As lágrimas derramaram
Como uma cachoeira
Dos olhos da princesa Nagô
Escrava martirizada
Pelos abutres da escravidão
A Mãe negra deitou seu manto
De dor sobre o corpo da sua filha
Castigada pelas mãos apodrecidas
Do sinhô todo poderoso
Cuja palavra era a autoridade
Pois atrás de toda pompa
Jazia um espÃrito sem luz
A princesa a tudo suportou
Com a bravura da sua alma
De escrava virou Santa
Hoje, seres brancos ou não
Rogam suas preces
Santa Anastácia
SÃbolo da mulher negra
Que entrou para a História
De uma Nação
A Consciência Negra e sua Historia. Um pedido de desculpa que os Homens branco devem ao povo do Continente Africano.
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