, Alegria, presente na programação da quinzena dos realizadores no Festival de Cannes. A dupla de diretores faz um tributo ao sentimento-tÃtulo a partir da história de Luiza, uma adolescente de 16 anos que assume a difÃcil missão de cuidar de um primo ferido por um tiro e acaba se envolvendo com ideais polÃticos da sua turma de amigos e descobrindo o amor.
E quem nunca viu ou ouviu falar do vÃdeo “Tapa na Panteraâ€? O responsável por este sucesso da internet é Esmir Filho. O jovem diretor já foi premiado em cinco festivais internacionais e tem ganhado elogios com suas produções sobre a passagem da infância para o mundo adulto. Ele participa de um bate-papo virtual com Julia Lemmertz e conta ao Revista um pouco sobre sua trajetória no cinema e o que o atrai para a temática adolescente. “Nesse mundo contemporâneo e virtual, a idéia principal do filme é falar sobre o toque, sobre o abraço, sobre a importância de estar 'fisicamente' com alguém. Não queremos só viver de teclas. Para onde foi o toque?â€
Conhecida por levar às telonas o universo dos jovens, Sandra Werneck, é outra que dá as caras no programa deste sábado. Ela conseguiu traduzir com delicadeza o cotidiano de adolescentes que engravidam nas comunidades carentes do Rio de Janeiro com o documentário As Meninas. Na ficção, abordou o tema de garotas que moram nas favelas com Sonhos Roubados.
O Revista do Cinema Brasileiro vai ao ar todo sábado, às 23h30 e é reprisado às terças, à 1h.
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