Seguindo a onda cada vez mais forte e revigorante das iniciativas culturais que propõem intervenções diretas nos espaços públicos urbanos, o Festival 24 Horas Para o Fim do Mundo movimentou Porto Alegre no último final de semana. Foram uma séria de atividades a céu aberto entre projeções, festas, intervenções urbanas em diferentes pontos do Centro e Cidade Baixa.
O céu chuvoso e incoberto e as tormentas da noite anterior não desanimaram produtores nem público. Sábado (1) de manhã já surgia com o otimismo do tempo clareando e a chuva indo embora, com as postagens na página do festival que intimava a todos para a rua. O clima descontraído e pitadas de humor não poderia ser diferente - é tudo possível nas últimas horas para o final dos tempos.
Construído de maneira colaborativa a partir de chamadas públicas pela internet, os agitadores culturais eram convidados a compor a programação inscrevendo atividades autogestionárias. Literatura, música, moda, audiovisual, as linguagens entraram em confluência, conduzindo uma grande apropriação do público pelo e para o público.
O festival 24 Horas Para o Fim do Mundo foi uma articulação da Casa de Cultura Digital Porto Alegre com diversos coletivos culturais de POA. Também participaram ativamente da construção do evento o Ônibus Hacker, Baixo Centro e VoodooHop, vindos de São Paulo.
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