sobre o colaborador
Sou acadêmico de jornalismo (Uniderp - MS) , atuo como jornalista na Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, onde faço matérias e fotos de eventos ligados a FCMS.
Meu nome real é Lopes, mas Ostemberg é o sobrenome de minha Mãe, fruto de uma família invejável, a qual presto a homenagem de usar o nome nas assinaturas de minhas matérias e fotos.
Casado com Liliane, mãe do Marcelo (1 ano e 5 meses), nosso filho, ela é especialista em Imagem e Som e professora das Redes Públicas estadual e municipal, e ele especialista em nos fazer felizes.
Tenho um Fusca 1977 (azul calcinha), que não troco nem por outro igualzinho. Sou Corinthiano, Apóstolico Romano, devoto de São Jorge e filho de Ogum. Acredito que no mundo há algo muito superior ao nosso humilde conhecimento, mas esse ser superior, não deve ser único, se for, deve ser chamado de Deus.
colaborações recentes
Jota, Erasmo, Falcão e Ney, Camelo e T’nalia: Gostei, não gostei, gostei, insosso e ruim, me encantou. Não necessariamente nesta ordem, que ordem.
A grande tenda agora é Praça do Festival. E a Praça do Festival? Respondo: É Praça do Festival. Lá na Praça do Festival, também conhecida como Praça das Piraputangas, ou Praça da Liberdade, ou ainda, praça de Bonito o festival realmente...
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Não há brilho maior que o FAS,
A luz artificial que o diga,
Foi em uma noite de quinta-feira,
Que a sintonia ficou perfeita.
“É nesse vai e vem que a gente se dá bem,
Que a gente se renova”, cantou o poeta.
Renovou,
A luz voltou,
Morais arrepiou,
A Generasa Ponce mostrou o porquê de seu nome,
O velho baiano viu a luz se curvar ao talento corumbaense,
Recepcionar os...
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Bonito (MS) - Não foi preciso rezar pra Santa Clara nem pedir a São Pedro. O céu firmou e o 11º Festival de Inverno de Bonito esquentou. Os cachecóis nem apareceram. Frio mesmo só o show da Maria Gadú. Quem aqueceu a grande tenda foi a jovem estrela Paula Fernandes e o velho ‘estrelo’ Lulu Santos. Morna e sem sal foi a Gal Costa, que perdeu a mala e botou a culpa na cidade de Bonito.
A...
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O calor corumbaense recepcionou o 7º Festival América do Sul, chamado carinhosamente de FAS (“S” puxado, como o carioca faz). Os tapetes vermelhos foram estendidos nas ladeiras de Corumbá.
O palco mais bonito do FAS, com toda certeza foi o Palco Pantanal, que tinha o próprio Pantanal Sul-Mato-Grossense como pano de fundo. Por falar em fundo, as águas do Rio Paraguai seguiam...
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Nos anos 40, numa cidadezinha do interior sul-mato-grossense, onde a lua se banha no rio Paraguai antes de dormir e o filho sem pai é chamado de filho do boi, Porto Murtinho hospedava um velho fazendeiro, que vivia infeliz, pois a vida não havia lhe dado o tão sonhado filho. Toda cidade se alegrava nas festivas natalinas, pascais ou no dia das crianças, mas o senhor Hélio, sequer...
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