Por incrÃvel que pareça, a praia não tem um nome. Caso tenha, não é conhecido da maioria da população freqüentadora, sejam banhistas ou quem aproveita a atração para faturar. “É a praia da cidade mesmo, não tem um nomeâ€, conta a vendedora Ana Braza, moradora do chamado Bairro da Praia que aproveita as tardes de domingo para vender um sanduÃche digno de destaque, feito de frango desfiado no pão caseiro de sua autoria.
Se tem um nome, também não aparece no guia oficial da cidade, onde a uma foto que identifica o mesmo trecho da imagem acima descreve secamente: "Praia – São Gabriel da Cachoeira". Aliás, a praia nem sempre pode ser freqüentada, isso devido à amplitude das águas na época de cheia do Rio Negro quando a faixa de areia fica submersa. Somente no começo da vazante, a partir da metade de agosto é que a praia começa a aparecer (foto), de outubro em diante a faixa de areia se estende por toda a orla revelando-se única e infindável por toda a frente da cidade e proximidades.
Em breve, as obras de urbanização estarão concluÃdas dando à praia uma estrutura de quiosques, assim como a orla de Manaus, Fortaleza e Rio de Janeiro, com delÃcias globalizadas. Na placa de identificação do empreendimento com verbas federais, a praia também não tem nome, ainda assim, o mais importante é que ela existe, com o barulho das corredeiras ao fundo, a temperatura amena das águas do Rio Negro e uma correnteza que parece acariciar o banhista, é ponto privilegiado para curtir o pôr-do-sol, a formação rochosa conhecida como “bela adormecida†e praticar esportes de praia, sozinho ou com locais.
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